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Quando leio o João Galamba

14 de Julho de 2009 por Tiago Mota Saraiva

Não consigo deixar de me lembrar de Maniche. Maniche foi um bom jogador, sempre que não pensava em mudar de clube. Recordo os momentos em que transitava para sénior no Benfica, em que se fazia jogador no Porto de Mourinho ou em que brilhava ao serviço da selecção de Scolari. Nos primeiros tempos, em qualquer dos emblemas que representava, Maniche fazia declarações de amor eterno ao seu novo clube e de superioridade e displicência para com o anterior. O seu calcanhar de Aquiles sempre foram os períodos em que aspirava pela próxima transferência milionária. Desiludia os adeptos e não deixava boas recordações. Interrogo-me: se o futebol fosse o Jugular, qual seria o papel a desempenhar pelo seu irmão Jorge Ribeiro?

P.S. – Este post é uma versão rasca deste brilhante texto de João Galamba.

Comentários

Comentário de mc
Data: 14 de Julho de 2009, 14:08

Ainda há-de ser escrita a biografia dos Ribeiro.

Comentário de joao galamba
Data: 14 de Julho de 2009, 17:32

?

Comentário de Carlos Vidal
Data: 14 de Julho de 2009, 18:08

Parece-me que o João Galamba não percebeu este texto.
Temos de o pôr num dos novos doutoramentos de Bolonha, com parte curricular, acompanhamento permanente e tese de 100 páginazitas.
Pode ser que ele a partir daí perceba alguma subtileza das que hoje não alcança.

Comentário de Pedro
Data: 15 de Julho de 2009, 2:31

Golaço do Tiago! Posta brilhante em tantos níveis, até na crítica subtil ao pretensiosismo intelectual do JG. De antologia mesmo.

Pingback de cinco dias » Jugulares por todo o lado
Data: 24 de Julho de 2009, 13:26

[...] mesmo dia em que Jorge Ribeiro (irmão de Maniche) foi dispensado do Benfica, Rogério Costa Pereira não conseguiu ingressar no Aparelho de [...]

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