“(…) porque Cavaco simboliza aquilo que mais náuseas me provoca: a banalização de tudo, o sucesso ranhoso e vazio, o atropelo dos valores e das pessoas, o autoritarismo descabelado, a demagogia, o nacional-carreirismo e os favores, a aldrabice e a cunha, a indiferença, o elogio da pirosice, a ignorância e a escandalosa nulidade cultural, etc, etc…”
Al berto, “NEM MAIS – jornal do movimento de jovens apoiantes incondicionais de sampaio”, 1995




Certeiro. Cavaco está cada vez mais Cavaco. Ninguém imita Cavaco melhor que ele próprio. Ou, como alguém disse: ‘o que não melhora, piora’.
Por acaso, Tiago, há uma outra pessoa ou líder ou dirigente ou apenas político a quem isto assenta que nem uma luva. Quem será, quem será??
Também pensei nisso, caro Carlos.
Hoje essas palavras seriam escritas sem qualquer alteração pelo Al berto em relação ao Sr.José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa.
existe uma agenda escondida, um pacto secreto neocon entre a Belém cavaco-espadista e a nóvel direcção do P”S” eleita “à americana”
Por isso, porque no quotidiano os descarados sinais do fingimento se notam, a encenação maniqueista e as analogias entre as duas clientelas partidárias se tornam cada vez mais tão evidentes aos olhos das espantadas massas anónimas que se obrigam a sobreviver no “estado a que isto chegou”
Tiago, percebo porventura onde quer chegar. Mas não posso deixar de lamentar ieste post quando, se existe neste momento algum órgão de soberania com um módico de dignidade, é aquele ocupado por Cavaco. O Al Berto não merecia ser convocado para isto. Que campanha tão reles, esta, que ainda tem uma semana para conseguir ser pior. Que lhe seja leve a terra dos votinhos na Lapa.
Tudo tende a piorar caro João Gonçalves.
Vamos ver se nos próximos dias não haverá novidades do Freeport, Independente, Portucale, BCP ou BPN.
Há demasiados rabos presos em liberdade.
A mim dar-me-ia grande prazer que as comadres se zangassem depois das eleições apenas para que o buliço não atordoe a escolha política que subjaz ao voto.
Módico de dignidade em Belém? Os presidencialistas deviam conter-se um bocadinho na hora dos elogios ao actual inquilino. Fede, João Gonçalves, fede e não é de agora com esse cortejo dos dias loureiros, leonores belezas e vítores bentos.