O Bruno Sena Martins explica a quem ainda precise de tal que a dúvida é sempre preferível às certezas calcificadas e utilitárias. Fazer pela vidinha pode ser muito interessante para os próprios mas dá um espectáculo acabrunhante. Se, como eu, ainda não sabem em quem votar, continuem a puxar pela cabeça; não deixem que puxem pela vossa com argumentos imbecis como «Não admira que o voluntarismo de Sócrates incomode tanta gente, tanta gente ao mesmo tempo e com tanto vigor». (Não será antes por o fulano ser um incompetente de nula moral e inexistentes ideias?)
Porra; pensando bem, também não vejo o que se possa dizer melhor de um parlapatão que mais não tem feito se não acumular pequenas espertalhices, misérias várias e pecadilhos manhosos, desde a faculdade até ao governo. Que alguém se agarre ao partido de semelhante criatura porque «só ele pode contribuir decisivamente para que Portugal se mantenha na vanguarda política do século XXI» só pode mesmo invocar a gargalhada; que será essa vanguarda onde já estamos sem saber? Porra outra vez.




o António Filipe ali do lado direito que nunca escreveu rigorosamente nada é o Deputado António Filipe? É que se é, com esta cena das faltas dos deputados, perceba-se que tenha ali o nome e nunca tenha escrito nada. Nada contra Filipe, já contra os Deputados em geral…Mas como não quero confundir a beira da estrada com a estrada da beira, pergunto: o nome está ali porque fica bem ou o senhor irá realmente escrever qualquer coisa? perdoe a invasão do seu post para falar de outra coisa, mas nós que escrevemos comentários somos assim.
o insulto e’ a arma dos fracos , dos burros tambem.
o texto nem uma nodoa e’.
Luis Rainha,
Onde é que se sustenta para escrever isto: «um parlapatão que mais não tem feito se não acumular pequenas espertalhices, misérias várias e pecadilhos manhosos, desde a faculdade até ao governo»?
Ah, já sei – nas notícias que circulam por aí sobre a licenciatura, o Freeport e outras coisas mais nunca provadas.
A escolha é sua, de facto. Não, não estou a falar sobre as suas escolhas no dia das eleições. Estou a referir-me ao que o Luis escolhe valorizar como elementos importantes para o ajudarem a decidir em quem votar.
Cumprimentos.
Eu explico onde é que me sustento: na forma provada como Sócrates obteve a licenciatura: com exames básicos enviados por fax e numa universidade da treta. Nas confusões em redor dos projectos que terá ou não assinado na Guarda. Nas pressões que comprovadamente fez para afastar a história da sua licenciatura dos jornais.
O homem ainda não teve um só capítulo na sua vida em que não figure um ou outro episódio manhoso. E nem precisei, como viu, de enumerar o Freeport para traçar uma resumida biografia de um medíocre ambicioso e resoluto.
Se se acha capaz de votar nisto, é lá consigo. Eu não posso.