Preços baixos: piorámos muitíssimo nos últimos 20 e tal anos

Em 1980, ouvia-se “Doce”. Menos mal e, por vezes, muito curioso (revejo, confirmo).
Ontem, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, sr. A. Costa, foi a um piquenicão ouvir o Tony Carreira.
Eládio Clímaco não estava presente.

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10 respostas a Preços baixos: piorámos muitíssimo nos últimos 20 e tal anos

  1. almajecta diz:

    Aprovado, Aguarda Aprovação do grande vereador do urbanismo da C.M. de Lisboa, BEM BOM em essência transcendente do pequeno representante de Deus na terra. E ainda a epifania no largo da academia do Jimmy.

  2. Pingback: cinco dias » Pimba gaulês

  3. almajecta diz:

    Faltam o Jimmy, o Quim, o Emanuel, a Mónica Sintra, o Nel Monteiro e o André Sardet, entretanto em investigação e ou silenciamento nos Estudos Portugueses (variante de culturas regionais) da unl.
    “Gostaríamos ainda de salientar acerca deste fenómeno social que verificámos que ao lado de certo tipo de comportamentos que demonstram uma total repugnância por esta música, considerando-a como música sem qualidade ou de qualidade duvidosa, coabitam outros que traduzem a mais fervorosa e quase fanática dedicação e no que diz respeito ao papel que este género de música pode ter, é importante referir que devido ao carácter simples das suas letras, com as quais muitas pessoas se identificam, estas canções chegam a desempenhar um papel como que de catarse social, contribuindo para aliviar as tensões do dia-a-dia e combater o stress característico duma sociedade moderna e onde predomina uma cultura de massa.”
    Caldeira Cabral, Graça e Modernismo, jamais.

  4. Não existe comparação possível, Carlos. Tem razão. As Doce foram algo de novo num país habituados a fulanas tipo-canhão-da-Flandres, a cantar quase “emburkadas”, de bigode e rictus labial bem tenso. Apesar de tudo, isto foi uma novidade.

  5. Carlos Vidal diz:

    Além disso, caro nuno castelo-branco, o seu pioneirismo foi claro em muitos itens: foram precursoras das girls bands recentes (as dos 90s não lhes chegavam aos calcanhares) e eram visual e eroticamente irrepreensíveis: zeitgeist puro.

  6. Exacto Carlos. Quando digo isso, dizem logo que sou …”piroso, popularucho, comercialóide”… etc. Quando chegaram as Bananarama, as Spicegirls e sucedâneos, não foram nada mais que isso mesmo: ersatz. Para nem sequer valer a pena falarmos daquilo que representaram num país onde só se f… às escuras, às escondidas e dentro de portas. Ajudaram em muito o progressivo mudar das mentalidades. Afinal, as mulheres sempre podiam vestir-se de forma diferente, deixando para trás as saias plissadas aos quadrados, as meias de vidro pelos joelhos os travessões à colegial e outros items que hoje, curiosamente, fazem as delícias dos apreciadores do estilo “lolitas”, arranjando por isso mesmo, grandes sarilhos com a justiça ;). Mesmo que bastas vezes as ditas cujas não passem de “spinsters” já muito amadurecidas pelo sol das praias de vários mares e oceanos. Lembra-se de uma tal Cinha? Pois…

  7. almajecta diz:

    Aprovado já pelos Hush…Huss, Sweet Charlotte, The African Queen e Summertime dos anos 50, já Aguardadando Aprovação pela lesbian feminist philanthropist, imagina a implosão lá p’ra Outubro. Posta aí o La Novia do António Prieto.

  8. doce diz:

    Não sei para que tanto negativismo em relação à música de Tony Carreira. Tem voz, tem sucesso. Outros países possuem o Cliff Richard e nada de mal lhes aconteceu. Também com grandes audiencias e até a ir ganhar festival da canção

    Congratulations e jubilations! lalalalalalallal

  9. A miúda mais à direita é a mulher do “Genial e Leal Líder” Pedro Passos Coelho

  10. almajecta diz:

    não te ponhas a pau , não!
    P’las últimas dos passados vinte anos de escoria das noites em zeit e volkgeist ainda acabas num futuro breve por ser integrado em o seio da lesbian feminist philanthropist. Te cuida, viu… O Bloco tá ficando rosa, ouviu…

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