estórias do desemprego

Neste mundo cheio de rede sociais e de tantas outras coisas! Neste mundo em que ‘googlas’ até o vizinho do lado, será que conseguimos ter um espaço onde a nossa participação política, cívica e associativa não esteja sempre a ser monitorizada? E quando esta mesma pessoa é desempregada? E quando vai a uma entrevista de emprego e sente que a sua vida é toda ela pública?
Ui… não queiram saber!

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4 respostas a estórias do desemprego

  1. i.tavares diz:

    Enquanto a menina não falar,não adianta estar-mos com “suponhamos”,
    além disso,a época das contratações,só acaba no fim de Agosto.Até lá quem tem unhas (tilim) é que toca guitarra.

  2. i.tavares diz:

    Como já devem ter reparado,este comentário devia estar incluído,no post anterior.Peço desculpa

  3. ezequiel diz:

    “será que conseguimos ter um espaço onde a nossa participação política, cívica e associativa não esteja sempre a ser monitorizada?”

    não, jamais. há olhos e ouvidos por todo o lado. até debaixo do tapete da casa de banho.
    ora essa, Paulo. não sabias?? estás a ser monitorizado por satélite. sim. tu. e eu. são milhões de satélites, todos a girar à nossa volta. e à volta dos outros também. há satélites para toda a gente. estás a viver num gigantesco olho panóptico. tu próprio já fazes parte do olho que te vê e do ouvido que te ouve. nada a fazer. desiste. ehe he heh eh eh he eh eh e h panopticon paranoia 🙂

  4. ezequiel diz:

    LOL 🙂

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