“À conversa sobre O Capital de Karl Marx”

O Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da Fundação Universidade do Porto promove o Encontro “À conversa sobre O Capital de Karl Marx”, a propósito da publicação inédita do II Livro em Portugal.
O evento decorrerá no dia 15 de Outubro, na Sala de Reuniões da Faculdade de Letras da Fundação Universidade do Porto, pelas 17h30.
Nesta iniciativa procurar-se-á discutir interdisciplinarmente tópicos da obra mencionada que revistam actualidade e pertinência analítica para a compreensão de actuais dinâmicas sociais, económicas, entre outras.

Oradores convidados:
Manuel Loff (FLUP)
Nuno Nunes (ISCTE-CIES)
Carlos Pimenta (FEP)
Francisco Melo (editor e filósofo)
Organização: João Valente Aguiar (ISFLUP)

[ENTRADA LIVRE]

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3 respostas a “À conversa sobre O Capital de Karl Marx”

  1. JMC diz:

    Seria interessante que não se tratasse de amena cavaqueira e que alguém questionasse O Capital.

    Infelizmente, o organizador e alguns dos participantes não permitem ter grande esperança que tal aconteça.

    JMC.

  2. joaquim diz:

    Pois é JMC, mas daqui a uns (poucos) anos estarás com terra na boca e a malta cá continuará a lutar por uma outra sociedade e com o barbas na vanguarda do pensamento radical. De ti não ficará nem a porcaria do teu blogue nem do teu “pensamento” atrofiado e paranóico.

  3. JMC diz:

    Quinito (ou Joanito?).

    Tão jovem e com ideias alheias tão velhas! Tão fraterno e a espumar de tanto ódio! É o que dá as criancinhas serem criadas nas igrejas: só aprendem a recitar os catecismos, raramente as bíblias, e as suas banais crenças cristalizam-se em dogmas cimentados pela fé.

    Dá-nos, ou dêem-nos, uma ideia original, uminha, não te fiques, nem se fiquem, por adorar patranhas que não resistem às leis da física nem às regras da inferência.

    Quando, por todo o mundo, tantos milhões de palermas e de indigentes mentais adoram as palermices do “barbas”, estranharam que neste país de merda e de medíocres aparecesse alguém a dizer e a mostrar: o rei vai nu.

    Que te hei-de dizer? Perdoai-lhe, Senhor, porque não sabe o que diz. Consola-te, que a eternidade será tua.

    JMC.

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