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Não há pressões! – diz a ERC, o que por aí anda é muito “filho da puta” mal intencionado

13 de Julho de 2009 por Tiago Mota Saraiva

Teresa Dias Mendes, que deixará de fazer política na TSF, foi protagonista de um episódio durante a última campanha para as eleições europeias, em que o conteúdo de uma peça assinada pela jornalista não agradou ao primeiro-ministro. A peça aludia a referências, embora indirectas, de José Sócrates ao sindicalista Mário Nogueira, com o primeiro-ministro a sugerir que o dirigente da Fenprof estaria a ser manipulado politicamente. O episódio levou a uma intervenção do gabinete de José Sócrates junto da direcção da TSF e a uma troca de palavras entre a jornalista e o próprio Sócrates num jantar de campanha em Viseu, uma semana antes das eleições. Segundo Paulo Baldaia, que frisa que as alterações partiram todas de “decisões da direcção”, nenhuma das mudanças terá efeito imediato: “Serão alterações para a nova grelha, só para Outubro.”

Comentários

Comentário de Dasse
Data: 13 de Julho de 2009, 19:11

Parafraseando o Coelhone, quem se mete com o Sócrates… leva!

Comentário de lucas
Data: 13 de Julho de 2009, 20:38

Sempre houve censura,há e,haverá.É assim a mecânica(quântica)da sociedade dividida em classes-o contrário,é uma utopia!
Será a riqueza duma classe o reflexo da democracia?enquantos,outros vasculham ali o lixo,todas as noites.Miséria!Outro qualificativo que vai bem com a democracia?E o que dizer das S.A.?Transparência,democracia na tomada de decisôes?-só à maneira dos patricios de Roma(it’s my way).Ele há castas na democraciazinha que se estabelecem instantaneas e que do mesmo modo se vâo-não há dinheiro?,já não pertence ao inner circle.Estas castas não tÊm a ver com as tribos,tem a ver com o dinheiro arrebanhado.
Atão,viva a democracia berlusconiana,ahahahahha!

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