A verdade do 25 de Abril foi (é) o PREC (II)

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Guy-Ernest D.

“O objectivo principal dos revolucionários portugueses deve então ser: fazer da situação actual uma verdadeira revolução do nosso tempo. Eles devem, denunciando o espectáculo mundial, e o ‘espectáculo revolucionário’ da nascença a posteriori de uma democracia burguesa, expor um programa mínimo de uma tal revolução. Esse programa mínimo depressa se encontra: é tudo o que pode ser realizado, dito e escrito de mais avançado no mundo no mundo nos últimos dez anos. Mas, sobretudo: expor através de uma perspectiva revolucionária deve sempre consitir na explicação e descrição daquilo que se passa dia após dia; e jamais ficar satisfeito com a proclamação ridícula e abstracta de objectivos genéricos.”

(ainda a lucidez de Debord na mesma carta do post anterior – a continuar)

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