A campanha e o Fascismo

Agora que Cavaco resolveu deixar, por uns dias, de ser o protagonista da campanha a verve mediática regressou à mediocridade do insulto entre alguns dos seus pares.
Sendo certo que pudemos diagnosticar alguns sinais preocupantes como a progressiva perda de direitos dos trabalhadores, o cavar do fosso entre ricos e pobres, o aumento da promiscuidade entre os cargos dirigentes do Estado e o grande capital, um maior controlo sobre a comunicação social ou uma série de declarações contra os representantes dos trabalhadores e as suas organizações sindicais, julgo que posso assegurar que, ainda que o PS e PSD obtenham todos os mandatos da próxima assembleia da república, Portugal só voltará ao antigamente se o povo deixar.

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