ALGUÉM DUVIDA ?……………..

Voltando ao mesmo assunto, ao meu post em baixo sobre os estudantes de Castelo de Vide no tempo de antena do PS:

– Num país com uma chamada e muito útil consciência cívica elevada, suponhamos a Alemanha ou França, alguém duvida que a ministra responsável pela área do sucedido seria forçada a demitir-se?

– Alguém duvida que algumas famílias processariam judicialmente o partido do governo?

– Alguém duvida que o caso teria forçosamente mais desenvolvimentos e consequências do que está a ter pelas nossas bandas?

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8 respostas a ALGUÉM DUVIDA ?……………..

  1. Camelo no buraco da agulha? diz:

    Claro que alguém duvida.

    Claro que alguém duvida.

    Claro que alguém duvida.

    Claro que cansa tanta busca de questiúnculas.

    Claro que só chateia quem não tem outros objectivos que não o implicar permanente.

    Noutras escolas não houve qualquer embirração, só porque foram informados.

  2. rosarinho diz:

    Não tenho dúvidas nenhumas. Aliás tenho uma amiga dinamarquesa que de cada vez vem a Portugal, mostra-se chocada com o que por cá vê. Nomeadamente, ruas com obras durante meses sem fim. Põe-se alcatrão, tira-se alcatrão… volta-se a pôr alcatrão… E comenta muitas vezes: Isto na Dinamarca seria absolutamente impossível. Os cidadãos nunca o permitiriam.

    O problema é que de facto o cidadão-comum alheia-se ou resigna-se.

  3. maria monteiro diz:

    Fotografia dum cidadão-comum?
    “Num determinado departamento existiam quatro funcionários chamados Toda-a-Gente, Alguém, Qualquer-Um e Ninguém. Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a-Gente tinha a certeza que Alguém o faria. Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez. Alguém zangou-se porque era um trabalho para Toda-a-Gente. Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas Ninguém constatou que Toda-a-Gente não o faria. No fim, Toda-a-Gente culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualque-Um poderia ter feito. Foi assim que apareceu o Deixa-Andar, um quinto funcionário para evitar todos estes problemas…”

  4. José Seabra diz:

    Se fosse na escola das minhas filhas, aí meus amigos…
    Por menos, muito menos, já fui muito mais longe do que estes pais.
    Mas se não são os pais individualmente a intervir, então as suas organizações representativas (Associação de Pais, Federação Regional das APs e CNIPE, sabendo nós que a CONFAP está refem e ao serviço da ministra e do governo) devem agir em conformidade, indo até aos tribunais se necessário for.

  5. Camelo no buraco da agulha? diz:

    Duvido que a ministra se demitisse!
    Duvido que algumas famílias processassem o partido do governo!
    Duvido que o caso tivesse forçosamente mais desenvolvimentos e…

    Conheço muitas pessoas que terão as mesmas dúvidas!
    Aposto que metade da população terá as mesmas dúvidas!
    O país real não vive dessas fantasias!

    Onde estão os loucos da nave?

  6. Carlos Vidal diz:

    Camelo no buraco da agulha, fala-me em país real. Muito bem.
    Está pois a falar-me em Portugal, sim eu sei.
    Mas eu não estava a falar em Portugal.

  7. Camelo no buraco da agulha? diz:

    Carlos Vidal,

    Devemos falar do que conhecemos (real) e contribuir para que melhore.

    Uma (duas, tês) das maneiras será:

    – Através da educação na Família
    – Pela formação na Escola
    – Com intervenção na Sociedade

    Mas sempre pela positiva: fazendo!

    Como acontece na Alemanha, Dinamarca, Finlândia, França, Hoalanda, … ?

    Tem um carro todo espatifado, sem manutenção, mete-lhe gasóleo em vez de gasolina, pega d’empurrão, faz uma fumarada… e ‘vinga-se’ a dizer mal da (sua) marca e a gabar a BM e a Audi?

    Qual é a receita?

  8. Camelo no buraco da agulha? diz:

    mas há muito o “paradigma d’Hobro” ensinou que sim, que há volta a dar, com boa dose de optimismo, fé e empreendedorismo, pés a caminho com alegria e mãos à obra para desatar a aprender e ensinar, com tem que ser quando é preciso avançar!!!

    PS – Hobro é uma localidade dinamarquesa onde às tantas tudo acabou, indústrias a fio fecharam todas (isto no século XX) e a população voltou à escola a aprender e ensinar para lutar contra a desertificação e o apagamento; hoje integra uma comunidade maior e mantém um conjunto de actividades (serviços, construção, cultura e turismo) que a salvaram do completo desaparecimento, a poder da mudança de paradigma para a construção de novas oportunidades

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