Alguém ajude a senhora

Marta Rebelo continua na sua cruzada pela pureza identitária e étnica da selecção nacional de futebol: «formarei, se preciso for, um grupo de reflexão e expulsão de Carlos Queiroz». Alguém com tanto amor à Pátria podia começar por respeitar a sua Língua. Sem entrar nos complexos meandros da estilística, só um reparo: “Húngaros” leva mesmo acento, ao contrário de “Liedson“.

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

11 respostas a Alguém ajude a senhora

  1. Carlos Vidal diz:

    Incurável.
    Há limites.

  2. Luis Rainha diz:

    Talvez, mas neste caso são mais difíceis de lobrigar do que matéria negra na Bobadela.

  3. Luís Rainha,
    Acho que podia diversificar os seus ódio de estimação. E ir destilar para outra freguesia.

  4. Luis Rainha diz:

    O único ódio aqui em acção é mesmo à estupidez. Quanto à freguesia, cuide antes da sua.

  5. Porventura está a chamar-me estúpida. Para quem tem tantos excessos de puritano, não o adivinhava a insultar quem não conhece. Eu não lhe chamo estúpido, embora pudesse chamar muitas coisas.
    E freguesia também não tenho. Será isso que busca?

  6. Luis Rainha diz:

    Porventura, não lhe chamo nada de nada. Mencionei sim a “estupidez” contida naqueles disparates em torno dos “efeitos” na nacionalidade: «verdade que depois de naturalizados são, para todos os efeitos, portugueses. Mas para efeitos futebolísticos não.» Se continua a pensar que escreveu coisa com sentido nessa ocasião, o problema é todo seu.

  7. Sabe que delito de opinião é uma coisa que existia muito nesta país, mas eu ainda nem era nascida.

  8. Luis Rainha diz:

    Ó pobre vítima da crueldade de estranhos… mas então que delito terei eu cometido ao criticar o seu post?

  9. Sérgio diz:

    Que pena, o post foi apagado… penso que isto era uma coisa que também existia muito neste país, eu ainda não era nascido.

  10. Luís Aleluia diz:

    Muito giro, o post. Sobretudo, vindo de um “Luis” cujo apelido é “Rainha”.

  11. Justiniano diz:

    Rainha.
    Tens de lhe por uma anilha senão ainda móis a porca.

Os comentários estão fechados.