Uma explicação:

Finalmente explicada às massas a razão por que Ana Gomes falhou de tão longe a Câmara de Sintra: está tudo aqui (atente-se no modo soberbo e elitista como a candidata derrotada escreve o nome da segunda maior ilha do arquipélago indonésio).

Sobre António Figueira

SEXTA | António Figueira
Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

11 respostas a Uma explicação:

  1. Torquemada diz:

    Soberbo e elitista? Eu diria antes correcto…

  2. Nem mais Torquemada. Ainda que se admita hoje a utilização de ambas as grafias, Sumatra é a de utilização tradicional e está certa. De resto, fica por perceber porque é que recorrer a uma determinada forma de escrever o nome de uma localidade, seguramente o terreno menos sólido para proclamar grafias “certas” e “erradas”, revela soberba ou elitismo. Ou escrever Kuwait em vez de Koweit ou Coveite também é traço de elitismo?

  3. Já agora, Sumatra não é maior que Java?

  4. Já agora, Java não é maior que Sumatra?

  5. Zarco diz:

    Se quer referir-se à ilha de Sumatra, então o nome está correctamente escrito, em português de Portugal. Samatra á anglicismo, derivado da pronúncia. Era melhor arranjar outro tema para o elitismo referido.

  6. Zarco diz:

    O meu comentário não é publicado?
    Sumatra e não Samatra.

  7. WALTZ diz:

    Olha, sabe escrever Sumatra. Duas décimas acima da merda que ocupa “lisboa”.

  8. António Figueira diz:

    A todos os bravos sumatristas,
    é claro que estais certos (e Ana Gomes convosco),
    Sumatra é com u que se escreve – e eu desde há muito que o sustento.

    Pedro Delgado Alves: Sumatra é consideravelmente maior que Java, mas menor que Bornéu – ilha do arquipélago indonésio, apesar da presença malaia (Surawak, Sabah e Brunei) na sua costa norte.

  9. yussuf diz:

    Sugere-se leitura atenta de post anterior respeitante a esta matéria. Adicionalmente, de referir que o novo café nespresso (passe a pub.), Singatoba, provém, justamente, de Sumatra. Porque Sumatra será sempre Sumatra (Viva Sumatra!) e quero lá saber do Cuveit, ou Kuáite, ou Covéi-te, esse não é o ponto.

  10. Torquemada diz:

    Cada vez que oiço todos aqueles jornalistas da SIC, muito emproados, na sua pose de “jornalista-do-canal-de-televisão-com-informação-de-referência-em-que-você-pode-confiar”, sobretudo o Rodrigo e a Clarinha que são “tããããão” inteligentes, perspicazes e cosmopolitas, a falarem em Samatra, semana após semana, só me apetece que a TV tenha interactividade suficiente para se sentir cheiros através dela. Era finalmente a minha oportunidade de mostrar de forma olfactiva o que penso desses “meninos”…

  11. Algarviu diz:

    Sem ter a certeza de que o que vou dizer corresponde à verdade,
    creio que a grafia original seria samatra, anterior aos portugueses e por estes adoptada. Para manter a pronúncia, ingleses e aparentados grafaram “sumatra” e nós, claro, seguimos. É um pouco como os “mídia”, de media que os romanos e povos de línguas latinas nunca diriam “mídia”. Ou Nike, que os gregos nunca diriam naike. Mas como os camones dizem…

Os comentários estão fechados.