Celebrando as democracias futuras (porque, repita-se, “liberdade não é anarquia”)

[Depois ler, de Susan Sontag, Under the Sign of Saturn, 1972]

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3 Responses to Celebrando as democracias futuras (porque, repita-se, “liberdade não é anarquia”)

  1. almajecta diz:

    Já que ninguém comenta e tu estás a chatear os nossos bons comentadores da prometida e a meter-lhes medo com os comboios, deixemos o conteúdo para outros, posso num primeiro olhar com vontade afirmar que do ponto de vista formal revela uma grande artista, iniciou muita coisa, mas não nasceu ensinada apesar das subidas á montanha, mais a recolecção da edelweiss, tem muita qualidade e funciona, repara nos planos das perspectivas, nas diagonais descendentes e na montagem. Talvez seja da grande escola alemã vinda do expressionismo tendo-se desenvolvido nos anos 30-40 na UFA. Também não é preciso espremer. Muitos destes realizadores principalmente os da prometida foram para os E.U.A e pariram quase tudo o que lá se fez até aos anos 60. Não necessitas justificar-te com a Sontag, nós sabemos que o Born under Saturn, the Character and Conduct of Artists, em bom, foi editado em 1963 pelos Rudolph and Margot Wittkower. Vai ler a paixão e crime na vida de Cellini e deixa-te de provocações.

  2. Nunca seria possível uma leninha destas triunfar cá pelo burgo, por muita vontade que tivesse. Sabes que eu sou um democrata (liberal), acima de qualquer suspeita portanto, mas, confesso, acho que nestas coisas o nosso amigo adolfo tinha razão.
    (só tu alma para encontrares correspondências em comboios de e para a terra prometida).

  3. almajecta diz:

    Pois sim hierarca vocacionado para a pintura bem como para seu corolário, a grande arquitontura, enganou-se e foi p’rá política, a maior de todas as artes. Aplica-te, transpira e deixa a camara de loures esse grande alfobre de demo-liberais.
    P’ra mim é mais a floresta em movimento, mobilização total, massa e poder e tal, mas isso não interessa nada. Interessa é que funcione e tenha muita qualidade para além da quantidade, (e é aqui que entra a carrugem do Nicolau Tolentino).

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