
© rabiscos vieira roubado do Arrastão
Triste país amordaçado por pequenas figuras que crescem à sombra dos poderes económicos e que flutuam ao sabor dos anseios do patrão. Quando for a alguns festivais de Verão, fique a saber que pode estar a suportar um grupo de gangsters que não suporta ouvir uma crítica.
Links para quem quiser conhecer a estória, o texto sobre o Festival de Verão, e a empresa de concertos e eventos.




Não esperava nada vir a encontrar isto por aqui, mas lá terá que ser,
Para além da musica ou não musica, da qual não faço a mais pequena ideia, a questão principal foi a forma como o “presuntivo critico”, se referiu a um clube e pior que isso às suas assistências e associados, sendo que o dito Clube apenas se limitou a alugar o seu recinto para um evento/concerto.
O uso repetido do termo “manso” e “mansidão”, para caracterizar os associados do clube e publico presente, além de outros desencadeou tudo isto
Sobre o concerto e seus organizadores, não faço a mais pequena ideia
Mas que o Publico teve que vir baixar a orelhinhas e pedir desculpa isso foi um facto
O Arrastão e Companhia à falta de mais “causas” ou bocas do seu Padre Pimentinha veio a correr pegar nesta
Enfim esta coisa de cornos e comportamentos de “manso” ou “bravio” acaba sempre por fazer estragos.
Sobre a “presuntiva vitima” dito cronista, tem fama que já vem do tempo do “ombro do cão”, anda por aí por muito lado
Caro Pisca, como pode constatar ao ler o texto em causa o tema central não é o Belenenses nem os seus associados mas um festival comercial.
Obviamente que sim, se bem que tudo tenha começado por aí, e também convenhamos o texto em si é um desastre, é como se eu fosse fazer uma cronica sobre um prato de caril (coisa que detesto), e acabasse a chamar nomes a tudo e todos, incluindo a fábrica que fez o garfo que me deram para usar
Sobre a empresa do concerto, enfim já se sabe como tudo funciona e quem por lá está.
Desculpe tenho um enorme respeito por si e pelo blogue, mas no meu entender é apenas um caso incompetência e alarvidade
Assino por baixo do Pisca: estória sem sentido, abuso do crítico, falta de que fazer do Irmão Lúcia – e haja respeito pelo Belém.
Sim sr. António Figueira, tem toda a razão, junte-se à turba: crítico para a fogueira!
Já o o sr. Pisca é que ainda não se dignou a assinar por baixo de nenhuma das baboseiras que escreveu (assinatura, número de BI…).
Srª Beatriz Coelho,
Eu não quero atirar o crítico (nem ninguém) para a fogueira, mas acho que partir da crítica de um espectáculo (que pouco ou nada me interessa, confesso) para chatear os donos do local em que por acaso esse espectáculo aconteceu é absurdo e abusivo, e acho bem encontrada a imagem usada por outro comentador, da crítica gastronómica com uma digressão sobre a indústria da cutelaria. Quanto à assinatura e ao n.º de BI, não é costume neste blog – e isso aplica-se tanto ao Pisco como à Beatriz.
Cumps., AF
Sr. António Figueira:
A conversa da assinatura e n.º de BI é uma conversa que já vem de outra caixa de comentários e é com com o sr. Pisca. Quando muito posso pedir-lhe desculpa por a ter transferido para aqui. Sabe, é que é de facto muito fácil insultar os outros (e chamar-lhes “cavalos”, e “burros” e “alarves”) quando estamos anónimos, e as coisas ganham todo um outro peso quando temos de assinar por baixo. Sabe, é que não são tantas as pessoas que têm corajem para se expor dizendo o que pensam e assinar por baixo. E as pessoas que o fazem, como o sr. João Bonifácio, por exemplo, são de facto melhores do que as outras, mais corajosas.
Bom, francamente não sei o que há de errado no facto de uma crítica gastronómica fazer uma digressão pela indústria da cutelaria ou mesmo da metalomecânica, não vejo o que há de errado em fazer comparações prováveis ou improváveis entre assuntos distintos. Limitar a nossa capacidade de comparar, mesmo as coisas mais improváveis, é limitar a nossa inteligência. E no caso do texto do sr. João Bonifácio e comparação não é sequer tão improvável assim. Futebol é entretenimento, festival de música é entretenimento. Futebol do belenenses é fraco, SBSR foi fraco e oh, que crime aproveitar num texto crítico a coincidência de os dois tristes espectáculos terem lugar no mesmo belíssimo e imerecido recinto.
Mas já vi que neste caso não vale a pena apelar à sua inteligência, sr. António Figueira. É uma coisa que acontece com muitos senhores, infelizmente. Quando se sentem mordidos no seu orgulho clubístico a capacidade de raciocínio fica um pouco obliterada.
Srª Beatriz Coelho:
Desconheço os seus problemas passados com o Sr.Pisco, relativos a nºs de BI e assinaturas; no caso vertente, cabe-me dizer que não, não sou sócio nem sequer adepto do CF Os Belenenses, que acho todavia uma entidade respeitável, que o Sr. Bonifácio deveria deixar em paz quando se dedica à crítica musical. Voilà tout.
Cumps, AF
Muito bem, sr. António Figueira, está no seu pleno direito de achar. Como está também no seu pleno direito de não argumentar em defesa da sua opinião de que não se deve misturar crítica de música com futebol.
Cumps para si também.
PS – desculpe, mas um clube respeitável não envia cartas a insultar críticos de música só porque estes se lembraram de brincar com o facto (verdadeiro, ainda para mais) de os jogos que decorrem no seu recinto estarem geralmente às moscas. Nem direcções de jornais respeitáveis costumam pedir desculpas a esses mesmos clubes respeitáveis que as exigem em cartas tão pouco respeitáveis.
Diga-me lá, sr António Figueira, se não é do belenenses… é fã dos killers?
Dos killers on the road, yeah
ah, pronto, então é isso
“There’s a killer on the road, his brain is squirming like a toad”.
Não deixa de ser sintomático é que o Público não tenha… público e não venda mais que o 24 horas, Correio da Manhã e JN.
Não deixa de ser sintomático que os amigos do João Bonifácio o defendam e não deixa de ser sintomático que na sua resposta o jornalista diga que os dois últimos anos do Belenenses foram de maus resultados desportivos. Num deles, jogaram a Taça UEFA e só não se apuraram para a Europa porque lhes foram retirados seis pontos devido a um processo de inscrição de um jogador.
Para mim, que sou jornalista, o que está em causa é que o crítico João Bonifácio (não tem carteira profissional, segundo o site da comissão) falou (e insiste na resposta ao Provedor do Público) sem se informar.
Fez piadas de mau gosto sobre o Belenenses (mas adiante) e deu informações falsas. Quanto à resposta de que o Belenenses tem má taxa de aproveitamento do estádio… patético! Ora, se o estádio é enorme, porque antigamente todos os eram e se a CML não deixou levar adiante o processo de reconversão, com diminuição da lotação, que erro há da parte do 7.º clube com mais assistências em Portugal?
Mas porque é que os amigos do Bonifácio (e ele próprio) não aceitam 1000 críticas? (não foi uma… o que faz lembrar a piada do senhor que vê o filho marchar numa parada militar e diz: no meio de tantos milhares, o meu filho é o único no passo certo)
Comentário de um leitor no site do Público:
“Toda a gente que lê jornais com um mínimo de regularidade conhece a constante falta de qualidade do Público. O jornal é publicado e há duas dezenas de pessoas que o compram, nem uma palha bule, é um sossego. Portanto a idéia de reduzir os salários naquele mesmo jornal quase parece uma acção de beneficência.”