E para terminar as minhas incursões no dia mundial da família, eis a família de RICHARD BILLINGHAM

Note-se que Billingham é uma das mais impressionantes revelações da fotografia britânica dos anos 90, é expoente da geração “YBA”, Young British Art, e a colecção Saatchi, a mais atenta (por vezes, “excessivamente”) da nova arte britânica, incluiu Richard Billingham na mais polémica exposição colectica da arte britânica das últimas décadas, a Sensation (1997).

Foi ainda finalista do Turner Prize em 2001. Sobre ele escreveu um dos mais respeitados fotógrafos do século XX, Robert Frank, claro: “Flash into the face of Mom and Dad. A British family-album so cool that I can see and hear what goes on between the frames. No room for judgement or morality… Reality and no pretence. Richard Billingham is the son and he knows- his family” (Ray’s a Laugh, Scalo, 1996). Vamos às fotos (apenas duas):

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8 respostas a E para terminar as minhas incursões no dia mundial da família, eis a família de RICHARD BILLINGHAM

  1. Ironia Suprema diz:

    Não sei o que por aqui é apetitoso: a estética? a comida? ou esta concepção da família?

  2. almajecta diz:

    Elles sont de plus en plus nombreuses, dans nos sociétés modernes, à vivre seules. Voie difficile pour ces femmes défiant une norme sociale qui les destinait au couple et à la famille. Choix diffus qui ne s’effectue pas en une fois et traduit souvent un attachement progressif à l’indépendance que leur a fait goûter cette période de leur existence. Derrière ces vies en solo se dissimulent moins la détresse et la révolte qu’un sentiment de fragilité, l’expérience d’une identité en question. Avant-gardistes timides et involontaires, ces femmes avancent à petits pas sur une trajectoire d’autonomie dont nul sociologue n’est capable de donner l’équation mais dont tous s’accordent à reconnaître l’importance : elles sont “dans l’œil du cyclone” de la dynamique de l’individualisation. Et le “Prince charmant” dans tout cela ? Figure masculine très présente dans l’imaginaire de la femme seule, il n’a toutefois plus pour vocation de libérer sa bien-aimée de la solitude ; il l’accompagne au contraire dans son itinéraire indépendant. La Cendrillon d’aujourd’hui se sert de ses rêves pour rester à distance de tous les carrosses que lui propose la société, de peur de se réveiller un beau matin enfermée dans une simple citrouille.

  3. Camelo no buraco da agulha? diz:

    Auteur inconnu (pas con nu): ce qu j’aime (geme?) le plus c’est les carrosses e la citrouille. Ça marche beau cou bien.
    Oh q’eu mais lui est imo é cou mais lui des ese jo.
    Big bisou 😉

  4. almajecta diz:

    imagens?
    S. Paulo: “Sabemos que um Ídolo é nada”. Não que ele pensasse que uma Imagem em Metal, Pedra ou Madeira fosse nada; mas antes que aquilo que, na Imagem, louvavam, ou temiam, ou que tomavam por divindade era um simples Fingimento, sem outro lugar, habitação, movimento ou existência que não fosse nas congeminações do Cérebro. E a adoração disto com Honras Divinas é o que, nas Escrituras, se chama Idolatria.

  5. Ironia Suprema diz:

    A voz do Grilo pensante:
    Há uma espécie “humana” repelente, repulsiva.

    É ver alguns políticos e outros animais em cáfila, desfilando pelo mundo fora, apresentando-se tão senhores das suas “verdades irrefutáveis”.
    Arremessam e projectam nos outros a lama que coleccionaram na alma, acreditando (piamente?) que dessa forma os atingem. Invariavelmente, a lama faz ricochete, volta ao dono que tanto a estima e cultiva.
    Não se respeitam nem a si próprios, muito menos a quem se cruza pela frente. Tanto querem controlar e humilhar os outros que nem notam a auto-humilhação e o quanto estão auto-engaiolados.
    São tão alienados de si próprios, pensam que cativam ou meramente que agridem (só se deixa agredir quem partilha de tal atitude), porém quem tem residência fixa no cativeiro e na lama, são mesmo os próprios. (Mas que ironia!)
    (Alguma vez aprenderão a ser gente?)
    Claro, que se lhes puserem à frente um espelho com a imagem bem reflectida, nem aguentam a qualidade do “feedback”, são os que mais negam, desmentem e juram que é tudo falso.
    São presas de si próprios, incapazes da mais básica sinceridade, genuinidade, moram na lama que tanto estimam e cultivam.

    E nisto tudo, saltam aos olhos umas boas verdades. Cada um segue o caminho que escolhe. Assim se escolhe de que “espécie” a gente se distancia. Não deixa de ser curioso observar e mostrar a fotografia da “figurinha”. Ora, isto não é irónico? É uma Suprema Ironia, Ironia Suprema!

  6. Monsiuer Ame sera t il possible de faire reference a vos sources. A nous les imbeciles(?), nous manque votre erudition. Alors si vous voulait etre utille, es que vous nous fairer le plaisir de remetre a votre bibliographie, comme, d’ ailleurs j ai dejá reconmandé a monsieur Vidal.

    Excuse moi my french.

  7. Alien acabada de aterrar no planeta diz:

    Muito a gente se ri cá na nesta Terra.
    Pode-nos faltar dinheiro, não sabermos se mais mês menos ainda teremos o que comer, mas pelo menos sentido de humor e gargalhas não faltam.

  8. almajecta diz:

    aqui vai bibliografia do conceito de alétheia ou epifania e do papel do homem como simples pastor do ser, michael.
    1939: Über den Prozeß der Zivilisation. Soziogenetische und psychogenetische Untersuchungen. Erster Band. Wandlungen des Verhaltens in den weltlichen Oberschichten des Abendlandes and Zweiter Band. Wandlungen der Gesellschaft. Entwurf einer Theorie der Zivilisation. Basel: Verlag Haus zum Falken. (Published in English as The Civilizing Process, Vol.I. The History of Manners, Oxford: Blackwell, 1969, and The Civilizing Process, Vol.II. State Formation and Civilization, Oxford: Blackwell, 1982).
    1965 (with John L. Scotson): The Established and the Outsiders. A Sociological Enquiry into Community Problems, London: Frank Cass & Co. (Originally published in English.)
    1969: Die höfische Gesellschaft. Untersuchungen zur Soziologie des Königtums und der höfischen Aristokratie (based on the 1933 habilitation). Neuwied/Berlin: Luchterhand. (Published in English as The Court Society, Oxford: Blackwell, 1983).
    1970: Was ist Soziologie?. München: Juventa. (Published in English as What is Sociology?, London: Hutchinson, 1978).
    1982: Über die Einsamkeit der Sterbenden in unseren Tagen, Frankfurt am Main: Suhrkamp. (Published in English as The Loneliness of the Dying, Oxford: Blackwell, 1985).
    1982 (edited with Herminio Martins and Richard Whitley): Scientific Establishments and Hierarchies. Sociology of the Sciences Yearbook 1982, Dordrecht: Reidel.
    1983: Engagement und Distanzierung. Arbeiten zur Wissenssoziologie I, edited by Michael Schröter, Frankfurt am Main: Suhrkamp. (Published in English as Involvement and Detachment. Contributions to the Sociology of Knowledge, Oxford: Blackwell, 1987.)
    1984: Über die Zeit. Arbeiten zur Wissenssoziologie II, edited by Michael Schröter, Frankfurt am Main: Suhrkamp. (Published in English as Time. An Essay, Oxford: Blackwell, 1991).
    1985: Humana conditio. Betrachtungen zur Entwicklung der Menschheit am 40. Jahrestag eines Kriegsendes (8. Mai 1985), Frankfurt am Main: Suhrkamp. (Not available in English).
    1986 (with Eric Dunning): Quest for Excitement. Sport and Leisure in the Civilizing Process. Oxford: Blackwell.
    1987: Die Gesellschaft der Individuen, edited by Michael Schröter, Frankfurt am Main: Suhrkamp. (Original 1939, published in English as The Society of Individuals, Oxford: Blackwell, 1991).
    1987: Los der Menschen. Gedichte, Nachdichtungen, Frankfurt am Main: Suhrkamp. (Poetry, not available in English).
    1989: Studien über die Deutschen. Machtkämpfe und Habitusentwicklung im 19. und 20. Jahrhundert, edited by Michael Schröter, Frankfurt am Main: Suhrkamp. (Published in English as The Germans. Power struggles and the development of habitus in the 19th and 20th centuries, Cambridge: Polity Press 1996.)
    1990: Über sich selbst, Frankfurt am Main: Suhrkamp. (Published in English as Reflections on a life, Cambridge: Polity Press, 1994).
    1991: Mozart. Zur Soziologie eines Genies, edited by Michael Schröter, Frankfurt am Main: Suhrkamp. (Published in English as Mozart. Portrait of a Genius, Cambridge: Polity Press, 1993).
    1991: The Symbol Theory. London: Sage. (Originally published in English.)
    1996: Die Ballade vom armen Jakob, Frankfurt am Main: Insel Verlag (Drama, not available in English).
    1998: Watteaus Pilgerfahrt zur Insel der Liebe, Weitra (Austria): Bibliothek der Provinz (Not available in English).
    1998: The Norbert Elias Reader: A Biographical Selection, edited by Johan Goudsblom and Stephen Mennell, Oxford: Blackwell.
    1999: Zeugen des Jahrhunderts. Norbert Elias im Gespräch mit Hans Christian Huf, edited by Wolfgang Homering, Berlin: Ullstein. (Interview, not available in English).
    2002: Frühschriften. Frankfurt am Main: Suhrkamp. (Early writings, not available in English.)
    2004: Gedichte und Sprüche. Frankfurt am Main: Suhrkamp. (Translations of poems in English and French).

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