“Carolina Patrocínio satisfeita com o fim da recessão técnica”

“O PÚBLICO sabe que a apresentadora foi aconselhada a não dar entrevistas, depois de declarações a uma televisão em que dizia que é a sua empregada que lhe tira os caroços das cerejas e que prefere fazer batota a perder

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

12 respostas a “Carolina Patrocínio satisfeita com o fim da recessão técnica”

  1. LAM diz:

    Teria sido a empregada que lhe contou isso?

  2. E a recessão mental da menina, como estará por estes dias?

  3. Libertem a Carolina, deixem-na falar

  4. Pascoal diz:

    Essa espécie de Sara palin à portugesa só tem é que ficar calada.
    Quando abre a boca não entra mosca mas sai sempre asneira.
    Não sei porque é que o Staples ofifce qualquer coisa usa actualmente a imagem dela como base da sua propaganda. Deve ser porque só vende caroços.

  5. A qualidade do topo dos aparelhos partidários continua a decair… terá fundo o poço?

  6. m diz:

    bom , pelo menos consegue decorar umas deixas. giro , giro , era dizer isso numa entrevista e o entrevistador perguntar-lhe o que é uma recessão técnica. deve ser por isso que lhe aconselham não dar entrevistas : decorar o guião ? ainda vá . pensar e saber é que é capaz de ser mais difícil para uma cabecinha “loira” . exemplo perfeito de tipa ao serviço de tipo (s) , a moça. e não há por lá nenhuma rapariga séria que se insurja contra esta comédia?

  7. ordinário diz:

    fffff,agh,o caroço da Carolina……………

  8. i.tavares diz:

    Afinal não era só “rosa choque”.Para uma “tirada” daquelas , é preciso ter um bom “arcaboiço”.

  9. Homo sapium diz:

    E assim se chega à tesa bananal

    O que ela gosta é de banana sem caroço

    E saboreia como ninguém e nem precisa de fazer batota

  10. Homo sapium diz:

    Do que ela gosta e sanoreia como ninguém é banana sem caroço

  11. Pingback: Risco de recessão técnica está de volta « BLASFÉMIAS

  12. simon diz:

    O Pascoal não olha para as pernas da moça e não entende o mais importante, ao final.

Os comentários estão fechados.