Isto é justiça célere: em referência a anos de negrume que não podem ser olvidados

(Correctíssimo Samuel: esta será lembrada como a ministra da educação que passou anos da sua vida a odiar professores debalde – e dos seus secretários não rezará a história: coisa deprimente, mas ainda assim uma “história”. E MAIS: acho que professores e todos os que quiserem e puderem DEVEM continuar nos próximos tempos a analisar os quatro anos de “consulado” desta personagem)

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

10 Responses to Isto é justiça célere: em referência a anos de negrume que não podem ser olvidados

  1. manuelmgaio says:

    Já foi e os professores continuam. Há muitos que se esquecem que o poder é sempre efémero.

  2. WALTZ says:

    UMA AVENTURA… no ministério da educação.

    «Três reféns
    por uma cara nova»

  3. antónio says:

    Aquilo é uma estupidez com um milhão de gajos/as para aturar/gerir.
    Vamos ver quanto tempo a nova se aguenta.

    A mim, nem que me pagassem…

    :-)

  4. almajecta02 says:

    pois é, pois é, nada “que fazer” pois estas gerações formadas na nova e no iscte , são mesmo assim, aguarda contudo as do ics, o que devemos é perguntar com Espinosa e com Gramsci, porque é que o homem combate, por vezes pela sua servidão como se o fizesse pela sua liberdade e está disposto a dar a sua vida e a derramar o seu sangue não por si mas contra si e contra os seus inalienáveis direitos.

  5. john says:

    Uma professora que diz “o que é que gostas mais” nem devia ser professora, quanto mais ministra. Triste país.

  6. Esta é a resposta exactíssima não só para a ministra como para todos aqueles que denigrem dos professores e do seu trabalho. Um Bem haja ao Samuel e a todos os Samueis.

  7. Pedro says:

    LOL! Esse puto é mais esperto do que vocês todos juntos ;) Vai chegar, pelo menos, a assessor de ministro.

  8. Pingback: serviço público de difusão | geral | deixis.org

  9. almajecta02 says:

    estou preparado para a modelação do respectivo busto e ou talha directa em pedra (mármore de Estremoz). Prometo captar o carácter, a identidade e a alteridade multicultural do género bem como o espírito de acção dinâmico-construtivo das velhas e novas escolas. Prometo ser um verdadeiro cronista, ilustrador e glosador para além de comentarista como é evidente.

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

*

Pode usar estas tags HTML e atributos: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>