Os Pinossócrates

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Um grande democrata, segundo Tomás Vasques, aponta a arma a um jornalista perigoso. Ler um blogue, convertido à bondade histórica dos émulos de Pinochet, é uma surpresa constante. Nas suas linhas pode-se ler uma crítica ao facto do Avante não ter condenado a intolerável repressão no Irão, ao lado de um post que apoia os golpistas das Honduras. Há gente que não aprende. Para eles, a repressão e a violação da democracia não são condenáveis em si mesmo. Dependem da bandeira de conveniência. Nem sequer os EUA compartilham, hoje, este tipo de ponto de vista, mas há malta que continua fiel à herança da Escola das Américas. São uma espécie de Pinossócrates.

Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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