
«Se fosse de esquerda, sentir-me-ia vexado pelas palavras do secretário-geral do PS aos membros da seita de Lisboa. Sócrates acha que ele – e os seus lugar-tenentes como António Costa – representa a esquerda e que deve ser “fortalecido” por causa disso. Apela, sem vergonha, ao voto útil das esquerdas na sua admirável pessoa depois de quatro anos de insultos, de arrogância pueril e de apoucamento. Não percebeu que as esquerdas preferem o original a uma fotocópia de ocasião, meramente oportunista, sem nada por baixo. Sócrates vai pagar – à esquerda e à direita – a factura da farsa que andou a alimentar. Perderá para a esquerda e para a direita. A fantasia que ele representa está, pois, a chegar ao fim.» (João Gonçalves)




Dá-me vontade de rir, quando vejo os “ex” a perfilaram-se junto das TV’s ,
como quem diz.Também cá estou, não percebem coitados,que só valem
porque são “ex”.
ou as infelicidades de um jdanovista ofuscado pelo neocapitalismo.
ora ora, não fora essa tua fé nos altos representantes da transcendente cultura nacio-municipal e já todos haviam descansado após tal regulação de tanta reeincarnação.
Não respondes? Tens lá uns amigalhaços.
Pois fica então a saber que após consulta de tal lista até lá mortos vi.
Nenhum artista plástico contemporâneo ou quem quer que seja de novo e criativo, os de sempre, cada vez mais velhos e acomodados aos sempre eternos números de circo broeiro da poesia visual. Triste, muito triste sem luta no terreno da cultura, mas luta contra a cultura como acção ideológica só a conhecemos da parte do grande líder e do seu ministro. Mais um epifenómeno.
tenho lá amigalhaços, claro, sobretudo os mortos.
E é verdade, estão lá artistas mortos, isso também eu reparei.
Nobres e mortos.
Falta é malta do Porto, de Águeda (o conde patrocinou aquilo, os chamados “acordos à esquerda”), de Freixo-de-Espada-à-Cinta, da Madeira, Açores, Canárias, Mindelo, que sei eu??
Mas não está lá o Caravaggio, o Velázquez, o Greenberg, o director do MoMA, etc, etc…………..
Mas ainda hão-de aparecer!
Sou mais pelo conde da Covilhã, os Bernard Guedes e tal, são cá coisas minhas, enfim. Cansa isto das “facções” sempre a voltar ao mesmo em si como era de esperar, domesticada a raparigota mais os do género cheques Vale seguem-se os lindinhos do Moet & Chandon, já não há Hoxa que aguente esta lisboetada tonta.