TGV

Nos últimos dias Sócrates e Ferreira Leite conseguiram bipolarizar a discussão no tema TGV. Ferreira Leite desembainhando a espada do anti-espanholismo e Sócrates a da modernidade.
Discussão tola e pouco relevante pois, verdadeiramente, não está em causa nestas eleições.
Dizer-se que não se faz o TGV é como rejeitar a invenção da roda. Pode-se discutir como e quando e se será uma obra só para amigos do PS e PSD enriquecerem, mas nunca deixará de ser realizada.

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10 respostas a TGV

  1. amália diz:

    Vá lá, aqui concordo.
    Ainda sobre anti-espanholismo, não esqueçamos que a senhora também é contra o trabalho dado a cavoverdeanos e outros estrangeiros. Se assim pensassem os países onde trabalham portugueses, eles viriam de roldão acampar à porta da senhora.
    Manuela Ferreira Leite entrou na desmedida da comunicação oral, diz tudo o que lhe passa pela cabeça sem reflectir antes.

  2. Justiniano diz:

    Tiago!
    “Dizer-se que não se faz o TGV é como rejeitar a invenção da roda.” Acha!? Está a falar de transporte ferroviário de alta velocidade!! Porquê!? Porque sim!?

  3. Da-se diz:

    “nunca deixará de ser realizada”

    Essa agora… Trata-se de uma condenação, é? E que dizer de todos aqueles países europeus “pobrezinhos”, que não têm nem contam vir a ter tal coisa?

  4. Júlio diz:

    “Dizer-se que não se faz o TGV é como rejeitar a invenção da roda”
    Sabe quais são os países com TGV?
    Os países nórdicos são assim tão atrasados?
    Portugal já é dos países mais “adiantados” da Europa em autoestradas, em telemóveis, em automóveis caros.
    Acha que, estando com uma dívida de 100% do PIB, devemos endividar-nos ainda mais, só sermos mais “adiantados”?

  5. Tiago Mota Saraiva diz:

    Da-se, como aqueles países pobrezinhos que não têm aviões? ou daqueles países pobrezinhos que não têm automóveis?

  6. Júlio diz:

    Amália, “Ainda sobre anti-espanholismo, não esqueçamos que a senhora também é contra o trabalho dado a cavoverdeanos e outros estrangeiros.”

    Não deturpe o que a senhora disse. MFL nunca defendeu tal posição.
    Ela disse, simplesmente, que certo tipo de investimentos em obras públicas não diminui significativamente o desemprego nem melhora a nossa economia.
    Se a Amália pensar um pouco, acabará por concordar com ela

  7. Júlio diz:

    Tiago,
    Está a dizer que os países nórdicos são daqueles países pobrezinhos que não têm aviões?
    Que os países nórdicos são daqueles países pobrezinhos que não têm automóveis?

  8. Júlio diz:

    E esqueci-me do da-se.

  9. Da-se diz:

    Ó Tiago, da-se! E as aspas?

  10. Aires da Costa diz:

    Júlio
    “Os países nórdicos são assim tão atrasados?”

    Já viu a distribuição populacional na Noruega ou na Suécia?

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