Isto é justiça célere: em referência a anos de negrume que não podem ser olvidados

(Correctíssimo Samuel: esta será lembrada como a ministra da educação que passou anos da sua vida a odiar professores debalde – e dos seus secretários não rezará a história: coisa deprimente, mas ainda assim uma “história”. E MAIS: acho que professores e todos os que quiserem e puderem DEVEM continuar nos próximos tempos a analisar os quatro anos de “consulado” desta personagem)
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