Se fossem coçar os tomates

O acto de constituir arguido Rodrigo Moita de Deus por causa da acção das bandeiras é das coisas mais cretinas que aconteceram nestes últimos tempos. Não sou jurista, posso estar enganado, mas não creio que a brincadeira do 31 da Armada seja um crime público. Quem fez a queixa mostrou não ter muito que fazer e, sobretudo, uma completa ausência de senso político. Se eu fosse monarquico, aproveitava-me bem disso: passava a mudar as bandeiras por todo o país e esperava que fossem acusar umas dezenas de pessoas disso. Era a forma expedita de tornar existente, uma questão inexistente, com um pretendente impossível. Não podem tornar o António Costa, ou o substituto do turno, Conde Barão, como prémio?

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TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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