Deste PS eu gosto, em suma


(Carolina Patrocínio, no “Novas Fronteiras”)

Sinceramente, ia escrever sobre o assunto, mas o meu colega Nuno Ramos de Almeida e o sempre atento João Gonçalves, desse espaço crítico irredutível que é o Portugal dos Pequeninos já o disseram melhor do que eu; isto, concretamente:
«Reparem nos “independentes do PSD” – é o título sui generis do “Diário de Notícias” que, julgo, ainda não é a “Acção Socialista” – com quem Sócrates conta como “grupo de reflexão”: José Miguel Júdice, mandatário de António Costa em Lisboa e, de há muito, “socrático” convicto que só amuou por causa do Porto de Lisboa, o Mexia da EDP, o Carrapatoso da Vodafone e, last but not the least, o presidente da PT, o sr. Granadeiro, com quem aparentemente só fala de pastéis de bacalhau. Já nas velhas “Novas Fronteiras” (informa o mesmo jornal) vão aparecer “esquerdinos” alegadamente convictos e “cultos” como o blogger João Galamba que escreve com a D. Câncio. A “união nacional” – a dos interesses – promete.»

Mas, atenção, há que juntar a estas iniciativas – encontros secretíssimos (segundo o DN) com Júdice e António Mexia – o manifesto de economistas recentemente assinado por “socialistas” e “bloquistas”, com Francisco Louçã, mais cedo do que eu esperava, lá muito bem integrado.
É um sinal para o futuro próximo. Uma estrela para guiar os novos magos: palavras para quê, é o manifesto dos “51” em resposta em cima da hora e nos timings do PS ao manifesto dos “28”, desenvolvendo a agenda do PS: os chamados, pelo PS (!!), “investimentos públicos”!!!
Enfim, apetece-me mudar de ares, e é o que vou fazer já no post seguinte.
Até já.

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3 respostas a Deste PS eu gosto, em suma

  1. almajecta diz:

    grandes platonismos e neo-platonismos agora com filosofo auto-didacta, o bloco 51 mui famoso e glorioso e ainda em casamento concupiscente servil, voluntário total. “É que” na disneyland promove-se a festa da guitarra em primeira mão, linearidade fosga-se, gente aos montões, variante de culturas regionais. Agora é que vai.

  2. orabem diz:

    Tratam logo de destruir pessoas

  3. “o manifesto dos “51″ em resposta em cima da hora e nos timings do PS”

    Isso é sectarismo. O timing para defender políticas de emprego é irrelevante.

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