Será preciso citar-me? (To whom it may concern)

Pensando eu que é o marxismo a força da política, e não a religião (ou, pelo menos, daquilo que merece o nome “política”), não posso concordar com as análises extremamente originais de Foucault sobre a “revolução” iraniana. (Num post meu, em baixo.)

Posso achá-las originais e discordar completamente delas, evidentemente.

De resto, sim, continuo também a achar que uma “paz perpétua” com Israel, da parte de quem lhe resiste (seja em forma de país, seja em forma de movimento) no “mundo árabe/islâmico” é, para já (e ainda mais com Netanyahu!!), deveras prematura.

E, já agora, a implosão de uma coisa chamada “República Islâmica” seria algo a aplaudir (e deve estar por pouco).

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2 respostas a Será preciso citar-me? (To whom it may concern)

  1. Dr. Alisando Cresce diz:

    Quando ouço um comuna a falar dá-me logo vómitos…porque será?
    O senhor Carlos Vidal saberá responder?

  2. Carlos Vidal diz:

    Sei, sim senhor.

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