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	<title>Comentários em: Confesso-me plagiador, ou: o elogio comumnista do plágio</title>
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	<description>cinco dias, cinco pessoas</description>
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		<title>Por: miguel serras pereira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109927</link>
		<dc:creator>miguel serras pereira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 09:34:02 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Zé Neves, seria uma discussão interessante. Mas creio que devemos guardá-la para outra altura. Antecipando-a, a minha impressão é que Foucault o Guerreiro (como lhe chamava elogiosamente Paul Veyne) tem sido muito sobrevalorizado. E muitas vezes com maus resultados (filosóficos e políticos).  Mas falaremos disso noutra altura, se valer a pena. 
Abç
msp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Zé Neves, seria uma discussão interessante. Mas creio que devemos guardá-la para outra altura. Antecipando-a, a minha impressão é que Foucault o Guerreiro (como lhe chamava elogiosamente Paul Veyne) tem sido muito sobrevalorizado. E muitas vezes com maus resultados (filosóficos e políticos).  Mas falaremos disso noutra altura, se valer a pena.<br />
Abç<br />
msp</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Niet</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109925</link>
		<dc:creator>Niet</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 09:28:52 +0000</pubDate>
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		<description>O imaginário capitalista gera/implementa e torna fatal o imaginário de Estado, a máquina infernal e despótica que está sempre a produzir desigualdades. Remeto, olé, para o meu comentário no texto do Z Neves, a &quot; Queda do `Socialismo Real&quot;, portanto. A Revolução não pode parar, portanto! Niet</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O imaginário capitalista gera/implementa e torna fatal o imaginário de Estado, a máquina infernal e despótica que está sempre a produzir desigualdades. Remeto, olé, para o meu comentário no texto do Z Neves, a &#8221; Queda do `Socialismo Real&#8221;, portanto. A Revolução não pode parar, portanto! Niet</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: zé neves</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109896</link>
		<dc:creator>zé neves</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 18:11:57 +0000</pubDate>
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		<description>caro miguel serras pereira,

existem leituras de Foucault que apontam além dessa permanente dinâmica de recuperação. estou a pensar, é claro, em negri. de qualquer das formas, não sei se a concepção de poder em foucault remete para a ideia de dominação (até por esta ser demasiado rígida para dar conta da tal dinâmica de recuperação).

abç
zn</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>caro miguel serras pereira,</p>
<p>existem leituras de Foucault que apontam além dessa permanente dinâmica de recuperação. estou a pensar, é claro, em negri. de qualquer das formas, não sei se a concepção de poder em foucault remete para a ideia de dominação (até por esta ser demasiado rígida para dar conta da tal dinâmica de recuperação).</p>
<p>abç<br />
zn</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: antónio</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109875</link>
		<dc:creator>antónio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 02:49:15 +0000</pubDate>
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		<description>@ &lt;b&gt;Viana&lt;/b&gt;, o comment faz todo o sentido, mas realmente, esprimidinho são 3 ideias ou 4, que era possível sintetizar...
Ou vc. anda aqui a treinar para um paper no ISCTE, ou na Nova ? 
Ou sou eu que ainda não percebi onde estou (isso também é possível...)

:-)

_____________________________________________________

@&lt;b&gt;M.S.P.&lt;/b&gt;, estou com uma &lt;i&gt;coisa&lt;/i&gt; tua nas mãos, com o Cayatte e o Pomar, só tenho inveja de o teu espanhol ser muito melhor que o meu...

:-))</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@ <b>Viana</b>, o comment faz todo o sentido, mas realmente, esprimidinho são 3 ideias ou 4, que era possível sintetizar&#8230;<br />
Ou vc. anda aqui a treinar para um paper no ISCTE, ou na Nova ?<br />
Ou sou eu que ainda não percebi onde estou (isso também é possível&#8230;)</p>
<p> <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>_____________________________________________________</p>
<p>@<b>M.S.P.</b>, estou com uma <i>coisa</i> tua nas mãos, com o Cayatte e o Pomar, só tenho inveja de o teu espanhol ser muito melhor que o meu&#8230;</p>
<p> <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> )</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: antónio</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109874</link>
		<dc:creator>antónio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 01:30:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109874</guid>
		<description>&lt;b&gt;Miguel S. P.&lt;/b&gt; eu topei que era pressa...
:-)
Não me senti mínimamente atingido.

:-))

E acho fantástico que ainda haja &lt;i&gt;utopistas&lt;/i&gt;  como tu (peço perdão se não te reconheceres no termo), fazem imensa falta ! 


Já não leio &lt;i&gt;Castoriadis&lt;/i&gt; há imensos anos... saudades.

Fica-te com esta, eu era básicamente &lt;i&gt;agit/prop&lt;/i&gt;: 

Nunca por nunca vamos, por mais que tentemos, conseguir que as pessoas   --   e no fundo são elas que contam, e nós somos também supostos estar a pensar no bem delas, ou não ?   --   dizia eu que nunca vamos conseguir que &lt;i&gt;(...)não ser cada um de nós governado a não ser na medida em que participe igualitáriamente no poder de governar(...)

E olha que não foi por falta de tentar...

:-)

:-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>Miguel S. P.</b> eu topei que era pressa&#8230;<br />
 <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /><br />
Não me senti mínimamente atingido.</p>
<p> <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> )</p>
<p>E acho fantástico que ainda haja <i>utopistas</i>  como tu (peço perdão se não te reconheceres no termo), fazem imensa falta ! </p>
<p>Já não leio <i>Castoriadis</i> há imensos anos&#8230; saudades.</p>
<p>Fica-te com esta, eu era básicamente <i>agit/prop</i>: </p>
<p>Nunca por nunca vamos, por mais que tentemos, conseguir que as pessoas   &#8212;   e no fundo são elas que contam, e nós somos também supostos estar a pensar no bem delas, ou não ?   &#8212;   dizia eu que nunca vamos conseguir que <i>(&#8230;)não ser cada um de nós governado a não ser na medida em que participe igualitáriamente no poder de governar(&#8230;)</p>
<p>E olha que não foi por falta de tentar&#8230;</p>
<p> <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p> <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </i></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: viana</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109873</link>
		<dc:creator>viana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 00:33:38 +0000</pubDate>
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		<description>Algo que, frequentemente, não é costume ser tido em conta por quem conversa sobre a exequibilidade duma sociedade igualitária é o facto de tal situação não ser &quot;natural&quot;. Basta olhar para a história: quantas sociedades existiram, em particular com grande densidade populacional como as actuais, que possamos considerar (quasi-)igualitárias? A razão não é difícil de encontrar: entre todos os sistemas político-económico-sociais possíveis apenas um é (completamente) igualitário. A igualdade (total) é única enquanto que a desigualdade é plural. Na prática, esta situação sugere que uma sociedade igualitária muito dificilmente surgirá de modo mais ou menos &quot;espontâneo&quot;, e que uma vez implementada só se manterá se houver mecanismos robustos que evitem a &quot;natural&quot; deriva desigualitária. Note-se que o termo &quot;natural&quot; não tem para mim qualquer tipo de significado moral. O que é mais &quot;natural&quot;, ou seja mais provável, não é necessariamente aquilo que é mais desejável.

Do que acabei de escrever retiro as seguintes conclusões:

(1) a via para uma sociedade igualitária tem de ser planeada, ou seja tem de haver uma estratégia, e suficientemente flexível para se ir adaptando aos obstáculos que encontre pelo caminho; acções inconsequentes não permitirão ir longe na direcção duma sociedade (mais) igualitária, e o falhanço histórico das várias tradições que se reclamam anarquistas ou autonomistas é a prova do que afirmo;

(2) uma sociedade que se queira manter (o mais possivel) igualitária terá de possuir a capacidade, ou Poder, para evitar derivas desigualitárias; isto quer efectivamente dizer que não acho possível a existência de sociedades igualitárias estáveis sem qualquer mecanismo de coação colectiva que impeça (grupos de) indivíduos de coagirem outros, quebrando a igualdade de relações pretendida; note-se que se tal Poder de coação colectiva fôr permanentemente controlado através da decisão colectiva tomada democraticamente com a participação de todos, então não será efectivamente uma fonte de desigualdade.

Estratégia na acção, guiada por uma visão clara do que se pretende alcançar é portanto condição essencial para atingirmos tal objectivo. Tal estratégia tem obviamente de contemplar a supressão dos focos de desigualdade nas sociedades actuais. Isso poderia ser conseguido por coação sobre eles exercida (via leninista, pela tomada revolucionária, e frequentemente violenta, do Poder do Estado) ou pela indução da sua implosão (via anarquista). O problema de qualquer uma destas estratégias é que provocam uma fase de turbulência (frequentemente violenta) no final da qual não é de todo claro, diria mesmo que não é de todo provável (vide história), que surja uma situação de participação igualitária no controlo do Poder. E a razão é o facto do exercício do Poder ser mais eficiente quando executado de modo hierárquico (devido à maior rapidez do processo decisório, consegue responder mais rapidamente à mudança de circunstâncias), do que resulta que numa situação de turbulência é quem não hesita em concentrar o Poder que consegue prevalecer (a não ser que se veja em posição fortemente minoritária). 

Uma terceira estratégia, que na falta de melhor termo vou designar de institucional, tal como a leninista, procura controlar o Poder do Estado para suprimir pela coação os focos de desigualdade na sociedade, mas tenta fazê-lo de modo incremental, reformista. O que tem o problema de permitir aos agentes que promovem a desigualdade a adaptação das suas próprias estratégias, conseguindo anular os efeitos das reformas. E é por isso que esta estratégia é hoje extremamente ineficiente, em particular na tentativa de fazer diminuir a desigualdade sócio-económica.  

Se atentarem bem, separei as estratégias segundo dois binómios: tomar vs. implodir o Poder; revolução vs. reforma. E mencionei até agora 3 das 4 possibilidades que tal classificação permite. A última estratégia tem poucos antecedentes históricos: implodir o Poder de modo reformista, ou seja, lentamente, de modo controlado. Segundo esta estratégia, o que é preciso não é tomar o Poder (para acabar com a desigualdade pela coação), mas sim reconfigurar, igualizando, as relações de Poder a todos os níveis, inclusivé e em particular no âmbito do processo decisório associado ao exercício do Poder de Estado. Será aliás (talvez apenas) este que poderá permitir que a erosão dos centros de poder sócio-económico não sofra retrocessos e impedir que novos centros de poder apareçam tentando substituir os em declínio. Mas como alterar o exercício do Poder (em particular do Estado) sem o tomar? Pela influência social e politica, a todos os níveis.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Algo que, frequentemente, não é costume ser tido em conta por quem conversa sobre a exequibilidade duma sociedade igualitária é o facto de tal situação não ser &#8220;natural&#8221;. Basta olhar para a história: quantas sociedades existiram, em particular com grande densidade populacional como as actuais, que possamos considerar (quasi-)igualitárias? A razão não é difícil de encontrar: entre todos os sistemas político-económico-sociais possíveis apenas um é (completamente) igualitário. A igualdade (total) é única enquanto que a desigualdade é plural. Na prática, esta situação sugere que uma sociedade igualitária muito dificilmente surgirá de modo mais ou menos &#8220;espontâneo&#8221;, e que uma vez implementada só se manterá se houver mecanismos robustos que evitem a &#8220;natural&#8221; deriva desigualitária. Note-se que o termo &#8220;natural&#8221; não tem para mim qualquer tipo de significado moral. O que é mais &#8220;natural&#8221;, ou seja mais provável, não é necessariamente aquilo que é mais desejável.</p>
<p>Do que acabei de escrever retiro as seguintes conclusões:</p>
<p>(1) a via para uma sociedade igualitária tem de ser planeada, ou seja tem de haver uma estratégia, e suficientemente flexível para se ir adaptando aos obstáculos que encontre pelo caminho; acções inconsequentes não permitirão ir longe na direcção duma sociedade (mais) igualitária, e o falhanço histórico das várias tradições que se reclamam anarquistas ou autonomistas é a prova do que afirmo;</p>
<p>(2) uma sociedade que se queira manter (o mais possivel) igualitária terá de possuir a capacidade, ou Poder, para evitar derivas desigualitárias; isto quer efectivamente dizer que não acho possível a existência de sociedades igualitárias estáveis sem qualquer mecanismo de coação colectiva que impeça (grupos de) indivíduos de coagirem outros, quebrando a igualdade de relações pretendida; note-se que se tal Poder de coação colectiva fôr permanentemente controlado através da decisão colectiva tomada democraticamente com a participação de todos, então não será efectivamente uma fonte de desigualdade.</p>
<p>Estratégia na acção, guiada por uma visão clara do que se pretende alcançar é portanto condição essencial para atingirmos tal objectivo. Tal estratégia tem obviamente de contemplar a supressão dos focos de desigualdade nas sociedades actuais. Isso poderia ser conseguido por coação sobre eles exercida (via leninista, pela tomada revolucionária, e frequentemente violenta, do Poder do Estado) ou pela indução da sua implosão (via anarquista). O problema de qualquer uma destas estratégias é que provocam uma fase de turbulência (frequentemente violenta) no final da qual não é de todo claro, diria mesmo que não é de todo provável (vide história), que surja uma situação de participação igualitária no controlo do Poder. E a razão é o facto do exercício do Poder ser mais eficiente quando executado de modo hierárquico (devido à maior rapidez do processo decisório, consegue responder mais rapidamente à mudança de circunstâncias), do que resulta que numa situação de turbulência é quem não hesita em concentrar o Poder que consegue prevalecer (a não ser que se veja em posição fortemente minoritária). </p>
<p>Uma terceira estratégia, que na falta de melhor termo vou designar de institucional, tal como a leninista, procura controlar o Poder do Estado para suprimir pela coação os focos de desigualdade na sociedade, mas tenta fazê-lo de modo incremental, reformista. O que tem o problema de permitir aos agentes que promovem a desigualdade a adaptação das suas próprias estratégias, conseguindo anular os efeitos das reformas. E é por isso que esta estratégia é hoje extremamente ineficiente, em particular na tentativa de fazer diminuir a desigualdade sócio-económica.  </p>
<p>Se atentarem bem, separei as estratégias segundo dois binómios: tomar vs. implodir o Poder; revolução vs. reforma. E mencionei até agora 3 das 4 possibilidades que tal classificação permite. A última estratégia tem poucos antecedentes históricos: implodir o Poder de modo reformista, ou seja, lentamente, de modo controlado. Segundo esta estratégia, o que é preciso não é tomar o Poder (para acabar com a desigualdade pela coação), mas sim reconfigurar, igualizando, as relações de Poder a todos os níveis, inclusivé e em particular no âmbito do processo decisório associado ao exercício do Poder de Estado. Será aliás (talvez apenas) este que poderá permitir que a erosão dos centros de poder sócio-económico não sofra retrocessos e impedir que novos centros de poder apareçam tentando substituir os em declínio. Mas como alterar o exercício do Poder (em particular do Estado) sem o tomar? Pela influência social e politica, a todos os níveis.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: miguel serras pereira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109871</link>
		<dc:creator>miguel serras pereira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 23:54:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109871</guid>
		<description>Caro António, eu não tive a menor intenção de te bater. Não era irritação, era pressa. Só não compreendi a tua questão. O que eu quero dizer é que, embora tudo mude sempre, a transformação política que me interessa é uma transformação explícita e deliberada, visando transformar as instituições - no sentido do exercício democrático do poder político pelo conjunto dos cidadãos -, e a nossa relação com as instituições: reconhecer nelas obra e cristalização da acção humana e assumirmos a responsabilidade e a liberdade de as aceitarmos ou refazermos. O mesmo vale para as leis e para os fins colectivos que uma sociedade se propõe e que a identificam. A divisa de uma sociedade democrática (sociedade autónoma de indivíduos autónomos) é, como dizia Castoriadis: nós somos aqueles que se dão as suas próprias leis. O regime da cidadania governante é isto mesmo: não ser cada um de nós governado a não ser na medida em que participe igualitariamente no poder de governar. E quanto ao resto, penso que já está indicado no que por aqui fui dizendo antes, e um pouco mais desenvolvido nos comentários que fiz esta manhã ao post do Zé Neves sobre A Queda do &quot;Socialismo Real&quot;. Cordiais saudações republicanas
     msp
Espero que isto ajude</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro António, eu não tive a menor intenção de te bater. Não era irritação, era pressa. Só não compreendi a tua questão. O que eu quero dizer é que, embora tudo mude sempre, a transformação política que me interessa é uma transformação explícita e deliberada, visando transformar as instituições &#8211; no sentido do exercício democrático do poder político pelo conjunto dos cidadãos -, e a nossa relação com as instituições: reconhecer nelas obra e cristalização da acção humana e assumirmos a responsabilidade e a liberdade de as aceitarmos ou refazermos. O mesmo vale para as leis e para os fins colectivos que uma sociedade se propõe e que a identificam. A divisa de uma sociedade democrática (sociedade autónoma de indivíduos autónomos) é, como dizia Castoriadis: nós somos aqueles que se dão as suas próprias leis. O regime da cidadania governante é isto mesmo: não ser cada um de nós governado a não ser na medida em que participe igualitariamente no poder de governar. E quanto ao resto, penso que já está indicado no que por aqui fui dizendo antes, e um pouco mais desenvolvido nos comentários que fiz esta manhã ao post do Zé Neves sobre A Queda do &#8220;Socialismo Real&#8221;. Cordiais saudações republicanas<br />
     msp<br />
Espero que isto ajude</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: antónio</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109868</link>
		<dc:creator>antónio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 22:49:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109868</guid>
		<description>&lt;b&gt;Miguel Serras Pereira&lt;/b&gt; disse...


&lt;i&gt;(...)Mas, politicamente, mudar o mundo significa mais do que isso: mudar esta ou aquela, ou o conjunto das instituições que exercem e organizam o poder, estabelecem as leis e os objectivos que uma sociedade se propõe.(...)

(..)a conquista dessas condições não é, para mim, concebível a não ser como &lt;b&gt;conquista&lt;/b&gt; do poder(..)&lt;/i&gt;




Bateu-me mal, mas pode perfeitamente ser que eu te tenha treslido, aquele post não estava própriamente em linguagem &lt;i&gt;de todos os dias&lt;/i&gt;...



_________________________________________________________________________________

@ &lt;b&gt;xatoo&lt;/b&gt;: 

Estou ligeiramente a branco com os &#039;Die Linke&#039; (A Esquerda), mas nunca me pareceu que aquele pequeno &quot;Napoleão do Sarre&quot; dissesse coisa com coisa... tenho que ir aprimorar o meu alemão.
 
&lt;i&gt;aquilo não é uma &#039;birrinha&#039; por ele não ter ganho umas eleições quaisquer no SPD ?&lt;/i&gt;

:-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>Miguel Serras Pereira</b> disse&#8230;</p>
<p><i>(&#8230;)Mas, politicamente, mudar o mundo significa mais do que isso: mudar esta ou aquela, ou o conjunto das instituições que exercem e organizam o poder, estabelecem as leis e os objectivos que uma sociedade se propõe.(&#8230;)</p>
<p>(..)a conquista dessas condições não é, para mim, concebível a não ser como <b>conquista</b> do poder(..)</i></p>
<p>Bateu-me mal, mas pode perfeitamente ser que eu te tenha treslido, aquele post não estava própriamente em linguagem <i>de todos os dias</i>&#8230;</p>
<p>_________________________________________________________________________________</p>
<p>@ <b>xatoo</b>: </p>
<p>Estou ligeiramente a branco com os &#8216;Die Linke&#8217; (A Esquerda), mas nunca me pareceu que aquele pequeno &#8220;Napoleão do Sarre&#8221; dissesse coisa com coisa&#8230; tenho que ir aprimorar o meu alemão.</p>
<p><i>aquilo não é uma &#8216;birrinha&#8217; por ele não ter ganho umas eleições quaisquer no SPD ?</i></p>
<p> <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: miguel serras pereira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109859</link>
		<dc:creator>miguel serras pereira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 21:42:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109859</guid>
		<description>1. Sim, Zé Neves, creio que estamos de acordo, com uma ressalva: parece-me que não falo de poder - e tu também não, se bem te leio - propriamente no sentido de Foucault. Tal como o leio, o poder nele é sempre &quot;poder sobre&quot; (opressão, dominação), e todas as &quot;resistências&quot; que suscita acabam por o refinar ou por se transformar em &quot;astúcias&quot; suas: simplificando, a &quot;resistência&quot;, em Foucault, quando bem sucedida, é mal sucedida - torna o poder mais poderoso, e, se não nos resta então senão sermos cada vez mais &quot;resistentes&quot;, é de perguntar para quê. Mas se concordas que o exercício do poder não é necessariamente uma maldição, eu também concordo que podemos sempre alguma coisa e que destruir os centros da dominação, ou esvaziá-los desta, não se faz ocupando-os e mantendo o seu privilégio. Depois falamos mais. Abç

2. António, desculpa, mas sou eu que não percebo a tua pergunta. Onde é que (se) pára o quê? A que decisão de parar te referes? Se quiseres explicar-te melhor, talvez eu lá vá. Está bem assim?

msp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1. Sim, Zé Neves, creio que estamos de acordo, com uma ressalva: parece-me que não falo de poder &#8211; e tu também não, se bem te leio &#8211; propriamente no sentido de Foucault. Tal como o leio, o poder nele é sempre &#8220;poder sobre&#8221; (opressão, dominação), e todas as &#8220;resistências&#8221; que suscita acabam por o refinar ou por se transformar em &#8220;astúcias&#8221; suas: simplificando, a &#8220;resistência&#8221;, em Foucault, quando bem sucedida, é mal sucedida &#8211; torna o poder mais poderoso, e, se não nos resta então senão sermos cada vez mais &#8220;resistentes&#8221;, é de perguntar para quê. Mas se concordas que o exercício do poder não é necessariamente uma maldição, eu também concordo que podemos sempre alguma coisa e que destruir os centros da dominação, ou esvaziá-los desta, não se faz ocupando-os e mantendo o seu privilégio. Depois falamos mais. Abç</p>
<p>2. António, desculpa, mas sou eu que não percebo a tua pergunta. Onde é que (se) pára o quê? A que decisão de parar te referes? Se quiseres explicar-te melhor, talvez eu lá vá. Está bem assim?</p>
<p>msp</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jesus</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109854</link>
		<dc:creator>jesus</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 20:51:29 +0000</pubDate>
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		<description>Já vi que a teoria do dono do artg é, qq &#039;coisa&#039; ,assim uma espécie de tarot,observar as entranhas dum animal(um cordeiro, de preferência).Francamente!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já vi que a teoria do dono do artg é, qq &#8216;coisa&#8217; ,assim uma espécie de tarot,observar as entranhas dum animal(um cordeiro, de preferência).Francamente!!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: zé neves</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109850</link>
		<dc:creator>zé neves</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 19:38:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109850</guid>
		<description>Caro Felipe Diniz, 
Compreendo a tua leitura e bem sei que opera ao contrário da minha. Mas olha que não é tanto a tradição anarquista que me esforço por inserir na tradição comunista. É mesmo a tradição comunista que escapa ao marxismo-leninismo. Trotsky (não que eu seja trotsquista, não sou), por exemplo, não tem lugar num partido comunista? Mas, enfim, sabemos que esta é uma longa conversa. De qualquer das formas, a minha atitude seria: independentemente da diferença radical sobre o que entendemos dever ser o comunismo, ponto sobre o qual não nos entenderemos tão proximamente..., o debate ideológico e político pode ir sendo realizado ponto a ponto. E aí, estou certo, aproximamo-nos e afastamo-nos várias vezes. Talvez um dia o PCP se afirme como um partido comunista, inspirado nas várias tradições marxistas e não numa em particular e afim a tradições político-teóricas tão próximas do anarquismo como do marxismo. Afinal, no início, até era mais assim...

Caro Miguel Serras Pereira, retomamos, então, a discussão tida no CNC. Acho que estamos fundamentalmente de acordo. Não tenho nenhuma ilusão - ou desejo - que vá no sentido de qualquer ideia de se acabar com o poder. Isso não existe. Onde há vida, há poder. Mas é justamente por isto que peguei na frase-título de um autonomista como o John Holloway, &quot;Mudar o Mundo sem Tomar o Poder - O significado da revolução hoje&quot;. A ideia de tomar o poder é a ideia de que não temos poder sem ser tomando o lugar onde ele supostamente se encontra centralizado. Ora, nós temos sempre poder. A ideia de tomar o poder, central às tradições de esquerda do século XX, m-l ou social-democratas, cria dois problemas: torna invisíveis as relações de poder no seio das organizações e movimentos alternativos, pois o poder é aquilo que está no seu exterior (é para isso que, em última instância, remete, parece-me, todo este debate em torno do estalinismo, pois julga-se que o Poder - com maiúscula - é algo que foi sempre detido ou pelos EUA ou pelas potências capitalistas); e, no mesmo passo, cria uma sensação de impotência generalizada, com o poder de Estado a secar tudo o que há à sua volta. Enfim, não me posso alongar, mas não queria deixar de apontar para uma intersecção que me parece promissora: a ideia marxiana do capital enquanto relação social e não enquanto coisa; a concepção foucauldiana do poder enquanto relação (simplificando muitíssimo). 

abç</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Felipe Diniz,<br />
Compreendo a tua leitura e bem sei que opera ao contrário da minha. Mas olha que não é tanto a tradição anarquista que me esforço por inserir na tradição comunista. É mesmo a tradição comunista que escapa ao marxismo-leninismo. Trotsky (não que eu seja trotsquista, não sou), por exemplo, não tem lugar num partido comunista? Mas, enfim, sabemos que esta é uma longa conversa. De qualquer das formas, a minha atitude seria: independentemente da diferença radical sobre o que entendemos dever ser o comunismo, ponto sobre o qual não nos entenderemos tão proximamente&#8230;, o debate ideológico e político pode ir sendo realizado ponto a ponto. E aí, estou certo, aproximamo-nos e afastamo-nos várias vezes. Talvez um dia o PCP se afirme como um partido comunista, inspirado nas várias tradições marxistas e não numa em particular e afim a tradições político-teóricas tão próximas do anarquismo como do marxismo. Afinal, no início, até era mais assim&#8230;</p>
<p>Caro Miguel Serras Pereira, retomamos, então, a discussão tida no CNC. Acho que estamos fundamentalmente de acordo. Não tenho nenhuma ilusão &#8211; ou desejo &#8211; que vá no sentido de qualquer ideia de se acabar com o poder. Isso não existe. Onde há vida, há poder. Mas é justamente por isto que peguei na frase-título de um autonomista como o John Holloway, &#8220;Mudar o Mundo sem Tomar o Poder &#8211; O significado da revolução hoje&#8221;. A ideia de tomar o poder é a ideia de que não temos poder sem ser tomando o lugar onde ele supostamente se encontra centralizado. Ora, nós temos sempre poder. A ideia de tomar o poder, central às tradições de esquerda do século XX, m-l ou social-democratas, cria dois problemas: torna invisíveis as relações de poder no seio das organizações e movimentos alternativos, pois o poder é aquilo que está no seu exterior (é para isso que, em última instância, remete, parece-me, todo este debate em torno do estalinismo, pois julga-se que o Poder &#8211; com maiúscula &#8211; é algo que foi sempre detido ou pelos EUA ou pelas potências capitalistas); e, no mesmo passo, cria uma sensação de impotência generalizada, com o poder de Estado a secar tudo o que há à sua volta. Enfim, não me posso alongar, mas não queria deixar de apontar para uma intersecção que me parece promissora: a ideia marxiana do capital enquanto relação social e não enquanto coisa; a concepção foucauldiana do poder enquanto relação (simplificando muitíssimo). </p>
<p>abç</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: xatoo</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109847</link>
		<dc:creator>xatoo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 19:11:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109847</guid>
		<description>&quot;Nunca pertenci a (____________name here)&quot; à sociedade. saco o meu e vivo no éter. não há saco...
Zé Neves
não interferindo na meritória actividade subjectiva na produção de lençóis, o que a malta da rua desejaria mesmo saber é porque é que é impossivel aqui uma coligação do tipo do Die Linke na Alemanha; porquê?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Nunca pertenci a (____________name here)&#8221; à sociedade. saco o meu e vivo no éter. não há saco&#8230;<br />
Zé Neves<br />
não interferindo na meritória actividade subjectiva na produção de lençóis, o que a malta da rua desejaria mesmo saber é porque é que é impossivel aqui uma coligação do tipo do Die Linke na Alemanha; porquê?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: antónio</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109846</link>
		<dc:creator>antónio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 19:06:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109846</guid>
		<description>&lt;b&gt;M.S.P.&lt;/b&gt;, se fôrmos fazer como tu dizes (&lt;i&gt;e olha que te li duas vezes...&lt;/i&gt;) depois a coisa pára aonde, se me fizeres a gentileza ? 
E como se (e quem ?) decide onde pára ?

&lt;i&gt;just a thought...&lt;/i&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>M.S.P.</b>, se fôrmos fazer como tu dizes (<i>e olha que te li duas vezes&#8230;</i>) depois a coisa pára aonde, se me fizeres a gentileza ?<br />
E como se (e quem ?) decide onde pára ?</p>
<p><i>just a thought&#8230;</i></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: antónio</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109843</link>
		<dc:creator>antónio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 18:43:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109843</guid>
		<description>Entretanto li os comments, eis o que se me oferece:

1. Não importa quantos Stalin&#039;s, Estalines, ou o raio haja, são todos uns f.d.p., nem filho nem mulher respeitavam, quanto mais &lt;i&gt;&#039;o povo&#039;&lt;/i&gt;...

2. O gajú que o &lt;b&gt;Z.N.&lt;/b&gt; convidaria para ministro, eu hei-de um dia (para aí em 3010..) convidar para sub-sub-secretário de estado.
Entretanto se houver &lt;i&gt;cavalinho&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;chuva&lt;/i&gt;... já sabe.

3. O poder realmente não se &lt;i&gt;toma&lt;/i&gt;, a não ser à força bruta. O meu conselho é que esse comentador &lt;i&gt;tome&lt;/i&gt; uma chávena de chá (há chá vermelho, das montanhas do &lt;i&gt;Yunnan&lt;/i&gt; e tudo, atire-se...)

:-(

4. Estou inocente dos vossos &lt;i&gt;pecadilhos&lt;/i&gt;. Nunca pertenci a (____________name here), tenho um &lt;i&gt;piqueno&lt;/i&gt; problema em receber ordens de imbecis, mas não foi por isso que deixei de fazer a &lt;i&gt;minha modesta parte&lt;/i&gt;. Agora é convosco....

:-))</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Entretanto li os comments, eis o que se me oferece:</p>
<p>1. Não importa quantos Stalin&#8217;s, Estalines, ou o raio haja, são todos uns f.d.p., nem filho nem mulher respeitavam, quanto mais <i>&#8216;o povo&#8217;</i>&#8230;</p>
<p>2. O gajú que o <b>Z.N.</b> convidaria para ministro, eu hei-de um dia (para aí em 3010..) convidar para sub-sub-secretário de estado.<br />
Entretanto se houver <i>cavalinho</i> e <i>chuva</i>&#8230; já sabe.</p>
<p>3. O poder realmente não se <i>toma</i>, a não ser à força bruta. O meu conselho é que esse comentador <i>tome</i> uma chávena de chá (há chá vermelho, das montanhas do <i>Yunnan</i> e tudo, atire-se&#8230;)</p>
<p> <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>4. Estou inocente dos vossos <i>pecadilhos</i>. Nunca pertenci a (____________name here), tenho um <i>piqueno</i> problema em receber ordens de imbecis, mas não foi por isso que deixei de fazer a <i>minha modesta parte</i>. Agora é convosco&#8230;.</p>
<p> <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> )</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: asinus</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109840</link>
		<dc:creator>asinus</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 18:37:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109840</guid>
		<description>&quot;Aprender, aprender, aprender sempre&quot;: que me dizem tão ilustres polemistas a estas razões para a &quot;queda do socialismo real&quot;?

http://hist-socialismo.blogs.sapo.pt/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Aprender, aprender, aprender sempre&#8221;: que me dizem tão ilustres polemistas a estas razões para a &#8220;queda do socialismo real&#8221;?</p>
<p><a href="http://hist-socialismo.blogs.sapo.pt/" rel="nofollow">http://hist-socialismo.blogs.sapo.pt/</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Diniz</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109839</link>
		<dc:creator>Filipe Diniz</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 18:37:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109839</guid>
		<description>Caro Zé Neves
É exactamente tudo ao contrário: comunismo implica marxismo; marxismo implica leninismo; leninismo implica marxismo-leninismo. Mudar o mundo é necessariamente uma questão de poder mas, obviamente, é muito mais do que uma questão de &quot;tomada do poder&quot;. A tradição anarquista (que tu te esforças por inserir no &quot;comunismo&quot;) produziu algumas personalidades interessantes, nunca produziu um movimento social capaz de mudar a mais pequena parcela do mundo, pelo contrário. E, está claro, também produziu toneladas de papel impresso, algumas das quais com muito interesse literário. Mas o palavreado, impresso ou não, o melhor que pode fazer é exorcizar o mundo, não pode mudá-lo.
Já agora, que te contacto por este meio, tenho a dizer que achei bem interessante a tua tese, embora, como adivinharás, discorde do que  entendes da abordagem marxista do estado e da questão nacional.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Zé Neves<br />
É exactamente tudo ao contrário: comunismo implica marxismo; marxismo implica leninismo; leninismo implica marxismo-leninismo. Mudar o mundo é necessariamente uma questão de poder mas, obviamente, é muito mais do que uma questão de &#8220;tomada do poder&#8221;. A tradição anarquista (que tu te esforças por inserir no &#8220;comunismo&#8221;) produziu algumas personalidades interessantes, nunca produziu um movimento social capaz de mudar a mais pequena parcela do mundo, pelo contrário. E, está claro, também produziu toneladas de papel impresso, algumas das quais com muito interesse literário. Mas o palavreado, impresso ou não, o melhor que pode fazer é exorcizar o mundo, não pode mudá-lo.<br />
Já agora, que te contacto por este meio, tenho a dizer que achei bem interessante a tua tese, embora, como adivinharás, discorde do que  entendes da abordagem marxista do estado e da questão nacional.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: miguel serras pereira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109837</link>
		<dc:creator>miguel serras pereira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 18:28:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109837</guid>
		<description>Zé Neves, vamos lá ver se compreendo bem a tua resposta a Marxista. &quot;Mudar o mundo sem tomar o poder&quot; ? Sim, mas num sentido quase desinteressante: o mundo muda mediante tudo aquilo que fazemos ou tentamos fazer, e mesmo que não façamos nada, muda também. Mas, politicamente, mudar o mundo significa mais do que isso: mudar esta ou aquela, ou o conjunto das instituições que exercem e organizam o poder, estabelecem as leis e os objectivos que uma sociedade se propõe. E aqui é, de facto, complicado compreender como se instaura um espaço público de autonomia que não seja (também) o do exercício democrático do poder (nem todo o poder é dominação) pelos governados tornados seus próprios governantes. Uma coisa é dizer não à concepção leninista do Partido de vanguarda, que tomará o poder de Estado, em vista da instauração do socialismo. Outra é recusarmo-nos a conceber o problema da conquista do poder político e do seu exercício em termos de outras instituições e de uma relação diferente com as instituições que nos fazem. A abertura a todos os cidadãos da participação igualitária na deliberação e decisão das medidas e regras que os vinculam, a participação política como actividade não-profissional e direito/dever que garante todas as liberdades (do indivíduo, considerado na sua esfera íntima, à da associação colectiva), parecem-me ser condições necessárias da sociedade autónoma, do mesmo modo que a conquista dessas condições não é, para mim, concebível a não ser como conquista do poder. Podemos não querer chamar-lhe assim para evitar confusões e nos distinguirmos dos que adoptam concepções que sacralizam &quot;estados-maiores&quot;, &quot;intérpetes superiores ou científicos&quot; dos governados, formas organizativas dirigidas por &quot;funcionários da revolução&quot; ou &quot;políticos profissionais&quot; que vivem da exploração, da proletarização e da expropriação política do conjunto da população. Mas, digamo-lo de uma maneira ou de outra, contanto que o façamos inteligivelmente, resta que o poder hierárquico terá de ser destruído, ou de ir sendo destruído (pois que não podemos tomá-lo para o fazer abolir-se a si próprio), e substituído por outras formas de exercício do poder. 
Mas dizias tu…?
Abraço
msp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Zé Neves, vamos lá ver se compreendo bem a tua resposta a Marxista. &#8220;Mudar o mundo sem tomar o poder&#8221; ? Sim, mas num sentido quase desinteressante: o mundo muda mediante tudo aquilo que fazemos ou tentamos fazer, e mesmo que não façamos nada, muda também. Mas, politicamente, mudar o mundo significa mais do que isso: mudar esta ou aquela, ou o conjunto das instituições que exercem e organizam o poder, estabelecem as leis e os objectivos que uma sociedade se propõe. E aqui é, de facto, complicado compreender como se instaura um espaço público de autonomia que não seja (também) o do exercício democrático do poder (nem todo o poder é dominação) pelos governados tornados seus próprios governantes. Uma coisa é dizer não à concepção leninista do Partido de vanguarda, que tomará o poder de Estado, em vista da instauração do socialismo. Outra é recusarmo-nos a conceber o problema da conquista do poder político e do seu exercício em termos de outras instituições e de uma relação diferente com as instituições que nos fazem. A abertura a todos os cidadãos da participação igualitária na deliberação e decisão das medidas e regras que os vinculam, a participação política como actividade não-profissional e direito/dever que garante todas as liberdades (do indivíduo, considerado na sua esfera íntima, à da associação colectiva), parecem-me ser condições necessárias da sociedade autónoma, do mesmo modo que a conquista dessas condições não é, para mim, concebível a não ser como conquista do poder. Podemos não querer chamar-lhe assim para evitar confusões e nos distinguirmos dos que adoptam concepções que sacralizam &#8220;estados-maiores&#8221;, &#8220;intérpetes superiores ou científicos&#8221; dos governados, formas organizativas dirigidas por &#8220;funcionários da revolução&#8221; ou &#8220;políticos profissionais&#8221; que vivem da exploração, da proletarização e da expropriação política do conjunto da população. Mas, digamo-lo de uma maneira ou de outra, contanto que o façamos inteligivelmente, resta que o poder hierárquico terá de ser destruído, ou de ir sendo destruído (pois que não podemos tomá-lo para o fazer abolir-se a si próprio), e substituído por outras formas de exercício do poder.<br />
Mas dizias tu…?<br />
Abraço<br />
msp</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: antónio</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109836</link>
		<dc:creator>antónio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 18:26:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109836</guid>
		<description>Gostei do texto, todavia &lt;b&gt;Zé Neves&lt;/b&gt;, tens mesmo que aprender a sintetizar mais, isto aqui é o diacho da internet, lembrado ?

E é &lt;i&gt;5dias.net&lt;/i&gt;, não &lt;i&gt;5dias.edu&lt;/i&gt;...

Queria dizer que &lt;i&gt;gostei realmente do texto&lt;/i&gt;, a substância, aí, são...&lt;i&gt;outros quinhentos&lt;/i&gt;. 
Contudo isso não é relevante, não aqui, não agora.

Parabéns, &lt;&lt;b&gt;Z.N.&lt;/b&gt;.

:-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei do texto, todavia <b>Zé Neves</b>, tens mesmo que aprender a sintetizar mais, isto aqui é o diacho da internet, lembrado ?</p>
<p>E é <i>5dias.net</i>, não <i>5dias.edu</i>&#8230;</p>
<p>Queria dizer que <i>gostei realmente do texto</i>, a substância, aí, são&#8230;<i>outros quinhentos</i>.<br />
Contudo isso não é relevante, não aqui, não agora.</p>
<p>Parabéns, &lt;<b>Z.N.</b>.</p>
<p> <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: zé neves</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109825</link>
		<dc:creator>zé neves</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 17:28:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109825</guid>
		<description>caro marxista, uma ideia de comunismo não tem que implicar o marxismo. o marxismo não tem por que implicar o leninismo. o leninismo não tem que implicar o marxismo-leninismo. não sei qual é a maneira de tomar o poder. eu acho que devemos mudar o mundo sem tomar o poder, para citar o outro. o poder não é uma coisa que se toma. peço desculpa, mas é mais complicado do que isso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>caro marxista, uma ideia de comunismo não tem que implicar o marxismo. o marxismo não tem por que implicar o leninismo. o leninismo não tem que implicar o marxismo-leninismo. não sei qual é a maneira de tomar o poder. eu acho que devemos mudar o mundo sem tomar o poder, para citar o outro. o poder não é uma coisa que se toma. peço desculpa, mas é mais complicado do que isso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marxista</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109811</link>
		<dc:creator>Marxista</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 14:42:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109811</guid>
		<description>O estalinismo é o contrário do Comunismo, estou de acordo zé. Só não concordo quando falas de marxismo e contrarias o leninismo. Pois o leninismo é a pratica do marxismo, porque se não qual a maneira para tomar o poder?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O estalinismo é o contrário do Comunismo, estou de acordo zé. Só não concordo quando falas de marxismo e contrarias o leninismo. Pois o leninismo é a pratica do marxismo, porque se não qual a maneira para tomar o poder?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Zé Neves</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109806</link>
		<dc:creator>Zé Neves</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 13:53:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109806</guid>
		<description>xatoo, quando for ministro, convido-o para secretário de estado. espere sentado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>xatoo, quando for ministro, convido-o para secretário de estado. espere sentado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: xatoo</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109803</link>
		<dc:creator>xatoo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 13:19:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109803</guid>
		<description>&quot;Não gostar de Stalin&quot;? 
p/f há diversos Estalines, no modo de escrita em português (José) e não recorrendo a grafias anglo-sax simplex que tendem a apagar historicamente &quot;o monstrinho&quot; da fotografia.
Quanto à militância no PCP, é um facto que dá curriculo. Não há candidato a ministro, director geral ou secretário de estado que não invoque essa qualidade para obter um lugarinho à mesa. Mas quando os chicos-militantes na prestimosa associação politica reformista se apercebem que não há lugar para todos no elevador há rapidamente que &quot;dar uma de dissidente&quot;
O pensamento progressista está entalado entre a impossibilidade de fazer rever o materialismo histórico marxista por dentro do PCP... ou cá fora, no vácuo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não gostar de Stalin&#8221;?<br />
p/f há diversos Estalines, no modo de escrita em português (José) e não recorrendo a grafias anglo-sax simplex que tendem a apagar historicamente &#8220;o monstrinho&#8221; da fotografia.<br />
Quanto à militância no PCP, é um facto que dá curriculo. Não há candidato a ministro, director geral ou secretário de estado que não invoque essa qualidade para obter um lugarinho à mesa. Mas quando os chicos-militantes na prestimosa associação politica reformista se apercebem que não há lugar para todos no elevador há rapidamente que &#8220;dar uma de dissidente&#8221;<br />
O pensamento progressista está entalado entre a impossibilidade de fazer rever o materialismo histórico marxista por dentro do PCP&#8230; ou cá fora, no vácuo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Vasco</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109799</link>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 12:30:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109799</guid>
		<description>Bem, as reacções a isto prometem.
Aparentemente o faccionismo claqueiro é ainda mais forte na política do que na bola.
Eu não tenho o conhecimento ou a vivência do comunismo que o Zé Neves tem. Mas identifico-me com as coisas que escreve porque também sempre me identifiquei como comunista e não sou do PC (embora já tenha colado cartazes e essas coisas). E nunca serei do Bloco.

Isto quer dizer que se criticar o Estalinismo, criticar o Socialismo Real que se desfez como fumo faz agora 20, pensar que é possível construir uma sociedade em que os trabalhadores podem controlar os seus destinos e não uma oligarquia, faz de mim um provocador e um anti-Comunista?
Realmente, raios parta quem pense isto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, as reacções a isto prometem.<br />
Aparentemente o faccionismo claqueiro é ainda mais forte na política do que na bola.<br />
Eu não tenho o conhecimento ou a vivência do comunismo que o Zé Neves tem. Mas identifico-me com as coisas que escreve porque também sempre me identifiquei como comunista e não sou do PC (embora já tenha colado cartazes e essas coisas). E nunca serei do Bloco.</p>
<p>Isto quer dizer que se criticar o Estalinismo, criticar o Socialismo Real que se desfez como fumo faz agora 20, pensar que é possível construir uma sociedade em que os trabalhadores podem controlar os seus destinos e não uma oligarquia, faz de mim um provocador e um anti-Comunista?<br />
Realmente, raios parta quem pense isto.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Zé Neves</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109794</link>
		<dc:creator>Zé Neves</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 12:02:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109794</guid>
		<description>djugashvilli, vai ter que arranjar outra razão para ter deixado de votar no be. não sou, não fui e não tenciono vir a ser militante do be. peço desculpa se o melindrei com a brincadeira. mas se não é estalinista não enfie a carapuça. Ah, e é verdade, coragem é outra coisa. vemo-nos no ps. vá guardando um lugar para mim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>djugashvilli, vai ter que arranjar outra razão para ter deixado de votar no be. não sou, não fui e não tenciono vir a ser militante do be. peço desculpa se o melindrei com a brincadeira. mas se não é estalinista não enfie a carapuça. Ah, e é verdade, coragem é outra coisa. vemo-nos no ps. vá guardando um lugar para mim.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: djugashvili</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/29/confesso-me-plagiador-ou-o-elogio-comumnista-do-plagio/comment-page-1/#comment-109792</link>
		<dc:creator>djugashvili</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 11:45:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26825#comment-109792</guid>
		<description>Foi por causa de tontos como0 o sr.que deixei de votar no BE!Agora,tenha a coragem de deixar o meu coment para os seus camaradas(?-não sei se é legitimo esta expressão depois de dizer que não é estalinista,nem eu meu caro,pq mandou matar muitos camaradas e,outros que foram bem mortos!!!,nem sequer marxista leninista-reparo na pesporrência própria do ignorante seguidor de palpites-será um devoto dessa &#039;ciência&#039; chamada de Astrologia?) do BE verem!!!

 Já agora permita-me a provocação:qdo é que se muda para o Partido Súcialista(súcia=bando)?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Foi por causa de tontos como0 o sr.que deixei de votar no BE!Agora,tenha a coragem de deixar o meu coment para os seus camaradas(?-não sei se é legitimo esta expressão depois de dizer que não é estalinista,nem eu meu caro,pq mandou matar muitos camaradas e,outros que foram bem mortos!!!,nem sequer marxista leninista-reparo na pesporrência própria do ignorante seguidor de palpites-será um devoto dessa &#8216;ciência&#8217; chamada de Astrologia?) do BE verem!!!</p>
<p> Já agora permita-me a provocação:qdo é que se muda para o Partido Súcialista(súcia=bando)?</p>
]]></content:encoded>
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