To whom it may concern: um lugar sem cabalas, “campanhas negras” e sem jornalistas eivados de baixeza (adequado a primeiras-damas)

nuns1

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38 Responses to To whom it may concern: um lugar sem cabalas, “campanhas negras” e sem jornalistas eivados de baixeza (adequado a primeiras-damas)

  1. Fico sempre verde de inveja de quem tem assim ideias simples e to the point! Darn!

  2. rosarinho says:

    Já chorei de tanto rir com esta visão iluminada…
    Obrigada por este momento de contemplação da LUZ!
    Brilhante!

  3. Camelo no buraco da agulha? says:

    Chorar faz bem, especialmente a quem a coisa (lágrima) logo ali ao cantinho do olho ;-)

    http://oniroscopia.blogspot.com/2007/05/lacrimoterapia-de-alice-vannoy-y-la.html

  4. rosarinho says:

    O Senhor da Agulha fala em que dialecto?
    Há dialectos que não entendo, nem me esforço por entender.

  5. maria monteiro says:

    Podia servir para campanha politica

    O voto é
    a liberdade de cada um,
    a consciência de cada um,
    e como é importante que essa opção seja consciente

    Nós consagradas votamos em quem muito bem entendemos

  6. Camelo no buraco da agulha? says:

    maria monteiro

    Tem toda a razão!
    Mas não deve ter atentado na maldade escondida (dialecto?) na legenda ;-)

    rosarinho

    O Senhor da Agulha não quis ser “trafulha”
    e não quer que se esforce por tão pouca bulha!

    Chorar faz bem, entende?
    Quanto ao resto,
    aqui manifesto
    que ao ‘quem’
    lhe falta ‘tem’

  7. Carlos Vidal says:

    camelo no buraco da agulha, qual legenda?
    Está a referir-se ao título (do post) ?

  8. ezequiel says:

    a primeira da esquerda e a quarta a contar da esq para a direita são giras.
    :)

  9. rosarinho says:

    Carlos,

    Personal weather forecast:

    Tempo nebuloso, muito encoberto… Há ainda quem acalente o sonho louco – o da chegada de D. Sebastião, quer acredite no seu regresso ou não… Talvez fiquem as energias redobradas, por ser lhe negada toda a razão – a completa impossibilidade de tal concretização…

    E por que será que – lá ao fundo – mesmo junto à linha do horizonte, se entrevê, por nítidos instantes, num espelho de alta definição, a imagem reflectida de uma farsa político-social (será peste cáfila ou suína? ou ambas?), deveras corrompida, infecta e virulenta, onde não reina qualquer colectiva utopia?
    Delonga-se o olhar estupefacto, observando com nitidez crua, a gritante nudez do – Cadáver do Sonho – a margem para utópica fantasia faz tempos que deu seu último suspiro…
    E ali mais ao cantinho, agiganta-se, em vertiginoso rodopio, uma farsa infindável : é a Terra Sem vida, a “Waste Land” Elliotiana, – (” Looking into the heart of light, the Silence…The nymphs are departed [...] Departed, have left no addresses… I see crowds of people walking round in a circle… HURRY UP PLEASE IT’S TIME… a heap of broken images… Will show you Fear in a handful of dust… Hieronymo’s mad againe… ) – e esta multidão de vivos por fora, mortos por dentro corre inconsciente, num verdadeiro rodopio, acotovelam-se, fintando-se apressados no prosseguir do seu destino, perseguem o camelo e mais a frente, no plano de fundo, a miragem do deserto, que os conduz a lugar nenhum… ou quiçá a uma paisagem ainda mais árida e desoladora… As vozes que escutam, não são as interiores, mas as de forças exteriores, legislando a partir da sua sede a Orwelliana Quinta dos Animais, impera a máxima acutilante “All animals are equal but some are [much] more equal than others” , e ali mais ao fundo, avoluma-se a suprema ironia miópica: “all Pigs are Civil and Kind”.

    (Why, Oh why can’t can see it?! How DARE you deny it??)

    De seguida, vem a gradual distância da marcha oficial, aceite acriticamente por um público menos subtil, a recolha aliviada ao abrigo, acompanhada pelo irónico desabafo Larkiniano: “I nearly died [...] Tavelling coincidence [...] there swelled / A sense of falling, like an arrow-shower /Sent out of sight, somewhere becoming rain. (farsa dos “Whitsun Weddings”).
    Premente a elevação do olhar, mesmo apenas através da simples janela cúmplice e amiga, cuja transparência nunca mente:
    “Rather than words comes the thought of high windows:
    The sun-comprehending glass,
    And beyond it,the deep blue air, that shows
    Nothing, and is nowhere, and is endless.” (High Windows)
    Este erguer do olhar é que é Lindo!
    Contemple-se este Céu!
    Tem musicalidade…

    Amanhã: Espera-se bom tempo, faça chuva ou faça sol.

  10. rosarinho says:

    O boletim meteorológico só é válido para amanhã, depois disso só estando com muita atenção ao Tempo.

  11. Camelo no buraco da agulha? says:

    CV

    Será isso (título/legenda) mas como não encontro o texto (post) parece-me ser uma legenda em letras garrafa&s.

  12. Camelo no buraco da agulha? says:

    rosarinho

    FGS – For God Sake ;-)
    Prefira o meu dia-lecto e chore (a bunda n te mente) que ficará divina mente ali viada. Logo o tempo pessoal melhorará duma asse ntada.
    Evitará um ‘mad againe’ e nunca con trairá uma ‘peste cáfila’* (porque não existe… e por isso qualquer camelo a poderá s alvar).

    * propostas para neologismos: cafilar, camelar

  13. m says:

    Está-se mesmo a ver que nunca lidou com freiras. São do piorio , são , são. Intriguistas. Ciumentas. Cruéis. Às resmas .
    Imagine a frustação que sentia se se tivesse metido numa cena que mesmo que queira sair não pode? Elas não têm subsidio de desemprego…muitas não sabem fazer mais nada a não ser rezar e ainda não há profissão de rezadora. Levam porrada do senhor e têm de aguentar. E a frustação há que descarrega-la de alguma maneira , non?
    Não posso com freiras , a não ser as do Almódovar.

  14. rosarinho says:

    Este iluminado convento radioso conjuga tão bem com o título!
    Não podia estar melhor.
    É o que se chama uma: VISÃO!
    Está Brilhante!

    Só tenha pena que o ME não se tivesse lembrado de distribuir Magalhães às servas do Senhor… (serão filhas de um Deus menor?)
    Estariam agora na Campanha do PS (com vozes dobradas) erguendo os Magalhães no ar, agradecendo com toda a ingenuidade ao outro Senhor. Gostava tanto de ver um filme desses…

  15. almajecta says:

    Olhó nível carlos!
    Tambem desejas marchar prá Óropa?
    Acabei de postar as portas del sol para te livrar da imagética escatológica dos bons amigos da direita radical. Aborrecimento este do quanto mais baixo mais audiência em cliques etc e tal. Com tanto blog á maneira, para quê estas diatribes em rábula? E os rigôres e purezas na escrita? Venham daí as ideias.

  16. rosarinho says:

    É mesmo pena não distribuído os Magalhães no convento. Estou a imaginar no coro da Capela, algo do género:
    “Eu tenho dois senhores
    que em nada iguais…”.

  17. Carlos Vidal says:

    Se o post é bom ou não Grande Jecta, não sei. Agora a foto é magnífica.

    Abre-se e irradia como uma pétala, o esfumado dos bordos santifica-se a ele próprio, as mulheres estão igualmente alegres, umas com as outras, o que significa, mais do que reclusão, prazer, esse prazer que conhecemos de Bernini e Teresa de Ávila. Mas aqui não há êxtases, o que aumenta a glória da foto, pois ela deste modo ganha um superior efeito de realidade, modelo de vida, felicidade.

    Lá onde o mundo real se converte em simples imagens, as simples imagens tornam-se seres reais, e motivações eficientes dum comportamento hipnótico. É isto, Grande Jecta, tenho dito.

  18. rosarinho says:

    Carlos,
    Já referi nalgum dos seus posts que dou muitas gralhas.
    Falta-me a paciência para revisão de texto. É assim mesmo…
    (Irei atirar pérolas para o deserto?)

    Ao senhor da Agulha Abro uma excepção, visto que tentou comunicar em inglês em vez de Camelês:
    “Hieronymo’s mad againe…” verso 431 T. S. Elliot
    ttp://www.bartleby.com/201/1.html

    Termino remetendo para Oscar Wilde:
    “Education is an admirable thing. But it is well to remember from time to time that nothing that is worth knowing can be taught.”

  19. Carlos Vidal says:

    rosarinho, as gralhas não são relevantes. Escrevendo muito, as gralhas tendem a ser em maior número. Ninguém escapa a isso. Quanto ao senho “buraco da agulha” trabalha que se desunha. Deve ser um dos poucos “socialistas” que trabalham mesmo muito.
    Glória ao trabalho pois.

  20. almajecta says:

    É mais do que evidente que os êxtases já aconteceram e em evento à priori. Em Gibraltar, Jersey e tal Edens do sublime real e concreto. A transformação aqui não é um simulacro ou sinal de felicidade visto o fotógrafo(a) pura e simplesmente ter pedido para sorrir. Muito riso pouco siso lava mais branco. Esquece as metáforas do lírio roxo e simbolismo concomitante.

  21. rosarinho says:

    Carlos,
    Quando diz que o senhor da agulha trabalha muito… surge-me uma dúvida:
    Refere-se a trabalho intelectual?
    Ou é uma espécie de polícia de serviço?

  22. Carlos Vidal says:

    rosarinho, o senhor “buraco da agulha” faz de tudo um pouco.

    Jecta, quando falas em “os êxtases já aconteceram e em evento à priori”, está a referir-te a off-shores não é verdade?

  23. rosarinho says:

    Carlos:
    Ele até faz costura, bordados e tapetes de Arraiolos?
    Deve, de facto, trabalhar muito.
    Bem, fico-lhe com admiração (!)

  24. rosarinho says:

    PS (salvo seja!), preferível ADENDA à excepção feita a uma agulha com buraco, cuja principal missão é injectar substância tóxica naqueles que “topam” as batotas oficiais.
    Já se deteve um pouquinho a pensar no porquê de ser “againe” no verso elliotiano: “Hieronymo’s mad againe…”? Fará alguma ideia do século em que Hieronymous Bosch viveu? O “eu” poético não tentará reproduzir esta evocação do pintor holandês num inglês semelhante ao falado por Shakespeare? (sim, no inglês do poeta que abanava a pêra, enquanto escrevia lindos versos…).
    E mais não digo, porque eu ando, aqui, por estes posts, não para ensinar (ninguém me paga para tal, teria de lhe apresentar factura, mais 20% de IVA – o terrível) mas – sobretudo – para aprender (aquilo a que a nunca aludo, nem hei-de aludir, pois tem a ver apenas com o meu mundo estimado e reservado – esse não o partilho, é mesmo só comigo…). Há aqui matéria muito fértil… Muitos momentos de cultura e de puro divertimento excêntrico… (isso eu adoro!)
    Quanto a “cafilar”, “camelar”e mais “camaleonar” já tinha descoberto essa terminologia, deram entrada no meu dicionário, mas com o carimbo de estrangeirismos (palavras infiltradas, as malditas!), já no que respeita a “parvar”, esta – sim – é neologismo alegre que pratico diariamente, diverte-me perdidamente… em português e em inglês… e agora que já dei “two fingers of conversation” (em inglês técnico), tenho de ir aos meus afazeres, já chamam por mim… não me posso atrasar mais…
    Despeço-me em português técnico, senhor da agulha, passe muito bem: “o que eu lhe estimo, é o que lhe desejo!” sinceramente. (Pim!)

  25. almajecta says:

    P’lo Hume que me concerne sou p’la transparência e p’la segunda rapariguita a partir da direita exceptuando a Santa ( escultura de santeiro) como é evidente. Transmite semióticamente mesmo em Peirce, ou em transtextualidades, aquela fulguração sonora do sotaque da joaninha que me estesia em demasia. Quanto á poesia tá-se mesmo a ver que são palavras com olhos, p’ra essa temos a visual. Fui claro, ou ainda andas a ler a paleta e o mundo?

  26. Carlos Vidal says:

    Ó Alma, recentemente procurei na net uma boa edição (completa) d’ A Paleta e o Mundo, mas não encontrei. Fui pela net pois não aprecio muito alfarrabistas nem pachecos pereiras (o homem, como gosto artistico-cultural ficou-se pelo Thomas Mann – desde aí não conhece uma letra nem um quadro).

  27. almajecta says:

    Pois eu não procuro, encontro. A boa edição é a cartonada em macilento. Quanto a gostos artísticos aprendem-se, educam-se e suspendem-se, razão tem ele, reparou no lixo editado, descobriu que o conceptual não é arte ou encontrou o Tadzio a ouvir em fulguração o Adagieto da quinta ou a nona pós mortem do marido da Alma.

  28. Carlos Vidal says:

    Problema dele, caríssimo Jecta, se apenas soube encontrar o Tadzio.

  29. Camelo no buraco da agulha? says:

    rosarito

    Tinha proposto (seriamente) que aproveitasse para chorar (abundantemente) pois acredito que chorar faz bem (mesmo de riso) e, aliviando esse presságio de mau tempo pessoal, evitasse mais um ‘mad againe’ (que é sempre destruidor).

    Quanto ao ensinar (como ao aprender) seria interessante que não se lhe ocorresse logo o facturar, pois daí decorre muita miséria social.

    Quando se fartar de parvar (ou de camaleonar) pode sempre re-parvar… e assim sucessivamente… tanto em neologês como em inglês (técnico) já que isso o/a diverte perdidamente (mas não se perca, para não se atrasar mais).

    O seu português técnico é brilhante na poesia e assenta-lhe como uma luva (não devia despi-la nunca, para não se expôr, peste cáfila!).

    Gostei da despedida (Pim!) e acrescento ‘Treta!’

    “The central doctrine of Christianity, then, is not that God is a bastard. It is, in the words of the late Dominican theologian Herbert McCabe, that if you don’t love you’re dead, and if you do, they’ll kill you.”–Terry Eagleton

  30. Camelo no buraco da agulha? says:

    Para que serve invocar T.S.Elliot e ‘Hieronymo’s mad againe’?

    Eliot also wrote a letter to the Daily Mail in January 1932 which congratulated the paper for a series of laudatory articles on the rise of Benito Mussolini. In The Idea of a Christian Society (1939) he says “…totalitarianism can retain the terms ‘freedom’ and ‘democracy’ and give them its own meaning: and its right to them is not so easily disproved as minds inflamed by passion suppose.”
    http://en.wikipedia.org/wiki/T._S._Eliot

    E há muitas mais referências menos apetecíveis para o seu tempo, menos ainda (impensáveis?) para os nossos tempos.

    http://tr-th.blogspot.com/2009/03/hieronymos-mad-againe.html

    http://hieronymo.blogspot.com/

    http://rmadisonj.blogspot.com/2007/08/hieronymos-mad-againe.html

    http://operachic.typepad.com/opera_chic/2007/09/why-then-ile-fi.html

  31. rosarinho says:

    Carlos,
    O convento está a tornar-se monótono…
    Muito silêncio. Muita falta de comunicação…
    Que tal pôr as freiras a cantar?

    Deixo uma sugestão:

  32. Camelo no buraco da agulha? says:

    GAL- Get a Life!

  33. Camelo no buraco da agulha? says:

    rosarito

    Será que (talvez com a ajuda do Carlos) consegue explicar a ligação do Hieronymo (mad againe) ao Bosch (pintor holandês)?

    É que a Cáfila (não peste!) está mais afocinhada (e até ajoelhou) na direcção dum Jeronimo (marechal espanhol) que teve valente desforra (mad againe) sobre um Baltazar (príncipe português).

    Se a explicação for suficientemente técnica… poderá dar direito a facturação (com IVA reduzido p/ obras beneficência).

  34. rosarinho says:

    Agora que o convento está mais animado, é só para acrescentar:
    Durante a travessia do deserto – a total ausência de comunicação – há sempre alguém que resiste, glorificando a vida:

    “Alive, alive o!, alive, alive o!
    Alive, alive o!, alive, alive o!”

    E agora junta-se o coro:
    “Alive, alive o!, alive, alive o!
    Alive, alive o!, alive, alive o!” (melodia de Molly Mallone)

  35. rosarinho says:

    Carlos,
    E esta, para se distanciar do deserto, não é linda?

  36. almajecta says:

    Cá vai o problema dele _ Amava o mar por razões profundas: pela necessidade de calma do artista laborioso que procura refúgio da existente multiplicidade da sua imaginação no seio das coisas simples e grandiosas; e também por uma procura oposta à sua actividade e talvez por isso mesmo tão sedutora- do inorgânico, desmedido, eterno, do nada. Descansar junto do absoluto é a saudade daquele que procura a perfeição; e não será o nada uma forma de absoluto? Enquanto assim sonhava tão profundamente pelo vazio dentro, a linha horizontal da costa foi subitamente interrompida por uma figura humana e, quando recuperou o olhar perdido no infinito, viu-o que, vindo da esquerda, passava na areia à sua frente. Preparado para banhar os pés, as esguias pernas desnudadas até cima do joelho, caminhava descalço, devagar, mas tão leve e orgulhoso como se estivesse habituado a andar sempre assim. (…)
    Um sentimento de delicadeza ou de susto, uma espécie de consideração ou de pudor levou a desviar o olhar, como se nada tivesse visto; pois ao sério observador ocasional de uma reacção passional não agrada de modo nenhum tirar proveito das suas observações, nem que seja para si próprio. Mas sentia-se alegre e ao mesmo tempo abalado: sentia-se feliz. Este fanatismo infantil dirigido contra um pedaço de vida tão inofensivo deu à inexpressividade divina um toque de humano, transformou a preciosa obra-de-arte da natureza, que apenas servira para deleite do olhar, numa entidade digna de mais profunda compreensão, concedia àquele, cujo corpo se destacava pela beleza, uma dignidade que ultrapassava a sua idade.

  37. Camelo no buraco da agulha? says:

    Obri gado do fun do do co ração ;-)

    As 4 estações são um desperdício (e um flagelo) para quem se propõe atravessar o deserto. Mas se a Cáfila for boa, para apagar o fogo dessas aragens… há que aproveitar alguma sombra para poder curtir da secura

    http://www.youtube.com/watch?v=WG5WCLWOs3c&NR=1

    E no inter valo, se a Molly Malone ainda con sentir, passa-se um ‘Alive, alive o!’ bem tirado e à maneira ;-)

    http://www.youtube.com/watch?v=pXKLkLcdtjI

    No fim… uma chuva destas vem mesmo a calhar… para lavar & andar

    http://www.youtube.com/watch?v=E-af-k2P0g4&feature=related

    Have a nive trip! C u again…

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