Os Contemporâneos que se ponham a pau

Os Simplexes de espírito estão imparáveis.

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5 respostas a Os Contemporâneos que se ponham a pau

  1. antónimo diz:

    um sítio que frequento diz isto http://civilizacaodoespectaculo.blogspot.com/2009/07/o-conselheiro-bento.html
    nada a dizer por estas bandas? a situação é mais do que aberrante

  2. Carlos Fernandes diz:

    Eh pá, não sei se vos percebo, porra!

    Como se poderá ler no arquivo deste Blog, nos meus comments nunca ou quase nunca apoiei o PS; agora o Simplex (tirando alguns defeitos de concepção), até foi das poucas medidas positivas deste Governo.

    Agora quando se quer dizer mal, tudo serve, OK…

    Agora expliquem lá é, de modo simples(X), como é que um aluno com oito negativas passa de ano… Vá lá, pá, um postezito sobre isto, ou isto não tem importância?

    Para terminar um desafio ao ilustre — mas algo simplex-baralhado — Blogger Vidal: vá lá, faça lá um postezito, por muito simple(X)s que seja, sobre a arte e as exposições de artistas amigos, onde as obras de arte são compradas por câmaras municipais do PCP ( ou doutros partidos, não interessa) para fins de financiamento de campanhas eleitorais ou outros… Ou sobre a fundação elipse, com as obras de arte caríssimas pagas por nós CONTRIBUINTES, como denunciou o Blog PortugalProfundo…

  3. LR diz:

    De modo bem simples, a ver se entende: um aluno pode passar com essas negativas, pois tal está previsto na lei. Aliás as escolas até costumam disfarçar situações de excepção com notas de favor, coisa que aqui não aconteceu. Um aluno mereceu, por julgamento dos seus professores, passar de ano; fica você ofendido com isto? Vai um seu filho perder o emprego como consequência? Ficará Portugal ainda mais longe na eficácia educativa (testes PISA, por exemplo) do que outros países com menores taxas de retenção? Ficará o inominável blogue de imbecis “professores” feliz por terem chamado ao miúdo “criatura”? Ora bardamerda.
    Quanto à tal fundação, soubesse você usar a função de pesquisa de um blogue e até saberia que já escrevi, e não ontem, sobre o assunto.

  4. Carlos Fernandes diz:

    Não LR, não percebi, tem que me fazer um desenho, quiçá daqueles que os criativos costumam fazer quando esperam e/ou se chateiam com os clientes mais chatos, que lhes vão recusando algumas bacoradas …

    Pelos vistos, se li bem, v. concorda com esta lei e com o facto de um aluno poder passar com oito negas… Está certo, além do mais é uma insigne lei advinda de um partido “de esquerda” logo é boa, pois já se sabe que até as laranjas ou as cerejas azedas, se forem vendidas por um comerciante membro do PCP ou do BE passam, ipso facto, a ser boas …

    Assim sendo bardamerda digo eu, para que serve então a escola e os professores, sabe-nos explicar (tem é que ser de modo simple(x), pois o meu Q.I. é manifestamente baixo)?

  5. Luis Rainha diz:

    Carlos,

    Concordo com uma lei que estabelece algum espaço de manobra para que os professores possam lidar com casos de excepção. Estamos a falar de um aluno. De uma pessoa a quem não sei o que poderá ter acontecido. Imagine só que o jovem tinha ficado órfão durante este ano lectivo (só por exemplo extremo, que é o que estes casos tendem a ser); continuaria tão indignado? Se calhar não.
    Os professores do miúdo, os únicos neste caso que estão na posse de todos os dados, decidiram que ele merecia uma excepção e que esta serviria melhor a sua educação e o seu progresso como ser humano. Quem seremos nós agora para questionar isso, apenas animados por palpites e preconceitos fundados no “ouvi dizer que”?
    Ignoro que partido pariu esta lei. E tal parece-me indiferente. Estamos a falar de uma vida, não de baldas generalizadas ou de “facilitismos” em barda.

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