Na Irlanda revota-se porque o resultado não foi o que o governo queria..

… no resto da Europa impôs-se o Tratado.

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11 respostas a Na Irlanda revota-se porque o resultado não foi o que o governo queria..

  1. António F. diz:

    “Irelanda”?

  2. Tiago Mota Saraiva diz:

    Obrigado pela atenção.

  3. ezequiel diz:

    the rich rule us!! you, i mean. 🙂

  4. luis t. diz:

    Pois cá devia fazer-se o mesmo! Não queria mais 4 anos de Pinóquio…

  5. No to Lisbon! diz:

    No to Lisbon!
    Sendo cidadão europeu, manifesto aqui livremente a minha opinião (oportunidade que me foi negada pelo mui democrático governo socialista do Sócas).

  6. rui david diz:

    bom, mas votaram…
    os rapazes “pró-vida” sentem a mesma frustração a propósito do referendo da IGV.
    Tal como nesse caso, acabou por prevalecer o bom senso.

  7. Caro Tiago, este é o argumento usado pelos defensores do “não”… no referendo da despenalização do aborto, por cá. (Assina um defensor do “sim” e que entendeu que o referendo devia acontecer pela segunda vez.)

  8. Tiago Mota Saraiva diz:

    Caro Miguel, estive contra a realização de um referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez, embora obviamente tenha votado (e feito campanha) pelo sim. Tinha/tenho a posição de princípio que a criminalização de direitos individuais não se referendam.
    Mas acho curioso que o Miguel tente encontrar algum laivo de incoerência no que diz respeito à questão dos referendos. É que o PS até tinha no seu programa de 2005, guardado na mesma gaveta do socialismo, o referendo ao Tratado. Não se lhe oferece dizer nada sobre a matéria?

  9. Eu não sou militante do PS, por isso estou mais do que à vontade para criticar ou aplaudir o que fazem. E critiquei e critico não se ter referendado o Tratado, aqui e em todos os países que não referendaram.
    Quanto ao referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, volto a insistir num aspecto: eu não disse que era a favor de se referendar o aborto, disse que entendia que o referendo devia acontecer; houve um primeiro referendo, grande parte da esquerda – e bem – lutou por um segundo. Quanto a mim, só um referendo poderia alterar uma situação que já tinha sido referendada. Bem sei que o PCP defendia uma solução parlamentar, mas era alterar na secretaria uma decisão popular, mesmo que a legislatura fosse outra e dado o facto do primeiro não ter sido vinculativo.
    Por isso, não percebo esta crítica ao segundo referendo da Irlanda.

  10. rui david diz:

    Na altura do segundo referendo português até achei que a posição mais coerente foi a do PC.
    O que é facto é que a esquerda não se insurgiu contra o segundo referendo e muito menos contra o seu resultado.
    Quando muito, achou-se que o problema foi resolvido tarde demais.

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