Isto de suportar jugulares não é para todos! Mirem a foto: vejam como elas se colam!


(sem comentários: obra dos Chapman)

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5 respostas a Isto de suportar jugulares não é para todos! Mirem a foto: vejam como elas se colam!

  1. Bem esgalhado. Aquilo está cassete … disco riscado …nem por lá estaciono … ( dei 1 olhar de esguelha … Y é Medenho … Pufffff )

    …..
    Descubri um Twitter Americano-Comunista. Um Luxo. Como eu tenho dó de quem vai ler lixeirada ao Jugular … ler as coisinhitas tadinhas das cabeças borolentas com lantejoulhas de carnavais tristes.
    ……….
    PS.: O Socras podia ir mas erafazeos anúncio da nespress :)))

    ….
    Vê lá se largas os blogs Y vai tb para o Twitter arejar essa mente … Y não façasa figurita lastimável Y triste do “Twitt-condomínio” … Vale. Trata-te bem …
    ….
    Cumprimentos ao Almajecta qd aparecer …

  2. La Española diz:

    ¡Mira que guapas son las chicas! Muy idénticas, casi siameses.
    ¡Me gustan muchísimo las caricaturas!
    ¡Vale!, ¡Vale!, ¡Vale!

  3. Ignorante diz:

    O Jugular é o lar de quem?
    Que carinhas tão larocas! Moram por lá?

  4. almajecta diz:

    Elles sont de plus en plus nombreuses, dans nos sociétés modernes, à vivre seules. Voie difficile pour ces femmes défiant une norme sociale qui les destinait au couple et à la famille. Choix diffus qui ne s’effectue pas en une fois et traduit souvent un attachement progressif à l’indépendance que leur a fait goûter cette période de leur existence. Derrière ces vies en solo se dissimulent moins la détresse et la révolte qu’un sentiment de fragilité, l’expérience d’une identité en question. Avant-gardistes timides et involontaires, ces femmes avancent à petits pas sur une trajectoire d’autonomie dont nul sociologue n’est capable de donner l’équation mais dont tous s’accordent à reconnaître l’importance : elles sont “dans l’œil du cyclone” de la dynamique de l’individualisation. Et le “Prince charmant” dans tout cela ? Figure masculine très présente dans l’imaginaire de la femme seule, il n’a toutefois plus pour vocation de libérer sa bien-aimée de la solitude ; il l’accompagne au contraire dans son itinéraire indépendant. La Cendrillon d’aujourd’hui se sert de ses rêves pour rester à distance de tous les carrosses que lui propose la société, de peur de se réveiller un beau matin enfermée dans une simple citrouille.

  5. a cientísta diz:

    A violência entre lésbicas existe na nossa sociedade, porém, é um assunto tratado de uma forma muito velada, inclusive dentro do próprio meio LGBT. Neste último caso, as vítimas que procuram auxílio em uma delegacia sofrem duplamente – primeiro pela violência já sofrida e segundo – o preconceito por serem homossexuais, já que a polícia brasileira no geral, não possui profissionais preparados para atender esse tipo de caso. Isso se explica a quantidade de casos que acontecem desse gênero. Nós sabemos que eles existem, mas eles não são levados em conta nas estatísticas simplesmente porque a mulher lésbica agredida prefere o silêncio do que vir a se expor. Tornando-se bem evidente se formos levar em consideração a classe social dessa lésbica: quanto maior o grau de estudos e de posição social, menos essas mulheres vão procurar seus direitos por medo de ter que expor a vergonha de ser agredida e principalmente, em ter que revelar-se homossexual.

    É evidente que a violência doméstica entre lésbicas de um poder aquisitivo e de instrução maior aconteça, mas são casos abafados pelas duas, a agressora e a agredida. Geralmente pela posição que ocupam no trabalho, assim como em outros âmbitos sociais, elas preferem manter-se na já vivida invisibilidade lésbica. É praticamente impossível para uma lésbica como essa, que sempre procurou não expor a sua sexualidade para a família e para a sociedade, chegar a uma delegacia dizendo que apanhou da sua companheira.

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