(Correctíssimo Samuel: esta será lembrada como a ministra da educação que passou anos da sua vida a odiar professores debalde – e dos seus secretários não rezará a história: coisa deprimente, mas ainda assim uma “história”. E MAIS: acho que professores e todos os que quiserem e puderem DEVEM continuar nos próximos tempos a analisar os quatro anos de “consulado” desta personagem)





Já foi e os professores continuam. Há muitos que se esquecem que o poder é sempre efémero.
UMA AVENTURA… no ministério da educação.
«Três reféns
por uma cara nova»
Aquilo é uma estupidez com um milhão de gajos/as para aturar/gerir.
Vamos ver quanto tempo a nova se aguenta.
A mim, nem que me pagassem…
pois é, pois é, nada “que fazer” pois estas gerações formadas na nova e no iscte , são mesmo assim, aguarda contudo as do ics, o que devemos é perguntar com Espinosa e com Gramsci, porque é que o homem combate, por vezes pela sua servidão como se o fizesse pela sua liberdade e está disposto a dar a sua vida e a derramar o seu sangue não por si mas contra si e contra os seus inalienáveis direitos.
Uma professora que diz “o que é que gostas mais” nem devia ser professora, quanto mais ministra. Triste país.
Esta é a resposta exactíssima não só para a ministra como para todos aqueles que denigrem dos professores e do seu trabalho. Um Bem haja ao Samuel e a todos os Samueis.
LOL! Esse puto é mais esperto do que vocês todos juntos
Vai chegar, pelo menos, a assessor de ministro.
http://ruadopatrocinio.wordpress.com/2009/10/21/a-educacao-do-educador/
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estou preparado para a modelação do respectivo busto e ou talha directa em pedra (mármore de Estremoz). Prometo captar o carácter, a identidade e a alteridade multicultural do género bem como o espírito de acção dinâmico-construtivo das velhas e novas escolas. Prometo ser um verdadeiro cronista, ilustrador e glosador para além de comentarista como é evidente.