Socialismo II

Quem terá dito isto e onde?

[sobre o socialismo] Em todo o mundo, a luta por um tal objectivo recebeu inspiração, força e confiança na Revolução de Outubro de 1917 na Rússia, cujas realizações, conquistas e experiências e cuja influência no desenvolvimento e vitórias da luta libertadora é incontestável. Continuamos a considerar a Revolução de Outubro e a construção do socialismo na União Soviética como fazendo parte do património e experiência histórica de valor universal.
Ao longo do século XX multiplicaram-se revoluções socialistas e nacional-libertadoras. As experiências diversificaram-se. Alcançaram-se grandes vitórias e grandes conquistas para os trabalhadores e para os povos. Ruiu o sistema colonial.
Mas o processo universal, que parecia progressivo e imparável, sofreu também grandes derrotas e foi obrigado a consideráveis recuos. Por um lado porque o capitalismo mostrou potencialidades que haviam sido menosprezadas. Por outro lado, porque se verificaram fenómenos e evoluções em países socialistas, contrariando objectivos fundamentais sempre proclamados pelos comunistas.

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12 respostas a Socialismo II

  1. Ricardo Noronha diz:

    Seguramente não terá sido no Avante! de ontem Tiago. Parece aliás que textos como este, se não tivessem sido aprovados em Congressso, seriam hoje etiquetados de liquidacionistas e social-democratizantes.

  2. zé do boné diz:

    -Eu não fui .
    -O Zé Neves, também não.
    -Os renovadores nem pensar.
    -O Chico Louçã – tás cá hoje .

    -Só pode ter sido o Álvaro Cunhal.
    – Onde não sei; mas penso que algures no Planeta Terra.

  3. Diogo diz:

    Now, take his Russian line-up first. He says that in the cabinet of Soviet Russia there is only one Jew. But he is Trotsky. There are others in the government, of course, but Mr. Hard is speaking about the cabinet now. He is not speaking about the commissars, who are the real rulers of Russia, nor about the executive troops, who are the real strength of the Trotsky-Lenin régime. No, just the cabinet. Of course, there was only one Jew prominent in Hungary, too, but he was Bela Kun. Mr. Hard does not ask us to believe, however, that it is simply because of Trotsky and Kun that all Europe believes that Bolshevism has a strong Jewish element. Else the stupid credibility of the Gentiles would be more impossible of conception than the idea of a Jewish conspiracy is to Mr. Hard’s mind. Why should it be easier to believe that Gentiles are
    dunces than that Jews are clever?

    However, it is not too much to say that Trotsky is way up at the top, sharing the utmost summit of Bolshevism with Lenin, and Trotsky is a Jew — nobody ever denied that, not even Mr.
    Braunstein himself (the latter being Trotsky’s St. Louis, U.S.A., name).

    But then, says Mr. Hard, the Mensheviks are led by Jews, too! That is a fact worth putting down beside the others. Trotsky at the head of the Bolsheviks; at the head of the Mensheviks during
    their opposition of the Bolsheviks were Leiber, Martov and Dan — “all Jews,” says Mr. Hard.

    There is, however, a middle party between these extremes, the Cadets, which, Mr. Hard says, are or were the strongest bourgeois political party in Russia. “They now have their headquarters
    in Paris. Their chairman is Vinaver — a Jew.”

    There are the facts as stated by Mr. Hard. He says that Jews, whose names he gives, head the three great divisions of political opinion in Russia.

    And then he cries, look how the Jews are divided! How can there be a conspiracy among people who thus fight themselves?

    But another, looking at the same situation may say, look how the Jews control every phase of political opinion in Russia! Doesn’t there seem to be some ground for the feeling that they are
    desirous of ruling everywhere?

    The facts are there. What significance does it bring to the average mind that the three great parties of Russia are led by Jews?

    http://radioislam.org/ford/TheInternationalJew.pdf

  4. rui david diz:

    agora entrámos na fase dos jogos florais e do quizz…

  5. Luis diz:

    O Caminho é o da Luta Que Continua
    Álvaro Cunhal
    08 de Dezembro de 1996, no XV Congresso

  6. JMG diz:

    E o prémio? Há prémio para quem acertar?

  7. xatoo diz:

    Diogo: sobre as origens desse c&p
    diversos artigos foram publicadoa a partir de 1920 no “The Dearborn Independent” (o jornal de Henry Ford) como parte da propaganda anti-comunista numa altura em que os bolcheviques estavam em plena guerra civil na Rússia e os EUA se viam confrontados com uma vaga de emigração de judeus oriundos da Europa do Leste verdadeiramente avassaladora, creio que 3 milhões.
    Não conhecia o dono da Ford Motor company como historiador, mas enfim, há tipos com super-fantasmas na carola capazes de admitir tudo.
    Para ajudar à compreensão do teor do que aqui foi copiado&pastado: Anos mais tarde foi feita uma compilação de todos esses artigos, de vincado cariz racista e anti-semita, e mandados encadernar num único livro pelo Ku Klus Klan com o titulo de “The International Jews”
    Qual é o ponto a que querias chegar ao colocar essa merda aqui?
    .

  8. antónio diz:

    Exactamente rui david, jogos florais, inquéritos, raio que o parta, e a quilo é apenas o falecido Alvaro Cunhal

    🙁

    Suponho que da próxima vez que lhe faltar o assunto virá o gajo da coreia do raio, ou mesmo o gajo da venezuela.

    :-((

  9. Diogo diz:

    Caro Xatoo,

    Trouxe um excerto sobre a Revolução de Outubro de 1917.

    Devias ler com muita atenção o “The Dearborn Independent”. Ias aprender muita coisa.

  10. Tiago Mota Saraiva diz:

    Prémio Perestroika para o Luís. Embora, pecado dos pecados, não tenha aqui ao lado ou de memória “O Caminho é o da Luta Que Continua” (mas não duvido), este excerto é parte da intervenção de encerramento do XV Congresso do PCP, realizada por Álvaro Cunhal.

  11. Luis diz:

    Tiago: basta pôr a primeira frase no google que este aponta logo o caminho…

  12. rui david diz:

    🙂 Agora estiveste muito bem, luís.

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