Um 31

Tanta opinião histérica para tão pouca cultura histórica.

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7 respostas a Um 31

  1. Carlos Vidal diz:

    Realmente a boca do 31 é tão estúpida quanto ignorante.
    Estes tipos da direita burra, pensando na vitória de 27 de Setembro, parece que começam a levantar cabelo.

  2. Bué da Fixe diz:

    É só a ignorância da juventude, que inveja!

  3. Justiniano diz:

    cultura histórica!!!???
    Mas o que é que a História tem a ver com a estória?

  4. Carlos Vidal diz:

    Justiniano, duplo erro. Má intervenção.
    (i)
    O que aconteceu na Capela do Rato é História (usando os seus termos). Figura na História, nos bons livros de História.
    (ii)
    A estória faz a História.
    Percebeu?

  5. Justiniano diz:

    Vidal! Erro ao quadrado. Má invenção, sua, claro!
    Não vou discutir a história.
    Perspectivar um determinado facto “histórico” como foi o caso da vigilia católica na Capela do Rato à medida de um personagem é confundir estória com história…seria quanto muito relevante, para a história, nomear alguns dos responsáveis pelo evento. Agora nomear imberbes, em bicos de pés, como fazendo parte da história é uma péssima estória e, como tal, essa estória não faz parte da história.
    Percebeu?

  6. Carlos Vidal diz:

    Não há erro nenhum caro Justiniano. Você quer discriminar o que não pode ser discriminado.
    O evento é sinónimo de acontecimento.
    Um acontecimento tem os seus sujeitos, e esses não são os seus “notáveis”. Se aqui aplicássemos a teoria dos conjuntos, e há quem o faça, teríamos um conjunto A com os participantes na vigília. Depois, a condição de pertença ao conjunto A partilhada, fá-los igualmente importantes (dentro desse conjunto). A importância do evento/acontecimento advém do facto de ter havido contestação ao regime vinda da Igreja Católica, num dos seus lugares de culto.
    Portanto, os sujeitos do acontecimento fazem parte da história e não da estória.
    Se o seu ponto de vista é outro, fique com ele que eu não o partilho.

  7. Justiniano diz:

    Caro Vidal!
    Não se perca! O assunto posta e resposta do Tiago!
    Não faz sentido nenhum aplicar a teoria dos conjuntos mas tão simplesmente a teoria da acção de welzel. O domíneo da acção e a irrelevancia das condições equivalentes. Tudo o resto parece-me palrar pós modernista.
    Que idade tinha o Louçã à época?

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