Números fresquinhos

Segundo a sondagem realizada pela Universidade Católica para o JN, o DN, a RTP e a Antena 1, temos:

PS: 38
PSD: 32
BE: 12
PCP: 7
PP: 7

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

7 respostas a Números fresquinhos

  1. Muitas teorias existem a respeito do seu efeito – “o seguidismo do élan de vitória”, “o efeito desmobilizador da vitória, maior abstenção”, “a mobilização face ao cenário da derrota, e o seu contrário”, enfim, vale o que vale, e cabe a cada um de nós decidir em consciência e liberdade!

  2. peixinho vermelho diz:

    numeros fresquisimos, manipulação velhissima e a cheirar a ranço!

  3. xatoo diz:

    a “Cataólica”? não são esses tipos que afirmam que deus existe? assim sendo, não me admira muito que o portas se assuma aqui como um ovni com uma importância deslocada, isto num contexto de exploração desenfreada dos trabalhadores pelo capital monopolista. Só quem pode pagar (sob a sinistra impotência do Estado) é que é levado ao colo pelo mediatismo da imprensa

  4. xatoo diz:

    olha a ideia deles:
    PSD 32 mais PP 7 igual a 39% – o PSD tem mais que o PS, logo tem direito a formar governo. O engasgado de boliqueime dirá que é preciso “um amplo consenso na sociedade portuguesa e tal e a crise – e a dona Manuel fará então uma coligação com o PS. Não se aprende nada a votar. E nada disto é novo: já existe na Alemanha (teve de existir, senão o crédito internacional corta a disponibilidade de outros engraçadinhos quaisquer fora do bloco central)

  5. JB diz:

    “ELEIÇÕES 27 SET 09: RESULTADOS”

    Partido mais votado: PS;
    Segundo partido: PSD
    Chefia do governo: PS
    Falha da direita: Tivesse havido uma coligação PSD+CDS/PP, teria surgido como o grupo partidário mais votado, logo, destinado a formar governo.
    Porque não? Tinha o PSD, este PSD, interesse em vir a ser responsável pelo próximo governo? Em governar na conjuntura económico financeira actual? Duvido.
    Os papeis do PS e do PSD:
    a) Mais do que uma racional vontade de reformar o Estado, as corporações profissionais e o País, foi a realidade financeira do estado social que levou ás tentativas de reforma empreendidas, com mais ou menos sucesso.
    b) Tivesse esta legislatura estado a cargo do PSD (PSD+CDS), tivesse o governo ter que enfrentar a redução do défice imposta pela União Europeia, teria contado com uma feroz oposição do PS. Do tipo da do PCP e professores.
    c) Embora com os actores baralhados pela crise internacional, o esforço levado a cabo pelo governo do PS na contenção do défice, com aumento de receitas e diminuição de despesas, pese o custo do desemprego (sem culpa do governo), está aí para ficar.
    Um papel que apenas poderia ser feito por um partido como o PS (esquerda).
    O papel do PSD (e do PS):
    É possível ter um PSD com uma política muito oposta à do PS? Negativo.
    Seja quem for que chefie o próximo governo, dificilmente poderá enveredar pela redução drástica do estado social do país, sob pena de graves conflitos sociais com reflexos na ordem pública.
    Tivesse Portugal uma economia mais rica e dinâmica, nada obstaria a que a conduta do governo passasse para as mãos do PSD, feito o trabalho que foi feito pelo PS.
    Neste caso, pouco ou nada adiantaria.
    Sábio (?) como habitualmente, assim se expressará o povo em 27Set09.
    Alternativas (BE e PCP):
    Se é que são possíveis alternativas ao empobrecimento gradual da maioria da população, poderiam vir de onde?
    De gente nova, métodos novos, novos códigos de conduta pessoais e colectivos. Porque não?
    Pela dificuldade (ou impossibilidade?) da reconversão do PCP e do BE, ao modelo de democracia de mercado com maior ou menor peso do social, de pendor social-democrata.
    Enquanto não o assumirem, não será por ali que irá surgir qualquer alternativa. Ao bloco central.
    JB – Eleitor de esquerda (habitualmente)

  6. Da-se diz:

    Essa sondagem tem credibilidade igual à outra, da mesma cozinha, sobre as europeias.

Os comentários estão fechados.