A opinião certa revela a oportunidade do artista

Um post de João Galamba, que guardarei no coração. Faz-me recordar, em jeito de complemento a este post, que para se ser politólogo da TV também é necessário ter algum curriculum de anti-comunismo.

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20 respostas a A opinião certa revela a oportunidade do artista

  1. Sendo, portanto, que o anticomunismo é um defeito moral e ético inaceitável?

  2. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Miguel Vale de Almeida,
    Dito dessa forma nada há de ético. É tudo uma questão de livre arbítrio. Ser facho, racista, anti-comunista, homofóbico não é uma questão ética, é uma questão de escolha política. É de assinalar que tu comungas do anti-comunismo. Só isso.

  3. Carlos Vidal diz:

    E mais ainda: que MVA comunga da necessidade de ser-se anticomunista para se opinar na TV. (Ora bem, como ser “opinador” televisivo seria uma das últimas coisas que eu gostaria de ser ou praticar, ao contrário de Galamba ou M. Vale de Almeida, eu espero que mantenham essa exigência de anticomunismo por muitos e bons anos!)

  4. O comentário do Vidal é um disparate que nada tem a ver com o que disse. O do Nuno parece confirmar a minha pergunta implícita: ser anti-comunista (e não digo que o sou, notem) é da mesma ordem que ser anti-semita, islamófobo, neo-nazi, etc?

  5. Tiago Mota Saraiva diz:

    Miguel Vale de Almeida, o seu comentário nada tem a ver com o post que coloquei, cujo tema central, são as “ajuizadas” escolhas de politólogos para a TV.
    Mas se quiser a discussão do anti-comunismo vamos a ela, é que como saberá, à conta do anti-comunismo, já muitos meus camaradas morreram do Portugal de Salazar ao Irão de Ahmadinejad.
    A ortodoxia anti-comunista de João Galamba nada tem de novo nem de extraordinário. É uma cartilha, recorrente e obrigatória em politólogos da TV. Está escrita em vários actos desde os tempos em que os comunistas comiam criancinhas até aos dias em que comunistas que denunciem, por exemplo, casos de corrupção são acusados de agir em prol de um pertença superioridade moral e ética.
    Mas já agora, aproveito para também lhe colocar a questão: poder-se-á ser-se de esquerda e anti-comunista?

  6. João diz:

    Pergunta ao MVA: subscreve o estilo e/ou o conteúdo do que escreveu o seu co-blogger João Galamba?

    Se não, não lhe interessa comentar o artigo do seu colega, da mesma forma que comentou este?

  7. João diz:

    Mais, vê o MVA menos necessidade de

    comentar no seu blogue um artigo em que João Galamba, ao invés de contra-argumentar ideias e posições, decide partir para o insulto puro e simples, chamando “maluquinho filho da puta, ponto” ao Zé Neves
    do que de
    propor-se a estralhaçar ferozmente um boneco de palha que o próprio MVA ergueu na caixa de comentários de um outro blogue (este)

    Por fim: Independentemente do anti-comunismo ser ou não eticamente reprovável ou avaliável, acha bem que seja um critério para ser comentador televisivo? E acha que é de facto um critério? É que é sobre isto que este artigo fala. Ou seja: concorda ou discorda do conteúdo deste artigo e porquê?

    Ou o MVA prefere que se fale sobre os assuntos que deseja, mesmo que esquivando-se de comentar aqueles que os outros propõem ao debate.

    Repare ainda que o Tiago Mota Saraiva responde à sua pergunta “off-topic” nesta caixa de comentários. Já o João Galamba nunca chegou a responder aos “maluquinhos filhos da puta” na caixa de comentários do seu artigo.

  8. Tiago,

    posso estar enganado, mas suspeito que conheço mais de marx e dos marxistas do que você. e não me chame de anti-comunista nem me fale de cartilhas, pois tal só mostra que você não me lê nem nunca me leu. O uso de “filho da puta” foi fruto da irritação de ver pessoas que perante os acontecimentos do Irão faziam comparações estapafúrdias com a grécia e coisas do género. Pode ter sido uma expressão infeliz – e, se acompanhar o que escrevo, verá que nem é meu hábito insultar ninguém. Em vez de “filho da puta” substitua por “obsceno” ou “indecoroso”. Para mim vai dar ao mesmo.

  9. Tiago Mota Saraiva diz:

    joao galamba em primeiro lugar agradeço-lhe o tempo despendido a comentar este post.
    Se mo permite, eventualmente fruto da irritação, não reparou que a discussão a que se refere não era sobre a situação política do Irão e da Grécia, mas sobre as diferentes reacções a acontecimentos paralelos, mas isto é só um aparte.
    A minha modesta crítica ao seu escrito não está na palavra, mas sim na forma como certos comentadores (e quase todos os politólogos da TV) se colocam numa posição de superioridade intelectual perante opiniões de esquerda (sobretudo de comunistas), escudando-se na total ausência de contraditório.
    Tem razão no que diz respeito ao meu parco conhecimento sobre João Galamba. Nunca li muita coisa sua, mas a partir de agora passarei a fazê-lo para aprender, aprender sempre.
    deus lhe dê tempo e paciência.

  10. zé neves diz:

    joão galamba, veja lá, tenha cuidado para não acabar por pedir desculpa: não pelo insulto (ou não só por esse), mas pelo que foi uma leitura deturpadora do que escrevi (sobretudo da frase que cita).

    bom, mas sobretudo pare com argumentos de autoridade. percebe mais de marxismo e marxistas do que outros? fulano não é de esquerda? abandonaram marx em nome de foucault e nietzsche? os outros são maluquinhos?

    olhe que durante alguns anitos no pcp, nunca vi ninguém levantar argumentos tão musculados e de uma forma tão mecânica como você faz.

    cumps

  11. Carlos Vidal diz:

    O despudor e a falta de senso; leio de Galamba:
    “Tiago,
    posso estar enganado, mas suspeito que conheço mais de marx e dos marxistas do que você. e não me chame de anti-comunista nem me fale de cartilhas, pois tal só mostra que você não me lê nem nunca me leu.”

    É preciso ter-se a cabeça nos cotovelos. Francamente!

    “Sei mais de marxismo que você” ??
    O que significa isto, vindo de um mero autodidacta que nada tem publicado sobre nada de relevante, em nenhum lugar relevante??

  12. ó vidal, de onde é que tiraste essa ideia de que sou um autodidacta?

  13. FEUNL, economia, LSE, department of government e FCSH, departamento de filosofia. Se quiseres saber mais coisas, sugiro que contactes professores das respectivas faculdades. Fica a sugestão

  14. Carlos Vidal diz:

    J. Galamba
    O único dado que tenho de J. Galamba é de ser formado em economia e doutorando em filosofia. Nada mais. Portanto, julgo poder considerar J. Galamba um autodidacta na área da filosofia.

    Ponto 2, muito mais importante:
    Acho de uma desfaçatez sem limites alguém sem obra (livro, livros) publicada, sem um ÚNICO (!!) artigo relavante sobre um único assunto relevante numa única publicação relevante, vir aqui dizer que “julga que sabe mais de marxismo que você”, palavras dirigidas a outrem, ainda por cima um dos mais interessantes autores deste espaço.

    Ponto 3:
    Mais do que eu ir “questionar professores”, gostaria que o senhor J. Galamba aqui apresentasse (como se pede em auto-avaliação universitária), seis a doze títulos de textos/livros (de preferência livros) publicados com referee (ISBN, etc), e desde que em publicações relevantes (!), já agora nos “terrenos” da filosofia e nos do marxismo, sff.
    Se não os tem ou se aquilo que tem faz rir, gostaria que não mais aqui viesse dizer a ninguém “sei mais do que X”.
    Porque eu sei que não sabe!
    OK ??

  15. ai sabe? e sabe como?

  16. Carlos Vidal diz:

    Repito:

    «Mais do que eu ir “questionar professores”, gostaria que o senhor J. Galamba aqui apresentasse (como se pede em auto-avaliação universitária), seis a doze títulos de textos/livros (de preferência livros) publicados com referee (ISBN, etc), e desde que em publicações relevantes (!), já agora nos “terrenos” da filosofia e nos do marxismo, sff.
    Se não os tem ou se aquilo que tem faz rir, gostaria que não mais aqui viesse dizer a ninguém “sei mais do que X”.»

    E boas festas.
    CV

  17. jacuzzi diz:

    department of government LSE,

    LOL geral! De chungas tugas a fazer mestrados de meia tigela esta’ Londres cheia. Acredita que ja ensinei a minha quota parte. Claro que o caminho a seguir era Filosofia em Harvard mas nao, estamos de volta ‘a podridao da FCSH. vai Galamba, tu conseguers

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