Miguel Portas: “só uma grande votação no BE pode evitar a reedição da tragédia do bloco central dos anos 80”

Alguém lhe explica que não é só preciso lá chegar? É preciso mudar de vez.

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15 respostas a Miguel Portas: “só uma grande votação no BE pode evitar a reedição da tragédia do bloco central dos anos 80”

  1. Justiniano diz:

    Lá para quinta feira já apelam à maioria absoluta…

  2. Carlos Vidal diz:

    Tiago, parece-me que o BE é um pouco alérgico à palavra, conceito e prática da ruptura. Aquilo, o BE, é mais “debate de ideias”.

  3. Tiago Mota Saraiva diz:

    Temo uma maioria absurda do tipo Prodi ou Jospin.

  4. Zé Neves diz:

    tiago, não encontro qualquer sinal do BE que vá no sentido de um governo PS-BE. A este respeito, tanto BE como CDU têm sido bastante claros. Não tens razões para temer Jospin ou Prodi.

    carlos, também acho que é importante sublinhar a ideia de ruptura. mas deve haver um debate – de ideias, por que não? – acerca dos meios da ruptura. De outra forma, corremos o risco de um certo misticismo, não?

  5. Zé Neves diz:

    este debate sobre os meios, nota, não tem que ver com a questão de alianças governamentais entre PCP e BE, de um lado, e PS, de outro. Também não apoio tal coisa.

  6. Tiago Mota Saraiva diz:

    Zé eu não encontrava até há alguns dias, mas esta (e outras) declarações parecem-me um abrir de portas. Será só táctica eleitoral?
    Espero que sim.

  7. Tiago Mota Saraiva diz:

    Aliás porque creio que a esmagadora maioria de quem vota no BE, não o quer ver com o PS.

  8. ezequiel diz:

    Tiago,

    li algures que muitos no BE (47% se não me engano) gostariam que o BE formasse uma aliança com o PS. acho que foi no DN mas n tenho a certeza.

  9. Cá para mim ele queria dizer que só uma grande votação no Bloco permitirá chegarem ao poder como muleta de Sócrates.

  10. jcd diz:

    Capitalism isn’t working? Bora lá.

    As alternativas funcionaram maravilhosamente.

  11. LAM diz:

    Penso (penso) que não terá a ver com alianças ou acordos de governo mas com garantir uma posição de condicionamento de um governo Ps, evitando ou obstaculizando o rumo direitista que um Ps com Sócrates à frente sempre tentará seguir.

    E nisso penso que, ao contrário do PCP que tem hostilizado os sectores mais progressistas do Ps (chamemos assim, grosso modo e sem individualizar), o BE pode ter um papel muito importante. Isto, claro, se à votação corresponder um número de deputados que se veja. (e aí é que vou pondo as minhas dúvidas porque me palpita que o voto útil vai estragar estas contas…)

  12. Marxista diz:

    Calma lá, no Bloco há varias correntes, a corrente do miguel portas é a ala direita do bloco (politicaxxi). Sem duvida, que esta corrente está desejosa de saltar para o governo, contudo há uma corrente no Bloco (Ruptura-Fer) que faz o oposto e tenta puxar o bloco para a esquerda…o bloco não é a politica xxi

  13. ET diz:

    Bem o BE já tem algumas convergências com o actual governo do P “S”. Se não vejamos dois exemplos:

    O Brinde do ex- deputado Chora e membro da Mesa Nacional do BE com e às políticas do Ministro ehhhh Pinho! Pinho! Pinho!

    A convergência com o Código do Trabalho, com a sua aplicação e acérrima defesa na Auto- Europa.

    Portanto em duas áreas (Economia e Trablho) existem pontes já bem lançadas para uma “Ruptura” perdão um debate de ideias entre estas organizações, para a formação do novo(?) governo…

  14. Marxista diz:

    ET,

    falando de convergencias podemos falar nas do PCP, são bem mais abrangentes vão desde o Porto com o PSD até coimbra com o mesmo PSD.
    Para não falar do Mario Nogueira e a sua convergencia com a ministra assinando o Memorandum contra a vontade dos professores, só depois recuando devido à pressão da base da classe docente.
    Relativamente ao Chora, acredite que dentro do bloco as suas palavras foram mal recebidas, e há um certo sector que não o pode ver à frente.

  15. Pastor diz:

    “Another world is possible”… EU também acho que sim. mas para isso , Há que assumir rupturas e mudaças de políticas e ter uma visão além do mero eleitoralismo trabalhando diariamente junto de todos os que aspiram à verdadeira mudança

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