-
Comentários
- Baresi88 em EM MEU NOME NÃO! – Assim, vamos continuar assim.
- Baresi88 em EM MEU NOME NÃO! – Assim, vamos continuar assim.
- Baresi88 em EM MEU NOME NÃO! – Assim, vamos continuar assim.
- Nunes em As ervas daninhas da Esquerda Livre
Autores
- André Levy
- António Figueira
- António Mira
- António Paço
- bicyclemark
- Bruno Carvalho
- Bruno Peixe
- Carlos Guedes
- Carlos Vidal
- Cláudia Silva
- Eugénio Rosa
- o engenheiro
- Francisco Furtado
- Helena Borges
- João Labrincha
- Jorge Mateus
- José Borges Reis
- João Torgal
- João Valente de Aguiar
- Joana Manuel
- Manuel Gusmão
- Margarida Santos
- Miguel Carranca
- Morgada de V.
- Nuno Ramos de Almeida
- Paulo Granjo
- Paulo Jorge Vieira
- Pedro Ferreira
- Pedro Penilo
- Rafael Fortes
- Raquel Freire
- Raquel Varela
- Renato Teixeira
- Ricardo Santos Pinto
- Sérgio Vitorino
- Tiago Mota Saraiva
- zenuno
tags
15O 19M bloco de esquerda Blogues CGTP Constituição da República Portuguesa democracia desemprego educação eleições Esquerda EUA Europa FMI greek riot greve geral grécia Guerra-ao-terrorismo humor i intifada mundial irão israel jornalismo liberdade Lisboa luta dos trabalhadores media música NATO new kid in the blog... Palestina parque escolar pcp Política Portugal presidenciais 2010 presidenciais 2011 PS psd repressão policial Revolução Magrebina Sócrates Vídeo youtubearquivo
- Maio 2012
- Abril 2012
- Março 2012
- Fevereiro 2012
- Janeiro 2012
- Dezembro 2011
- Novembro 2011
- Outubro 2011
- Setembro 2011
- Agosto 2011
- Julho 2011
- Junho 2011
- Maio 2011
- Abril 2011
- Março 2011
- Fevereiro 2011
- Janeiro 2011
- Dezembro 2010
- Novembro 2010
- Outubro 2010
- Setembro 2010
- Agosto 2010
- Julho 2010
- Junho 2010
- Maio 2010
- Abril 2010
- Março 2010
- Fevereiro 2010
- Janeiro 2010
- Dezembro 2009
- Novembro 2009
- Outubro 2009
- Setembro 2009
- Agosto 2009
- Julho 2009
- Junho 2009
- Maio 2009
- Abril 2009
- Março 2009
- Fevereiro 2009
- Janeiro 2009
- Dezembro 2008
- Novembro 2008
- Outubro 2008
- Setembro 2008
- Agosto 2008
- Julho 2008
- Junho 2008
- Maio 2008
- Abril 2008
- Março 2008
- Fevereiro 2008
- Janeiro 2008
- Dezembro 2007
- Novembro 2007
- Outubro 2007
- Setembro 2007
- Agosto 2007
- Julho 2007
- Junho 2007
- Maio 2007
- Abril 2007
- Março 2007
- Fevereiro 2007
- Janeiro 2007
- Dezembro 2006
- Novembro 2006
- Outubro 2006
- Setembro 2006




ora… em portugal nada é verdade nem nada é grave
Bem, isto é a continuação da afirmação canalha de Leandro Martins por outras vias.
Não vejo maneira de que uma decisão tomada em plenário não ser mais democrática a participada de que uma tomada em conselho, bem como me parece que a avaliação dos actos deste juíz deve de facto estar dependente do completo apuramento da questão Pedroso.
Os tribunais já decidiram antes contra as decisões de Teixeira e quem leu a carta em que o magistrado justificou à Assembleia o levantamento da imunidade de Pedroso só pode ter rido à gargalhada
se a leu com isenção e espírito de respeito pela presunção da inocência.
TMS, o seu argumentário está a ficar demasiado parecido em com
os taxistas e com o seu amigo Ricardo Santos Pinto, a propósito de Mário Soares.
ah sim? E então explique lá porquê???
Roménia é de facto um destino bem escolhido. Quanto a R. Teixeira, teria feito melhor se cumprisse todas as normas processuais (e ja agora evitando o protagonismo)
Quem se mete com o PS leva!Há duvidas?
Agora aqui até já se defende um juiz fascista como o Teixeira? só para atacar o PS, em desepero?
Estou espantado!
Um Juís que manda prender pessoas ILEGALMENTE aparece com uma proposta de classificação de muito bom e tres conselheiros propôem que essa classificação seja debatida em plenário. Qual é o problema?
A pessoa presa era do PS e os conselheiros que apresentaram a proposta foram indicados pelo PS?
De facto é lamentável! Não consigo perceber porque é que a classificação não foi alterada para medíocre por unanimidade
Se a avaliação do Juiz Rui Teixeira fosse feita apenas com base no caso “Casa Pia”, o resultado teria de ser necessáriamente negativo.
Se bem me lembro, várias das decisões deste juiz foram emendadas pelos Tribunais Superiores(incluindo o Tribunal Constitucional) por não respeitarem as Leis então em vigor.
Não faço a mínima ideia se os arguidos eram culpados ou inocentes.
Creio que só os intervenientes nesta sórdida história poderão saber o que realmente aconteceu.
Mas justiça não se pode fazer atropelando as mais elementares regras do estado de direito em que (supostamente) vivemos.
Lamento que, entre o “povo de esquerda”, haja quem feche os olhos a estes atropelos, só porque neste caso não era nada connosco.
A justiça está podre!
Quando são os tribunais superiores a “lavar” os processos e a ilibarem, por questões processuais, aqueles a quem os factos apurados condenam.
Em Portugal não há pedófilos, apenas crianças abusadas sexualmente por extra-terrestres!
na realidade, não para de crescer a minha admiração pelo TMS.
Que acto de grande beleza altruísta: defender o impoluto juiz Rui Teixeira, um exemplo prá magistratura…
pra quando a defesa de António Preto, sr. Tiago?
É de facto espantoso que só 3 conselheiros (e possivelmente numa lógica partidária e não deontológica) se tenham oposto a uma avaliação de “Muito Bom” para um juíz que viu várias decisões fulcrais revogadas por instâncias superiores devido a “erro grosseiro”.
Uma situação semelhante implicaria, para nós que não somos juízes, o despedimento com justa causa ou a destruição da carreira.
Nessa profissão não.
Parece que, lá, errar grosseiramente (ser inaceitavelmente incompetente, de acordo com os próprios critérios corporativos) é humano.
E o mais grave é que este caso de “erros grosseiros” é um entre milhares, que só foi reconhecido e se tornou visível devido à capacidade (social, económica, política, you name it…) da sua vítima para conseguir fazer valer os seus direitos.
Capacidade que é muito superior à de qualquer um de nós e, certamente, muito mais ainda do que a de muitíssimos desgraçados que vão parar a prisão preventiva porque “eu cá acho” que devem ser culpados.
E, não esqueçamos, as quase únicas razões para ganhar um apelo são o reconhecimento de “erros processuais” (i.e., os juízes não aplicaram o B-A-Bá da sua profissão) ou de “erros grosseiros” (avaliaram os dados de forma inaceitavelmente incompetente e/ou preconceituosa).
A credibilidade, eficácia e justiça da Justiça passa necessariamente (para além de por todas as outras coisas sobejamente discutidas) pela imputabilidade dos juízes em relação à suas decisões incompetentes ou ilegais.
Imputabilidade, quanto mais não seja, em termos de progressão profissional. O que, confesso, me parece pouco.
Umas coisas pouco modernas:
1. Um juiz, nem ninguém, pode ter uma avaliação suspensa em função da decisão de um processo contra o Estado, que decorre em tribunal;
2. O juiz em causa é inocente até que se prove o contrário;
3. Tendo havido um erro (ou erros), ainda deverá ser provado que os mesmos tiveram motivações políticas;
Para quem vê de fora o processo, e independentemente dos erros que lhe possam vir a ser atribuídos, tenho a sensação que o processo Casa Pia só avançou quando este juiz estava à frente do processo. Como já aqui escrevi há algum tempo, parece-me que as acusações extraídas são escassas e ridículas, e não configuram a existência de uma rede pedófila.
Temo que muitos dos implicados tenham ficado de fora do processo. Não quero com isto acusar os que estiveram/estão arguidos, mas sim estranhar alguns que ficaram de fora.
Contudo, no que diz respeito a este caso, o que mais me indigna é o facto de ainda estar a decorrer passados tantos anos.
P.S. – Seria interessante ver estes solícitos acusadores de Rui Teixeira a comentar da mesma forma outros casos.
TMS, Você leu a carta que Rui Teixeira enviou à Assembleia para justificar o levantamento da imunidade a Paulo Pedroso? Então leia.
Acho muito bem a presunção da inocência de juiz, embora a carta seja de uma confrangedora ligeireza, mas não é o que passa do seu comentário – revelador de uma presunção de culpa de Pedroso.
Com uma agravante. Portugal não se pode tornar uma república de juízes, que parece ser o que defende. Criminosos haverá sempre e imagino que não se lhes pode exigir correcção no agir. Já dos magistrados exijo outra postura, bem diferente da revelada. tenho sérias dúvidas acerca da forma como a magistratura e a investigação conduziu os trabalhos da Casa Pia.
Para mim até Carlos Silvino, se mantém inocente apesar das confissões. Mas o processo teve, a meu ver, uma grande virtude: revelou que a justiça e a investigação criminal em Portugal estão muito longe da qualidade autoproclamada que diziam ter.
Antónimo, como não consegue argumentar contra o que eu defendo limita-se a especular sobre o que eu quero dizer.
Embora eu tenha nome e rosto (ao contrário de si), não pense que sabe o que eu sei, ou penso, sobre este assunto. É que pode ter uma surpresa.
Tiago, Não me f…. Quer saber quem eu sou, tem aí o mail. Isso é conversa à jugular.
O que V. defende com este post (ou então expressa-se mal e foge a uma tendência que já tem mostrado) é que existe uma mão oculta contra o bom e incocente Juiz Teixeira, num caso que só o torna bom a ele se o Pedroso se tornar mau.
Leia, não lhe faz mal, a carta em que Teixeira pede o levantamento da imunidade de Pedroso.
Bem pode espernear, volto a dizer-lhe que insinua (ou pelo menos parece muito: quer então dizer o quê, exactamente, com a sua questão, associada aquela transcrição? Importa-se de esclarecer?), confunde meios, para atingir fins, o acessório com o essencial, adversários com inimigos e com defensores de outros métodos e lisura. Bem pode vir com conversas sobre spins e agendas governamentais, que me estou perfeitamente marimbando. A minha agenda sei qual é: A da defesa dos direitos humanos e cívicos, não enfeudada. A sua tornou-se demasiado próxima da da Dra. Manuela. Em liberdade e em Democracia não vale tudo. Dois erros não fazem uma coisa certa.
O PS tem muitos defeitos, que me levam a não votar neles e até a votar no mesmo sítio onde v. vai votar, não me levam é a misturar tudo como se achasse que em tudo existem pecados condenáveis e mãos sinistras.