Não consigo deixar de me lembrar de Maniche. Maniche foi um bom jogador, sempre que não pensava em mudar de clube. Recordo os momentos em que transitava para sénior no Benfica, em que se fazia jogador no Porto de Mourinho ou em que brilhava ao serviço da selecção de Scolari. Nos primeiros tempos, em qualquer dos emblemas que representava, Maniche fazia declarações de amor eterno ao seu novo clube e de superioridade e displicência para com o anterior. O seu calcanhar de Aquiles sempre foram os períodos em que aspirava pela próxima transferência milionária. Desiludia os adeptos e não deixava boas recordações. Interrogo-me: se o futebol fosse o Jugular, qual seria o papel a desempenhar pelo seu irmão Jorge Ribeiro?
P.S. – Este post é uma versão rasca deste brilhante texto de João Galamba.




Ainda há-de ser escrita a biografia dos Ribeiro.
?
Parece-me que o João Galamba não percebeu este texto.
Temos de o pôr num dos novos doutoramentos de Bolonha, com parte curricular, acompanhamento permanente e tese de 100 páginazitas.
Pode ser que ele a partir daí perceba alguma subtileza das que hoje não alcança.
Golaço do Tiago! Posta brilhante em tantos níveis, até na crítica subtil ao pretensiosismo intelectual do JG. De antologia mesmo.
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