Enganei-me a propósito desse obtuso deputado


Yinka Shonibare (uma interessantíssima revelação recente da arte britânica, sobre o qual terei de falar mais tarde)

Galamba, amigo de bloggers como Daniel de Oliveira e quejandos democratas, pareceu-me, no contexto miserável e indigente da jugulice, uma criatura que lá (lá, jugulice, disse eu) poderia sobressair de um ponto de vista intelectual (ainda que minimamente e sem exageros). Na jugulice é fácil sobressair – não é preciso quase nada. M. Vale de Almeida pareceu.me outra pessoa com capacidades naquele confrangedor ambiente liderado por um Rogério da Costa, o paradigma da coisa.

Dotado de incurável infantilismo, Galamba usou do “filho da puta” em três, pelo menos três filhas da putice de vezes: com o nosso ex-colaborador Ricardo, com Zé Neves e João Gonçalves (orgulho-me que o 5dias bata o recorde). Um pateta do PS de Santarém justificou a coisa dizendo “quem não se sente não é filho de boa gente”, e viva o jugulento.

Bom, o problema, sinceramente, não é o uso do “filho da puta” dezenas de vezes, estou-me nas tintas, o problema é a mentecapta repetição. Como se sabe, abomino mais a repetição do que o insulto. Quanto ao indivíduo do “arrastão” justificou o amigo dizendo que Gonçalves não merecia “respeito nenhum”. Mas o homem “arrastão” não me respondeu a uma pergunta: admitamos que nenhum de nós merece respeito, caro D. O., o que se faz com quem não merece respeito? Liquida-se, extermina-se, degola-se, vale tudo, mata-se a mãe? O D.O., legalista e homem muito sério e respeitador, ainda não me respondeu.

Viva Zé Neves, uma vez mais bem-vindo.

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Uma resposta a Enganei-me a propósito desse obtuso deputado

  1. jaa diz:

    Nah, no caso de bloggers só se lhes corta o acesso à internet.

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