As novas fronteiras do capitalismo

-1

Mais um cartoon do horrível Ted Rall.

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

4 respostas a As novas fronteiras do capitalismo

  1. MigPT diz:

    Caro LR, como eu prezo muito todos os sucessos que ao longo da história económica mundial foram alcançados pelos países que abraçaram (embora alguns contrariados) políticas de índole socialista/comunista, deixo aqui mais uma história de sucesso alcançada pela fantástica revolução socialista de Chavez.
    “Venezuela, a traditional coffee exporter that boasts one of the best cups of java in South America, may have to import coffee for the first time ever this year”
    Mais uma prova das grandes vantagens da regulação do mercado feita pelo governo do amigo Chavez.
    A revolução Bolivariana não pára.

  2. Luis Rainha diz:

    E isso tem a ver com… ? Assim de repente, não me lembro de ter sido nomeado embaixador da Venezuela nem seu ministro das bicas…
    Mas pode sempre viajar só uns quilómetros e relembrar o monopólio chileno do cobre, tão acarinhado pelo seu milagreiro Pinochet. Está a ver porque é que os pissing contests não levam a lado algum?

  3. MigPT diz:

    Quando queremos entrar num pissing contest covém ter duas certezas, a 1ª é que se está a favor do vento e a 2ª é que se deve saber pegar no material. Contrapor com um não facto diz muito da falta de argumentos da resposta. A “istória” do cobre chileno deve vir num daqueles almanaques que o Avante distribui na festinha. Aliás deve ser no mesmo almanaque que explica porque é que a Coreia do Norte é uma democracia com uma economia pujante.

  4. Luis Rainha diz:

    Citando o venerável Bruno Aleixo, “C’a burro!”
    A tal “istória”, como lhe chama do alto da sua tremenda e já muitas vezes comprovada ignorância, vem, por exemplo, nesse templo do bolchevismo que é a “National Review“. Calculo que o artigo tenha letras a mais para o seu gosto, mas eu respigo-lhe uma passagem gira: “in early 1981, when the program had gone as far as it would ever go, government spending still accounted for about 25 per cent of GNP. Some of the largest companies in Chile, including Codelco, the stateowned copper mining company, were never returned to the private sector.”
    Quanto a isso da Coreia e da festa do “Avante!“, não acha que vai sendo hora de actualizar o reportório, ou pelo menos de começar a usá-lo a propósito?

Os comentários estão fechados.