
«Primeira parte:
“Leia em voz alta: ‘Agora vou distribuir as provas. Deixem as provas com as capas para baixo’; ‘Podem voltar as provas. Escrevam o vosso nome no espaço destinado ao nome’; ‘Querem perguntar alguma coisa?’”
“Desloque-se pela sala, com frequência”, “Rubrique o enunciado no local reservado para o efeito”.
“Leia em voz alta: ‘Ainda têm 15 minutos’; ‘Acabou o tempo’. ‘Estejam à porta da sala às 11h e 20 minutos em ponto’. ‘Podem sair’”.»

Segunda parte:
“Leia em voz alta o seguinte: ‘Agora vão iniciar a segunda parte da prova. Podem começar. Bom trabalho!’”
“Recolha as provas e os rascunhos”. “Mande sair os alunos, lendo em voz alta: ‘Podem sair. Obrigado pela vossa colaboração!’”»





Haverá dúvidas? a nudez do enunciado é papel químico da nudez exposta, e o seu rigor, as “perfeitas formas”.
Ah! isto sim, finalmente uma prova superior ás da era veiga simão. Grande qualidade, conteúdo, poética e valor pedagógico-didactico, viva a DREN, a 5 de outubro mais o lindinho de coimbra em administra. Qualidade, quantidade, tradição francesa mui pela ciência e competência partilhada. Assim sim, fiquei fã do nominalismo e da coisa da coisa em autodidacta aplicado e transpirado. Quando é a próxima prova?
Ó Grande Jecta, a próxima prova, portantos.
Tentaremos evitá-la, e levar a Setembro o menor número possível de alunos. Exige-se que se repita isto quantas vezes?? Por isso, tentaremos riscar a época de Setembro. Até porque, com Bolonha, o 6º ano passa a primeiro, e o 1º a mestrado, e assim sucessivamente.
E também gostei da leitura de Adão Contreiras: de facto, imagine-se a perfeita forma vocabular da frase: “Acabou o tempo”, etc. Pérolas.
que maravilha
isso do tempo e do espaço não interessa nada, o observador esse sim em sua hermeneuse auto centrada é que é importante, portantos. não esquecer as três épocas de inscrição nos cursos de franco atirador e autodidacta de café em si. Todo o resto é academia, chateza, aborrecimento, gesto e atitude.
Arte! até que enfim, Carlos.

fónix tava a ver que não saías do Malevicth. Dá-lhe aí com o Derrida o kant e demais defuntos. A sotôra de Espinho foi só a primeira vítima do que está para vir. Deixa arrancar a sério a “educação sexual” nas escolas e coisas destas vão ser o trivial. A cueca molhada é para lavar em casa.
esta 3ª imagem sobretudo anuncia a partir do óptico a presença de um código sintagmático preciso, a precisão contemplativa e a matriz rigorosa do mesmo não está sempre patente, como corresponde nos casos mais estruturais ao carácter latente da filosofia oriental e tal. A presença deste sistema e código de temática de ordem vincula a tendencia actual com as ciencias estruturais e lógico-matemáticas. Neste sentido podemos falar de relação entre o orientalismo e a vanguarda experimental. Uma instauração de estado estético de alta determinação física, insiste mais na relação dos diversos elementos do reportorio material que nos termos da relação.
“escrevam o vosso nome no espaço destinado ao nome”; repare-se como, “nome…..nome” se assemelha às refulgentes nádegas da superior imagem! e, a pronuncia nooomme, na leitura intima de olho fechado, se arredonda qual superfície daquelas.
Apetecia-me divagar, …,
De pronto por um inexplicavel fenómeno de alteraçao de linguas o professor sueco començou a dar a aula em portugués…
ó professor Vidal olhe que com bonecas lindas destas não se consegue ter atençaõ e ler nada do resto do post…
Carlos,
Aqui no Blogue, a fracção machista-leninista está a pensar trocar-te pela esforçada senhora
Ó Nuno, olha que eu não sei se a senhora completou o 6º ano de escolaridade.
Se não completou, atenção, teria sido por causa do professor dela não ter dito, no exame, aquilo que o respectivo ministério lhe obrigou a dizer?
Com professores que dizem “amiguíssimos” e “dissestes” e com outros completamente chanfrados (que a de Espinho não é única) nem assim lá chegam.
Com a sra. Lurdes Rodrigues “hádem” lá chegar (parafraseando uma conhecida frase de Jorge Coelho). Hádem ver!