“Antes, assaltávamos os turistas. Agora, eles chamam por nós”

De presos a guias turísticos. Só mesmo em Nápoles: dar empregos a quem sai da prisão antes que a Camorra o faça. Por cá, só me lembro de um certo pavão candidato a presidente de câmara garantir que ia resolver o problema dos arrumadores. Que o seu relacionamento com eles seria uma “história de amor como Lisboa nunca viu”. Viu-se.

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Uma resposta a “Antes, assaltávamos os turistas. Agora, eles chamam por nós”

  1. WALTZ diz:

    Há outro, no Porto, que está cheio de “destroças”.

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