O cartaz de Luís Fazenda é uma oportuna radiografia do momento mental do Bloco. Antes de mais, sobressai o peso da negativa como única mensagem: não há que mostrar alma, afirmar valores ou sugerir propostas. Urgente é negar algo, atribuindo sub-repticiamente a um oponente anónimo uma malfeitoria tremenda; neste caso o negócio. E repare-se como tal substantivo nem exige adjectivo para corporizar o abismo do mal. O negócio por si só irrompe como coisa maligna e a evitar – algo tão pernicioso que conseguiria até conspurcar uma cidade suja como Lisboa. Não interessa que sem negócios não houvesse cidades nem capitais, não importa que António Costa não tenha aparecido embrenhado em negociatas esconsas. Não, a mensagem deste Bloco é una e simples: “negociar é igual a traficar e estamos cá para impedir que tais pecados ocorram nas nossas 7 colinas”.
Sei bem que um cartaz é dizer tudo em décimos de segundos. Mas a brevidade, ao desistir do ornamento, por vezes desvela a alma de quem fala. E neste caso o retrato não fica bonito. Até dá saudades do “Zé” agora de triste memória; esse, ao “fazer falta”, sempre carregava os genes de alguma promessa, de um devir diferente ao virar da esquina. Fazia mais do que ser porta-voz da bruta denegação. Este é o caminho de Manuela Ferreira Leite, a seca pitonisa do “não”.





Bem, pelo menos – pelo que se sabe – é o único a emparelhar na categoria de beto. senão, vejamos:
- Louçã, betíssimo, neto de abastado colonialista de Moçambique, filho de advogada e de papá militar altamente graduado
- Portas, filhíssimo de uma conhecida “tia” e de um abastado senhor arquitecto. descendente directo dos reis da 1ª e saudosa dinastia.
- menina Amaral Dias, filhérrima, benzoca “sei lá”, o “mais possível, tá a ver?”
- menina Drago, idem
- o sr. Rosas “Ralph Lauren”, beto ex-mrpp, com tudo o que isso quer dizer.
etc, etc e tal
E falam eles dos “betos” que trepam por escadotes acima, gozam descaradamente a republiqueta dos balsemões, Loureiros e quejandos?! “Ganda” lata!
Prefiro UM B I L I Ã O D E V E Z E S O P C!
Caro Nuno Castelo-Branco
Até compreendo que goste do PCP, mas espero que não seja pelos cartazes que têm nas ruas de Lisboa, que também não são por aí além brilhantes com um Ruben de Carvalho e um Modesto Navarro cheios de brilhantina, com ar de que voltaram de uma casa de alterne e com uma mensagem de fundo tão vaga… que nem me lembro qual é!
“Prefiro UM B I L I Ã O D E V E Z E S O P C!” Cautela olhe que é CDU!
Quando comecei a ler o post ,lembrei-me logo,do Zé ,mais à frente o Luís falou nele.Mas deixe-me repetir.Já tivemos o “Zé faz falta”,depois veio o Chora de triste memória ,e, agora vamos ter um Fazenda inegociável.
Ao anónimo:
Quando me referia ao PC, falava da autenticidade, pois os “outros” são por demais um recauchutamento muito evidente. Quanto à brilhantina e à casa de passe, ainda bem para eles… Espero é usem a tal camisinha, seja ela de que sabor for.
Para o Luís.
Seguindo o que mais acima dizia, nunca percebi porque razão o PC se esconde atrás de FEPU’s, APU’s e agora CDU’s, que por acaso, é a sigla que para toda a Europa quer dizer União Democrata Cristã da Alemanha. Que grande confusão deve ser lá em Estrasburgo!
Lisboa não é um negócio?
Sempre o foi, desde o “eleven” do Parque Eduardo VII até ao Terreiro do Paço, que por acaso se chama Praça do Comércio…Já lá não se fazem Autos de Fé, nem se vende a “Voz do Povo”,nem “O Grito do Povo”
Nada disso deixa saudades.
“com um Ruben de Carvalho e um Modesto Navarro cheios de brilhantina” é favor, têm cá umas cores… mas fui à procura e a mensagem é “Viver Melhor em Lisboa”.
Se calhar pensavam que o sol “comia” as cores, logo por azar as tintas devem ser de qualidade, quase que ofuscam…
Cada um pode fazer a leitura que bem entender. Para mim a palavra Negócio nesta mensagem pode ser aplicado ao acordo de entrada da Arquitecta Roseta nas listas do PS. Para muitos foi um negócio mal amanhado, logo, deve dizer-se bem alto Não, mesmo que ofenda os puristas de marketing!
O negócio dos contentores de Alcantara diz-lhe alguma coisa, aprovado por Antonio Costa com o apoio de Sá Fernandes e que deu origem á ruptura com o BE?
Os negócios de Santana e de Carmona dizem-lhe alguma coisa, parece que á JUSTIÇA dizem, Helena Lopes da Costa, Eduarda Napoleâo, Fontão de Carvalho, Carmona Rodrigues TODOS constituidos arguidos.
Em suma como um cartaz não é um programa, a frase revela, que uma vez eleito Luis Fazenda , não pactuará com negociatas.
Sá Fernandes no seu primeiro mandato, tambem teve esse papel, pena que no segundo se tenha calado sobre muitas situações……
PARA MIM , NEM CDU NEM BE . SEMPRE PS.
“Em suma como um cartaz não é um programa, a frase revela, que uma vez eleito Luis Fazenda , não pactuará com negociatas.” ????
Tretas. Então não pactuou com a negociata do Braga-parques viabilizando-a? Claro que pactuou. E pactua.
O’ momento mental ‘ do PS,é a corruptela pura e dura.’Comprimentos’ àquela malta,a clientela, que se tem estado a orientar e a destruir o país-gestores(?) públicos,armandos varas(de porcos),…., e os seus ‘xusessos’.
Anónimo,’voltaram da casa de alterne’ enquanto muita gente(?) graúda do PS,voltaram da Casa Pia.Percebes?ou queres que te faça um desenho?………….
Oh Antunes,deves andar acomer,não?Se não,então és um otário!
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Como se o fenómeno do Zé não tivesse começado com o NÃO ao Túnel…
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