A coligação responsável

Não se esqueçam, de preferência, faz-se tudo por ajuste directo e quando as empresas não cumprirem as contrapartidas, pagam, em substituição, uma multinha de 10% do valor das ditas contrapartidas. Quem é amigo, quem é?
Viva a economia de mercado suportada pelos contribuintes!

Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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5 respostas a A coligação responsável

  1. PP diz:

    Não é “economia de mercado suportada pelos contribuintes”, que isso não existe.

    Aquilo que o seu post descreve é “economia socialista”; o “suportada pelos contribuintes” é redundância dispensável. Tal como seria redundante escrever “economia de socialista que tresanda corrupção”.

  2. djugashvili diz:

    A Mota-Engil é socialista,oh PP?Idem,os bancos que no 1º trimrestre pagaram(?) 9.6de IRC?Os milhões de milhões(10E12) despejaqdos para as dividas dos investidores de risco(ahahah) é socialista ,oh minha besta?
    Foda-se,não tenho pachorra para comentários francamente estúpidos,maus,e que só destilam ódio e ganância epassar por do q quer q seja.

  3. É que é mesmo:Já o Leonardo DVince dizia: há pessoas que só deixam cá, penicos cheios de merda. Não há mesmo pachorra para arruaceiros mentais.Cá na minha terra costuma-se dizer-lhes: “sopra-me lá aqui na picha a ver se os colhões estão rotos!!

  4. PP diz:

    Sim, oh dj—li; a Mota-Engil é tão socialista que até tem um administrador socialista, contratos de favor disfarçados com o Estado socialista. favores feitos ao Partido (socialista), favores recebidos ao Partido (socialista).
    Tudo coisas próprias do socialismo e não de uma economia de mercado livre em que a transparência decorre da livre concorrência sem favores do Estado socialista e ao Estado socialista.

  5. PP diz:

    @dj… li
    Pois, são mesmo solcialistas: MotaEngil, Galp, PT e outras são socialistas: têm administradores soclialistas, trocam favores e amizades com o Partido (solicalistas), são previligiadas e têm tratamento de favor do Estado socialista. Tudo um quadro de corrupção socialista, nada de transparência e livre concorrência próprias de um mercado livre.

    Quanto aos milhões em impostos cobrados a quem trabalha despejados e ainda para despejar para os invertidores, também são coisas socialistas e indiciam corrpução. Entre outros exemplos: um famoso dono de canal televisivo andou até à última a fazer favores ao Partido (socilista) para ver se lhe salvavam o investimento. Quando percebeu que o assunto ia passar para o próximo governo resolveu dizer que afinal o Governo (socialista) interferia na comunicação social. Tarde demais além de ter sido um duplo erro de cálculo. Um famoso futebolista (ou ex-futebolista) resolveu andar a fazer campanha pelo Partido (soclialista), também a ver se lhe salvavam alguns milhões. Vamos ver se o Estado (socialista) lhe paga o “favor”. Bem vê, os milionários sabem que têm muito a ganhar por traficar com o socialismo.

    Quanto às taxas de IRC, eu sou a favor de taxas únicas, sem favores (socialistas) que promovem tratamentos especiais para compra de votos ou favores. Os socialistas, obviamente não são, pelo que promovem a corrupção.

    Por fim, o salvamento de Bancos é coisa socialista; por mim, que sou liberal, que se lixem os bancos e os investidores que investiram mal. Que vão todos à falência e que se salve quem investiu melhor. A opinião dos socialistas é a de salvar os maus gestores e os investidores amigos do partido com o dinheiro de quem paga impostos. Tudo isto, claro, a bem do socialismo, isto é, do favorecimento dos amigos e do empobrecimento da sociedade.

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