Fernanda Câncio retoma o tema Fernanda Câncio

“Onde se prova que, quando já estávamos convencidos de que isto tinha batido no fundo, há sempre um mário crespo para mostrar que é possível descer ainda mais baixo”

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37 Respostas a Fernanda Câncio retoma o tema Fernanda Câncio

  1. Jeronimo diz:

    Retirada do AspirinaB:
    Crespo não separa as águas, e quando escolhe notícias, decide tratamentos e destaques, quando entrevista aqueles que escolhe para entrevistar, está constantemente a transmitir a sua opinião. Uma opinião que atingiu um clímax de sacanice, canalhice e filha-da-putice ao afirmar que Fernanda Câncio saiu do A Torto e a Direito em resultado das tentativas manipulatórias e de condicionamento brutal da opinião pública do Primeiro-Ministro, assim se tendo apregoado a sua intolerância ao contraditório. Mas que filha-da-puta.

  2. Sinceramente, após ter visto a notícia da 1ª página do Expresso pensei, bem, vou aguardar para ver se Mário Crespo vai fazer alguma referência a esta noticia”abonatória” do caso Freeport.
    Mário Crespo não resistiu e o seu alter ego Super Mário, veio novamente ao ataque contra o vilão Zé Sócas entre acusações de censura, perseguições judiciais, intimidações, açoites e todo o tipo de práticas malévolas, ainda teve tempo para fazer 5 referências ao caso Freeport. Super Mário, tão atarefado que estava a tratar de salvar os oprimidos e perseguidos jornalistas não se lembrou foi de se pronunciar sobre às recentes declarações ao DVD, que passou de notícia escaldante, há apenas uns dias, a ser tratado como noticia de obituário.

    http://planetaspolitik.blogspot.com/2009/04/mario-crespo-no-pais-das-maravilhas.html

  3. Joel Berardo diz:

    É um assunto que lhe interessa muitíssimo, para além das causas light e dos preços do bróculo embalado no el Corte Inglés.

  4. Carlos Vidal diz:

    É um caso incurável e patológico. Reparei neste post da Câncio logo ontém (hoje), e pela meia-noite deixei-lhe lá um comentário, começando por dizer que frequentar o Jugular era um tanto deprimente, pois lá nada havia que ler e comentar. Mas, às vezes, aparecem “pérolas” com as relacionadas com estados de demência.
    Continuei, perguntando-lhe se ela se julgava “intocável” e terminei mandando-a para um convento.

  5. carlos graça diz:

    …O Câncioneiro Socratial é uma vergonha para o Cancioneiro Nacional!…

  6. rosarinho diz:

    Alguém leu a crónica desta senhora jornalista intitulada “A Estrangeira”, onde ela tenta colar o que se passou com L’Étranger, na obra de Camus, a Kate Mcann? E depois, como não quer a coisa, colar-se a si própria, a tudo isto? Tenta fazer uma gradação do sofrimento da vítima, mas apaga-lhes os currículos vitae…

    Estranho que na sua crónica “A Estrangeira” f., só tenha feito alusão a uma acusação por assassinato, omitindo por completo o facto de Meursault, o protagonista de “L’ Étranger”, ter -mesmo- assassinado um árabe. Matou-o com um tiro e depois do corpo já estar sem vida ainda disparou mais 4 tiros.
    No julgamento pelo assassinato do árabe, centram-se os juízos de valor no facto de Meursault não ter chorado no funeral da mãe (interpretado como frieza e total incapacidade de sentir remorsos), mas há um grave crime – à vista do leitor: um homicídio.

    Achei a crónica desta senhora jornalista uma tremenda batota: Branqueia-se um assassino? Apaga-se o currículo ao criminoso?
    (Ou f. não leu a obra L’Étranger?).

    Para terminar, subscrevo as palavras da comentadora Teresa (num post sobre as tais pressões, no blog a outra varinha mágica), onde desconstrói este tipo de argumentação e termina dizendo: «…para concluir, só a sensatez de Júpiter na epopeia de Camões: «Não ouças mais, pois és juiz direito,/Razões de quem parece que é suspeito.»

  7. Jeronimo diz:

    Patético Vidal. Se o Jugular é tão deprimente e desinteressante porque passa a vida a bisbilhotar o que lá se passa, como uma velha carpideira ? E depois vem aqui confessar às outras comadres, com risinhos contidos, as maldadezinhas que lá fez ? Get a life …

  8. Carlos Vidal diz:

    Jeronimo, grande Jeronimo.
    De entre os assessores que por aqui pululam assiduamente você é o mais fraquito.

  9. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Carlos Vidal,
    O divertido é que aquilo que ele escreveu se aplica a ele, a menos que seja pago para ler o 5 dias. Coitado.

  10. pedro diz:

    Vidal: o seu “hit-and-run” no jugular dá pena. E vir aqui mostrar aos outros “meninos” a regateirada que você armou no pátio da outra,seria o “máximo”, caso não tivessemos todos já passado dos 12 aninhos. Os espanhois têm uma expressão muito boa para definir aquilo que eu senti ao ler o seu comentário: verguenza ajena.

  11. Sabina diz:

    Jeronimo

    O C.V. vai ao Jugular pelas mesmas razões que eu olho para um acidente (nunca páro), insisto em discutir com o meu chefe ou teimo em tirar o saldo da minha conta à espera de um milagre: todos temos tendência para olhar para as coisas deprimentes dos outros. Qualquer estudante de psicologia lhe explicará o porquê.

    (Carlos, desculpe ter respondido em seu nome)

  12. Carlos Vidal diz:

    pedro, você é um quase mais do que analfabeto.
    Vou ao jugular e trago inspirações, depois venho aqui, e nalguns posts, faço introduções, digamos assim, depois tiro conclusões.
    Que cegueira a de certos cidadãos.
    Cegueira. Nem vêem a página do blogue que estão a ler. O Jugular atrofia.

  13. Luis Rainha diz:

    Neste caso, a primeira-dama-na-clandestinidade parece ter toda a razão.
    Escrever ‘Há um elemento que equivale a uma admissão de culpa do Primeiro Ministro nas tentativas manipulatórias e de condicionamento brutal da opinião pública: a saída extemporânea de Fernanda Câncio de um painel fixo de debate na TVI sobre a actualidade nacional onde o Freeport tem sido discutido com saudável desassombro, apregoa a intolerância ao contraditório” é estúpido, contraproducente e facilita a vitimização do quase-engenheiro.
    Além de dar uma hipótese à senhora de voltar a agitar o seu mono-tema.

  14. pedro diz:

    Carlos Vidal, diga-nos mas é em que blog é que vai comentar que me chamou aqui “quase mais do que analfabeto”. E no fim ainda me acusou de cegueira. Diga lá, não seja sectário. Ahh, um detalhe: Quantos mais comentários você deixar no jugular, menos ele atrofia.

  15. Carlos Vidal diz:

    O Jugular é um blogue limpinho, branquinho, asseado, clean, muito muito clean. Como eu pratico o banho semanal, por vezes tenho de ir ao Jugular.

  16. lili diz:

    Isto é tudo uma vergonha de ambos os lados, uma vergonha o que o crespo afirma, e uma vergonha que a Câncio tenh novamente pegado no assunto Câncio ela mesmo. Aliás, creio que ela não se interessa por mais nada se não por ela mesma.

  17. Pedro Maçãs diz:

    Pedro,

    Nós também temos o mesmo termo: vergonha alheia (se bem que, imagino eu, adaptado).

    A ânsia por atenção do Carlos Vidal é demasiado infantil.
    Gabo a paciência a quem ousa entrar em qualquer discussão com ele.

    Basicamente, parece que conheceu a blogosfera ontem, e ainda se encontra em delírio com a facilidade com que provoca quem discorda dele (os incautos, os distraidos que não entendem a seu grau de maturidade blogosférica).

    Só uma coisa me faz confusão: os colegas de blogue. Como é que se atura (e engole) isto.

  18. Sérgio diz:

    Vergonha era a Câncio estar num toquexô com uma voz daquelas…

  19. Carlos Vidal diz:

    Maçãs, é isso, comendo só maçãs durante pelo menos 5 dias.
    Resulta sempre.

  20. Camelo no buraco da agulha? diz:

    Afinal, há qualquer coisa que os une (e parece salutar, nada como no o’ pus dei).

  21. Pedro, o outro diz:

    Ó dona lili, se é uma vergonha o que o crespo diz sobre a câncio, por que é uma vergonha que a câncio lhe responda? A mesma pergunta vale para o Luis Rainha. Aliás, o Luis parece andar meio angustiado entre a consciência de que a câncio sofre ataques injustos, por um lado e, por outro, a lealdade orgânica ao Carlos Vidal. E então saiem-lhe uns comentários meio estranhos. Qual é a fórmula certa, pergunta-se ele? Dizer que o Crespo foi ingénuo e deu a arma da razão à Câncio, a “senhora”, como ele lhe chama.
    Mas ainda sobre “mono-temas”, estranho não é que alguém fale muito sobre si próprio, coisa comum nos blogues e que nem é totalmente verdade no caso da Câncio. Estranho é o “mono-tema” sobre os outros e o Carlos Vidal anda obcecado com o tema Câncio e vai-lhe mesmo fazer esperas ao seu blogue. A “paixão” só lhe vai passar quando a câncio lhe disser qualquer coisa, pode até ser somente bom dia. Mas até agora a harpia tem tido o topete de nem sequer olhar para ele.
    Nuno Ramos de Almeida, diga-me lá uma coisa: é norma deste blogue que quem aqui se atrever a defender a Câncio ou até (deus nos livre e guarde), o sócrates e o governo, seja considerado suspeito de interesses ocultos?

  22. Carlos Vidal diz:

    Pedro, o outro, a obsessão pela Câncio mede-se nos meus últimos textos sobre a Orquestra Juvenil da Venezuela Simón Bolívar, sobre a leitura da pintura de Poussin, sobre o que julgo estar em causa nos “processos de Sócrates”, sobre o programa do PCP às europeias (que subscrevo), sobre o cinema de Jean-Marie Straub e Danièle Huillet e, para trás, a filosofia de Derrida, Heidegger, a obra de Helena Almeida e Andy Warhol, ou Cy Twombly e a fotografia segundo Susan Sontag, etc. Eu sei sobre aquilo que escrevo: mono-tema??? É louco???
    De resto, leio a Câncio tal como a Câncio lê o Mário Crespo. Se não percebeu nada do escrevi, vá descansar. Já é tarde para espíritos fracos.

  23. lili diz:

    Pedro, o outro,
    Vou abrir um excepção e responder-lhe, porque tinha prometido a mim mesma não alimentar mais nenhum assunto a favor da jornalista Fernanda Câncio. Aliás deixei de comentar no blog onde essa senhora escreve.
    É uma vergonha que essa senhora esteja constantemente metida em tais peixeiradas e não perder uma oportunidade de se chegar à frente para se auto-promover, seja lá por que meio for: – O Pedro Picoito, no Cachimbo de Maigritte, fala dela, que bela oportunidade para ela dela falar, o Delito de Opinião dela fala, não pode ela perder tal oportunidade, toca de se exibir com mais um post sobre si mesma, de preferência que também fale do suposto namorado que não é namorado, a relação é uma espécie de limbo que é como o Pedro Picoito chamou à relação mantida entre ela e José Sócrates e com que ela alegremente concordou.
    Por isso, não me aborreça mais com a defesa da sua dama, ou a erro de casting, na altura do PREC o jornal ”O Tempo” foi o erro técnico. se gosta dela, fique-se por aí.

  24. Pedro, o outro diz:

    Carlos Vidal, você até quando escreve sobre outros temas, pensa na câncio… estou-me a lembrar-me de um certo post. Cá para mim, até dedicou o Liszt do Claudio Arrau à Câncio. E quando olha para um quadro do Poussin pensa na Câncio. Não será mono-tema, mas anda perto. Deixe lá a rapariga; parece romance do Camilo, homem.

  25. Carlos Vidal diz:

    É verdade, apanhou-me. Dediquei o Liszt pelo Arrau à Câncio (apesar dela não saber o que é nem uma coisa nem outra, nem Liszt nem Arrau). E dediquei à Câncio porque a imaginei freira, e eu a freiras e monjas dedico tudo. Quando ouço Palestrina penso na Câncio. Ah, se ela fosse freira ………………

  26. Pedro diz:

    Caneco, você sabe tantas coisas. Mas aposto que não sabe fazer uma boa cachupa e eu sei. Viva Palestrina Libre.

  27. j diz:

    Que peixeirada…!

  28. Luis Rainha diz:

    Pedro, o outro
    “meio estranhos” porque carga de água? Acho a passagem que transcrevi idiota. E acho a ideia de estar sempre a voltar ao tema Câncio um favor à mesma. O Mário Crespo é tal e qual um relógio parado: de quando em vez acerta, mas só por acaso.

    CV,
    A bem da verdade, pelo pouco que conheço da FC, acho que te enganas. Essa arrogância do monopólio da cultura fica-te mal.

  29. Pedro diz:

    Luis Rainha, da mesma maneira que qualquer comentador que aqui defenda a câncio passa por agente do governo, vai-se a ver a câncio anda a mexer os cordelinhos para que falem dela. Isto é uma grande conspiração.
    Eu, por “estranho”, queria dizer ambiguo. Se o Luis Rainha acha que a câncio é injustiçada, acho eu que o devia dizer sem reservas.

  30. Luis Rainha diz:

    Pedro,

    1- a FC não mexe cordelinhos alguns; trata ela mesma de re-levantar o tema.
    2- não há conspiração: há quem defenda o governo, há quem defenda a FC, há quem até imagine que ela exerce o seu múnus sem qualquer conflito. Tudo bem.
    3- O que aqui ando a postar há semanas é que ela tem direito a escrever o que lhe apetecer; no fim, a única vítima será a sua credibilidade.
    4- Escrever «Há um elemento que equivale a uma admissão de culpa do Primeiro Ministro nas tentativas manipulatórias e de condicionamento brutal da opinião pública: a saída extemporânea de Fernanda Câncio de um painel fixo de debate na TVI sobre a actualidade nacional onde o Freeport tem sido discutido com saudável desassombro, apregoa a intolerância ao contraditório» é apenas uma injustiça para com o bom senso e um insulto à inteligência do leitor.

  31. lili diz:

    O Luís Rainha acertou na mouche, a FC ”re-levanta” o tema ”ela-mesma’, sempre que há oportunidade e quando não há ela inventa-a. Creio que é isso que mais irrita as pessoas, que não gostam dela.

  32. Carlos Vidal diz:

    Luís Rainha, não tenho nenhum monopólio cultural ou da cultura. Simplesmente, não ofereceria nem Liszt nem Arrau à Câncio. Ou melhor, ofereceria se ela fosse freira. (Sim, apenas se fosse freira…)

    Outra questão, o teu último comentário, ponto 4. : Não creio que tenhas razão, nem tu nem a Câncio. Simplesmente porque o Mário Crespo limitou-se a fazer uma leitura interpretativa do gesto de abandono da TVI 24 pela senhora. Ora, bem, dois planos: 1. O Crespo pode interpretar esse facto como quiser, ainda que erre rotundamente, isso não faz dele um personagem de baixo nível (versão Câncio). 2. Por ter errado (e não sei se errou, eu nunca vi o dito programa), isso não pode de antemão ser considerado um insulto. Um jornalista, um crítico, um economista, fazem uma avaliação que, de uma forma ou de outra, é desmentida – isso não pode ser um insulto. O homem pensou, escreveu. Eventualmente, errou na sua avaliação. Não pode ser um insulto pensar. Isso nunca.

  33. LR diz:

    Pensar assim tão mal seria imbecil. Mas sabes bem que ele não pensou coisa alguma: deu uma pequena torcidela à realidade a ver se pegava. Ademais, ele não interpretou a saída de FC per si; tratou de a ligar a Sócrates, inferindo da mistela uma extravagante e inexplicada “admissão de culpa” do quase-engenheiro. Isto é delírio, não raciocínio.

  34. Carlos Vidal diz:

    Luís, o raciocínio de Crespo não é mau de todo: verás quando é que a Câncio volta ao assunto Fripór. Eu quero ver.
    Crespo é uma gota de água, um pequeno contributo para que ela não se meta por esse caminho (enquanto “voz livre e independente”, acho que era a propaganda da TVI) tão cedo. Veremos, se és tu quem tem razão se o Crespo. Espero pois que não voltemos nós ao assunto “Câncio” antes de ela voltar ao assunto Fripór.

  35. Pedro, o outro diz:

    Luis, a sua resposta não me pareceu muito clara. A Lili, pelo contrário, teve a vantagem de ser claríssima: quando não se gosta de uma pessoa, o simples facto de esta existir e falar irrita. No meio do nebuloso comentário do Luis, com a lógica toda distorcida, pareceu-me vislumbrar a famosa tese do “se lhe fizeram isso, alguma coisa ela terá feito para provocar”.

  36. lili diz:

    Não pervertida, sou perversa. Acho a senhora sem moral nenhuma, não sei se já leu os comentários dela a propósito do assunto do sangue contaminado, ao tempo em que era Ministra da Saúde Leonor beleza.
    http://abcdoppm.blogs.sapo.pt/171818.html

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