Interessante Sr. Smith e a leitura dos jornais

A notícia que o Expresso deu como nova – que o sr. Charles Smith tinha, em interrogatórios posteriores, de uma firma de advogados, desmentido as suas declarações no DVD – é antiga. Só a TVI já a tinha dado três vezes. Mesmo na peça em que se mostram as imagens do DVD, esse facto é referido.
O interessante da notícia é que, embora as chefias do Expresso titulem com toda a certeza “Smith mentiu sobre Sócrates”, o jornalista é muito mais cuidadoso, e escreve a certa altura: “O relatório da Dechert, de qualquer modo, considerou que as razões dadas por Smith para ter inventado o enredo sobre Sócrates não eram sólidas e careciam, eventualmente, de esclarecimentos adicionais, daí os advogados recomendarem o envio da informação para a polícia, o que veio a acontecer”.
Note-se que a carta rogatória da polícia britânica é posterior a esse desmentido e que continua a investigar a questão, considerando “suspeito” o actual primeiro-ministro, José Sócrates.
A pressa de matar a suspeita e atacar aqueles que continuam a investigar o caso é um pouco precipitada. Tenham calma, isto ainda vai no princípio. Respirem fundo e bebam um copo de água, sff.

Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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50 respostas a Interessante Sr. Smith e a leitura dos jornais

  1. Antónimo diz:

    “interrado”?

    de qq forma continuo a achar que o até agora denunciado pela comunicação social tem pouco peso incriminante.

    mas no ps ninguém se chega à frente para empurrar o gajo borda fora?

  2. Enojado diz:

    “Respirem fundo e bebam um copo de água, sff.”

    E adicionem-lhe um pouco de açúcar, que faz subir a tensão (ou descer, conforme o caso…).
    A militância socretina de certa comunicação social mete mesmo nojo.

  3. Teodoro Silva diz:

    Se a justiça fosse mais célere ou se Pinto de Sousa se dispusesse a mostrar o que tem a mostrar para mostrar a sua inocência, não se escreveria tanto, nem se diria tanto sobre um assunto que para mim pouco interesse já tem. Não vou votar nele…

  4. jeronimo diz:

    NRA, Vc. é um demagogo! Não encontro nenhuma forma eufemística que permita afirmar este facto de forma menos directa. A TVI NUNCA mostrou a notícia do Expresso nos termos em que este o fez. A TVI referiu, brevemente, de forma completamente superficial que o Smith teria posteriormente negado o que tinha afirmado no DVD. Não é a mesma coisa. É a táctica da meia verdade. E da mentira completa,

  5. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Jerónimo,
    Vou reportar-me aos factos e não designar a sua atitude, por muito que ela me possa parecer condenável. A TVI noticiou há bastante tempo que Smith tinha desmentido o DVD às autoridades inglesas, tem repetido isso, nomeadamente quando exibiu o DVD. Tem razão numa coisa, da mesma maneira que a TVI não disse que o conteúdo do DVD condenava Sócrates, também não disse que o desmentido de Smith, significava que Smith tinha mentido sobre Sócrates. Esse é o papel da justiça, não é dos jornalistas, mesmo que eles pertençam às iluminadas chefias do Expresso.

  6. Jeronimo diz:

    NRA, mais ruído para tentar esconder o essencial, NUNCA a TVI referiu a iniciativa destes advogados contratados pelo Freeport! NUNCA a TVI referiu que Smith desmentiiu o DVD por três vezes! NUNCA a TVI referiu que esta investigação dos advogados não tinha encontrado movimentos bancários que dessem consistência ao que é dito no DVD ! E sabe o que é mais grave e torna mais desonesta a atitude da TVI e dos seus colegas ? É que quase de certeza a TVI estava na posse de todas estas informações ! E no entanto preferiu omiti-las enquanto dava um destaque desmesurado (quantas vezes e de quantas formas diferentes já mostrou o DVD ?) a outras notícias. Isto é uma atitude profissional e eticamente desprezível !!!

  7. LAM diz:

    A TVI tem cumprido o seu papel como orgão de informação.
    Se há um vídeo de Charles Smith a acusar de corrupção o 1º ministro português, é esse vídeo que deve ser passado. Se há um desmentido posterior há que fazer referência a esse desmentido, como de facto foi feito. Não pode é a investigação jornalística ficar refém do impacto que uma (o vídeo) ou outra (o desmentido numa esquadra de polícia ao que se sabe) possam ter na opinião pública.
    O que houve de documental foi um vídeo em que Charles Smith acusa Sócrates de corrupção. O resto é tão só um texto fornecido por terceiros em que o mesmo Charles Smith terá (“terá” exactamente porque não o vimos ou ouvimos de viva voz sobre o assunto), desmentido as acusações.
    Independentemente da verdade que não sei qual é (e que pelos vistos há quem queira que não se saiba, porquê não sei, se afinal é tudo tão claro e transparente), nunca em televisão alguma um documento vivo pode ter tanta relevância como um “desmentido”.

    (diria que, mesmo com 50 desmentidos “não vivos” poderia haver “equilíbrio” na informação).

  8. Carlos Fernandes diz:

    Bem, se mentiu é porque é mentiroso, ora se é mentiroso como o próprio se declara, como se pode acreditar nele quando diz que mentiu nesta ou naquela ocasião?

    Esperemos é que a Justiça faça o seu trabalho a bem da Democracia…

  9. Engraçado ver a falta de racionalidade e a pouca ética daqueles que ainda estando com Sócrates falam deste assunto… Parece que um bicho lhes morde e lhes injecta tal dose de adrenalina e raiva que os faz logo explodir… Se os militantes e adeptos de Sócrates acreditam na sua inocência (tal como neste momento deveriam todos os portugueses aplicar a dita presunção) porquê tanta crispação? Se o homem é inocente isso acabará por ficar provado… como diz o povo “a verdade é como o azeite”.

    Agora não percebo porque é que o Eng. Sócrates, que já avançou com queixas-crime contra mais de meia dúzia de jornalistas, não se apressou rapidamente a mover um processo contra o Sr. Smith que publicamente já admitiu que tinha mentido e que o tinha difamado? “Sr. Eng”… avance já com a queixa contra o Sr. Smith…

  10. Camelo no buraco da agulha? diz:

    Sim, mesmo sem um copo de água, vamos esperar pela Justiça. É normal. Então, porquê tanta coisa dita (e omitida) até agora? Porquê o coro do mata & esfola? No Expresso são as chefias… e na TVI são os jornalistas… que certezas! E ainda vai no princípio… atacar os que continuam a investigar… matar a suspeita… É muito esclarecedor. Como a ‘denúncia’ de Leonor Beleza: Sr. juíz, está o jornalista Fulano ao telefone … ganda investigação. Já podiam ter passado o DVD na íntegra… será na próxima 6ª feira?

  11. Jerónimo,
    O facto de o repetir em letras garrafais, não torna verdade uma mentira. Como lhe disse, a TVI foi a primeira a noticiar que quando interrogado por ingleses, Smith tinha negado as suas declarações. Na notícia sobre o conteúdo do DVD e outras isso volta a ser referido.
    Mas, vamos ser claros, o facto de Smith se negar, só prova que ele mentiu uma vez, resta saber de qual vez. Os polícias britânicos, na posse dessas informações todas não estão ainda convencidos que ele tenha mentido no vídeo. Como em todos os crimes de corrupção, o traço do dinheiro vai ser fundamental. Acalme-se, isto ainda vai ter muitos desenvolvimentos. Vamos ver até onde vai a capacidade das autoridades para seguir o rasto do dinheiro.
    Estou certo, meu caro Jerónimo, que estamos todos de acordo que a investigação deve ir até ao fim, não é?

  12. «da mesma maneira que a TVI não disse que o conteúdo do DVD condenava Sócrates»… deixa-me rir, ou melhor, vamos dar uma ajuda “ao primeiro-ministro” e fazer com que ele entregue as declarações de rendimento que se esqueceu e misturar alhos com bugalhos e fazer uma peça de asco a que alguns chamam jornalismo… sim, Nuno, a TVI tem sido de uma objectividade a toda a prova e eu sou a Manuela Moura Guedes…

  13. 1 2 3 de Oliveira 4 diz:

    O Miguel é que está a misturar alhos com bugalhos. O que é que as declarações de rendimento no Tribunal Constitucional têm a ver com o caso Freeport? Pelo facto de aparecerem no mesmo bloco do Jornal? Isso resume a coerência temática. Se, no bloco de desporto, se misturar a vitória desportiva do Porto e, minutos depois, uma decisão judicial de um processo que implique Pinto da Costa é misturar alhos com bugalhos ou apenas apresentar o tema lato Futebol Clube do Porto no contexto do bloco Desporto?

  14. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Miguel Marujo,
    Apesar do teu comentário não dar um único facto, vou-te responder. José Sócrates não preencheu de 1999 a 2002 o campo dos rendimentos na declaração que entregou ao Tribunal Constitucional. A lei , na altura na sua versão de 95, estabelece que as declarações têm de ser entregues preenchidas correctamente. Caso o titular não o faça a sanção pode ir até à renúncia do cargo. Cabe ao Tribunal Constitucional e ao Ministério Público velarem pelo cumprimento da lei. Tendo perguntado ao TC e ao MP pq não fizeram nada, neste e em outros casos, o TC disse que era apenas o depósito das declarações e só actuava mediante queixa formal e o MP respondeu que só actuava antes de 2002 , mediante queixa do TC. Como vês estamos perante um entendimento prático que esvazia o conteúdo da lei, por a tornar um procedimento sem fiscalização nem castigo.
    Consultado o gabinete do primeiro ministro por email, o mesmo não repondeu ao email, mas por telefone, um assessor de imprensa garantiu que as declarações de José Sócrates estavam correctas e dentro da lei. No entanto, poucos dias depois, da primeira notícia, mandaram uma carta ao TC, a admitir o “lapso” e a rectificar as declarações não preenchidas e a alterar a profissão (de engenheiro passou a licenciado em engenharia civil). Quando estava a fazer a segunda notícia, com opiniões de juristas sobre esta incapacidade de fiscalização do TC e MP, fui ao TC confirmar se a situação se mantinha e deparei-me com estas alterações.
    Tenho algumas duvidas que tu reconhecesses uma notícia mesmo que ela te caisse ao colo, mas não há nenhuma mistura de alhos com bogalhos. A todos os cidadãos se pede que cumpram a lei, não pode haver políticos, e infelizmente há muitos, para quem o cumprimento da lei é uma coisa para inglês ver.
    Sobre aquilo que escrevi sobre o DVD não acrescentas nada. Aliás, não me parece que seja tua ideia argumentar alguma coisa, deves achar que basta rosnar como o outro senhor.

  15. Valter Marques diz:

    Caro Nuno Ramos de Almeida,

    eu estou estupefacto com a sua defesa à Manuela Moura Guedes (ou será mais o ódio a José Sócrates).
    Na sua opinião aquilo que se faz às sextas feiras é bom jornalismo, ou aquilo chega a ser jornalismo? Penso que não.
    Não me diga que quer substituir a Fernanda Câncio no “A torto e a direito”?

  16. Caríssimo, fazes muito ideia da minha capacidade jornalística – adiante, que ainda houve uma época em que respeitei o que fazias, mas o “Já” já foi há muito.
    Tudo o que contaste já outros jornais contaram, mas não consta que, para fazer uma peça que fique para os anais do jornalismo, fosse preciso ir para a porta da Loja do Cidadão ouvir cidadãos com perguntas direccionadas, enviesadas, mal-intencionadas, sem qualquer ligação com a notícia em causa. O que tem a ver a entrega das declarações de impostos com a entrega pelos políticos das suas declarações de rendimentos no TC? Teria que ver, sim, se tivesses descoberto que Sócrates não entregou nenhuma declaração de IRS.
    Depois, nem falo do “pivô” de MMG, que de jornalismo não tem nada. Quanto muito seria uma má carta de leitor de um pasquim de província. Mas de alhos e bugalhos (com “u”, posso não reconhecer uma notícia, como dizes, mas apanho bem erros) estamos conversados.

    [Do DVD, a minha concepção de jornalismo é a que Helena Garrido tão bem dissecou nos seus posts – e não a tua. Mas eu não reconheço notícias, pá, o grande jornalista és tu.]

  17. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Valter Marques,
    Eu sou jornalista, não sou comentador (tirando aqui) e não quero substituir a Fernanda Câncio em lado nenhum. Repare, se fizesse a minha opinião para ser comentador, como você afirma, tinha as opiniões erradas: não há nenhum comentador à esquerda do governo na TVI e nos outros canais, contam-se pelos dedos das mãos. Posso, aliás, revelar-lhe que já perdi muitos empregos por causa das minhas opiniões como cidadão. A questão é que sou, como algumas vezes referi em posts jornalista na TVI, nesse mesmo jornal. Sei como as coisas são investigadas, sei que todas as notícias têm base em factos e documentos. Temos uma divergência de fundo: para mim, o bom jornalismo é aquele que investiga e procura notícias sem medo dos poderosos. O mau jornalismo é aquele que é feito de press-releases dos assessores , sem verificar as notícias fornecidas pelos serviços e ministérios.
    Acho que à conta da contestação ao estilo assertivo da Manuela Moura Guedes pretendem contestar a substância das notícias. O que é facto é que até agora nenhuma das notícias foi desmentida.

  18. Jeronimo diz:

    O seu último comentário resume tudo sobre o tipo de jornalismo que a TVI faz. Quer fazer-nos crer que é rigoroso e imparcial quando faz algum trabalho sobre José Sócrates, com um tão evidente ódio e preconceito e contra ele ? Seria o mesmo que esperar ver rigor numa peça sobre o PS no “Povo Livre” ou no “Avante”. Aquilo não é jornalismo, é uma corrente a querer por todos os meios provar a sua tese, eliminando todos os vestigios que aponham em causa. Infelizmente dada sua faceta Pimba, vai ter sempre as maiores audiências. Mas isso não é um nenhuma prova de qualidade, antes pelo contrário.

  19. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Miguel Marujo,
    A loja do cidadão tem que ver com a duplicidade de critérios. Pede-se a todos os cidadãos que entreguem os papeis correctamente preenchidos, se o não fizerem são multados. Mas depois há politicos que entregam declarações em branco, e como o Isaltino afirmam que essa história é só um pro-forma, embora a lei diga que há sanções. Se quiseres, tem que ver com a lei não ser igual para todos. Acresce, que o TC, pelas palavras de um seu assessor, na primeira notícia justificou que não tinha que fiscalizar as declarações que não era uma repartição de impostos. É engraçado que ficamos mais uma vez pelo estilo. O conteúdo da notícia é ignorado. Eu que fui jornalista da SIC no tempo em que o Ricardo Costa e o Vitor Moura Pinto faziam reportagens, digo-te que o estilo das minhas reportagens é muito branda, em comparação as deles.
    Em todos sítios em que trabalhei, tirando Já que era uma cooperativa, pertenciam a um grupo económico, a minha regra é fazer o meu trabalho correctamente, estudar todos os factos, perguntar a opinião aos envolvidos, comprovar as notícias. E digo-te, apesar de ter trabalhado em sítios bastante complicados fiz sempre esse trabalho.

  20. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Jerónimo,
    Rigor é mesmo pedir autorização a uma escola , em nome do Ministério da Educação e transmitir as imagens no tempo de antena do PS.
    Lamento discordar de si, aquilo que vai na cabeça dos jornalistas que fazem a notícia não é escrutinável e não tem interesse nenhum. O que interessa é se a notícia é factual, está correctamente feita ou está errada. As erradas costumam ser desmentidas, as outras por muito que não agradem aos visados, não o são.
    Quer lhe agrade ou não, existe uma investigação sobre o Freeeport, nessa investigação as autoridades britânicas consideraram josé sócrates como suspeito, existe um DVD em que responsáveis da empresa que conseguiu a aprovação do empreendimento dizem a um administrador do Freeport ter corrompido um político português, apesar de um dos visados ter desmentido as suas próprias declarações a polícia britânica continua a considerá-las, existem emails sobre o assunto, e existem traços de circulação de dinheiro. Em qualquer democracia, qualquer pessoa é inocente até prova do contrário, mas ninguém deixa de ser investigado pelo cargo que tem. Vamos continuar certamente a noticiar factos, sejam simpáticos ou não. Essa é a nossa função de jornalistas. Condenar e absolver cabe apenas à justiça.

  21. «a minha regra é fazer o meu trabalho correctamente, estudar todos os factos, perguntar a opinião aos envolvidos, comprovar as notícias. E digo-te, apesar de ter trabalhado em sítios bastante complicados fiz sempre esse trabalho» – somos dois… mas não fui eu que comecei a questionar capacidades…

  22. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Miguel Marujo,
    Para ti as qualificações de “peça de asco”, não questionam nada? Estranho, a minha frase de dizer que tu não vês uma notícia , nem quando ela te aterra ao colo, reporta-se a isso.

  23. A peça de asco é fazer um pivô idiota e misturar alhos com bugalhos, impostos com declarações do TC… Mas não, quiseram apenas questionar “duplicidade de critérios” com uma coisa que não tem nada a ver, insisto. Como poderia reconhecer uma tal notícia, de facto. Eu e muitos jornalistas que comigo assistiram àquilo e se questionaram se alguém tinha ensandecido. “Tem que ver com a lei não ser para todos” – eh pá, tanta notícia então para fazer: a TVI está obrigada a um contrato, que não cumpre; a TVI não pode passar publicidade mais do que X minutos, mas passa; os funcionários da TVI estacionam os seus carros num local devidamente assinalado com sinais de estacionamento proibido, na Rua Mário Castelhano, mas raramente são multados; a TVI paga um subsídio de alimentação aos seus estagiários não em dinheiro mas em espécie (refeições na cantina); a MMG que chegava ao bar e atropelava a fila pedindo o café que tinha de ir trabalhar; a MMG que obrigou pelo menos uma estagiária a usar um pseudónimo, porque não gostou do nome da rapariga. Eh pá, tanto para comparar…
    Acho que deviam ir perguntar aos cidadãos o que acham disto, como é que há cidadãos sancionados ou mal pagos ou… e desse lado a lei e a ética são assim como que uma nota de rodapé. Que raio, como é que não vi a notícia ali!

  24. Padre Chico da Tasca diz:

    Se o sr Nuno Ramos de Almeida é jornalista eu sou padre. No caso do lixo informativo apimbalhado e reles que é o Jornal da TVI, apresentado por esse espantalho feioso, histriónico e carregado de ódio de nome Moura Guedes, a conclusão é óbvia : o que estes pseudo jornalistas, vulgo jornaleiros (Nunos Ramos de Almeida, Mouras Guedes e quejandos…) não é o rigor informativo, é o ódio pelo Sócrates e o desejo profundo e mal escondido de que o homem seja culpado.

    Aliás, esta gente nem estão à espera pelo final da investigação e muito menos pelo julgamento nos locais devidos. O processo está montado, a acusação formada, e o veredicto lançado : o Sócrates é corrupto ! E isto tudo na praça pública.

    E tudo isto com base num sujeito de nome Smith que das duas uma : ou é corrupto ou é aldrabão, no minimo. A este espécimen os jornaleiros (Os Nunos Ramos de Almeida e as Moura Guedes) dão toda a credibilidade.

    Senhor Nuno Ramos de Almeida, o senhor pode ser muita coisa, jornalista sério não é ! É um sujeitozeco, um escriba de blogues, eivado de ódio pelo Sócrates e mais nada. Não é mais nada do que isso…

    Pergunto-lhe : de que forma é que os jornaleiros como você violam a lei do segredo de justiça para lançarem lama sobre os vossos inimigos ? Têm jagunços dentro dos tribunais, uns daqueles funcionários publicos que vêm para as manifs, e que reecebem algum que vocês lhes dão, para extorquirem partes dos processos, à má fila e na sombra ?

    Que nome é que você dá a isso ?

    Olhe : A Moura Guedes é lixo ! Você é lixo ! A TVI é lixo !

    Espere pelo fim do processo, deixe-o correr nas vias próprias, e no final falamos.

    NOTA: Este comentário é o exemplo típico de tentar colmatar a falta de argumentação pela multiplicação dos insultos. Não costumo permitir este tipo de comentários, mas como vem de um padre, passou. Apenas sublinho que a criatura em questão acha que as pessoas que se manifestam são uns malandros. É feito da massa dos apoiantes dos grande líderes: apoia todos, de preferência que comecem por “S”.

  25. 1 2 3 de Oliveira 4 diz:

    Santana! Santana! Santana!

  26. ó Nuno, sê razoável: achas mesmo que um gajo que assina “Padre Chico da Tasca” e escreve este chorrilho de insultos, é padre?!

  27. Enojado diz:

    Aplaudo a nota aposta ao comentário do Padre, que não passa de um imbecil, aliás bem acolitado por marujos, jerónimos e outros sacristães do socretinismo.
    Valem todos uma boa missa do sétimo dia.
    Que nojo!

  28. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Miguel Marujo,
    Ele é que garantiu que se eu fosse jornalista, ele era padre. Como eu sou jornalista, deduzo que o sr. seja padre. Tens razão, deve ser uma gralha: ele deve ser só parvo.

  29. não se enoje, nem enjoe enojado… sou tão acólito e sacristão do “socretinismo” como o senhor é da idiotice…

  30. Papa da Tasca do Chico diz:

    Se um mentiroso diz que mente ele está a dizer a verdade ou mentira?
    Se um padre escreve assim eu até sou Papa.
    O sinal da “religiosidade” da coisa está no facto do sr. Domingos Engenheiro ainda não ter metido um único “processozito” contra a dita cuja sacristia “desinformativa”, pelo facto de, de uma forma ou de outra, apesar das negações (em letra garrafal) limitando-se até hoje a qualificativos. Nem a ela nem ao desmentidor dos desmentidos mentidos.
    Aquilo de ir para porta da loja do cidadão é uma questão de moral a não ser que a terra não seja para quem a trabalha e os lucros da Galp e EDP não serem de todos.Mas afinal não entregou mesmo não é? a dita cuja dos rendimentos e património. Ou foi o Smith que desmentiu?
    Pelo menos esse DVD eu não vi.

  31. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Miguel Marujo,
    Sinceramente, os carros estacionados numa rua que tem meia duzia de empresas e fábricas, são os da TVI? Como é que sabes? A TVI até tem dois parques. Achas que os pobres trabalhadores que lá estacionam devem ser multados? Estás convencido que os directores não têm estacionamento lá dentro? Enfim… O resto das cenas da cantina e outras, nunca assisti, parecem-em um bocadinho imaginativas. Mas estou lá há 4 meses…quem sabe se há cenas sadomaso quando eu não lá estou…
    Sobre a notícia, volto a escrevê-la. Vê lá se não é notícia:
    José Sócrates não preencheu de 1999 a 2002 o campo dos rendimentos na declaração que entregou ao Tribunal Constitucional. A lei , na altura na sua versão de 95, estabelece que as declarações têm de ser entregues preenchidas correctamente. Caso o titular não o faça a sanção pode ir até à renúncia do cargo. Cabe ao Tribunal Constitucional e ao Ministério Público velarem pelo cumprimento da lei. Tendo perguntado ao TC e ao MP pq não fizeram nada, neste e em outros casos, o TC disse que era apenas o depósito das declarações e só actuava mediante queixa formal e o MP respondeu que só actuava antes de 2002 , mediante queixa do TC. Como vês estamos perante um entendimento prático que esvazia o conteúdo da lei, por a tornar um procedimento sem fiscalização nem castigo.
    Consultado o gabinete do primeiro ministro por email, o mesmo não repondeu ao email, mas por telefone, um assessor de imprensa garantiu que as declarações de José Sócrates estavam correctas e dentro da lei. No entanto, poucos dias depois, da primeira notícia, mandaram uma carta ao TC, a admitir o “lapso” e a rectificar as declarações não preenchidas e a alterar a profissão (de engenheiro passou a licenciado em engenharia civil). Quando estava a fazer a segunda notícia, com opiniões de juristas sobre esta incapacidade de fiscalização do TC e MP, fui ao TC confirmar se a situação se mantinha e deparei-me com estas alterações.
    A loja do cidadão tem que ver com a duplicidade de critérios. Pede-se a todos os cidadãos que entreguem os papeis correctamente preenchidos, se o não fizerem são multados. Mas depois há politicos que entregam declarações em branco, e como o Isaltino afirmam que essa história é só um pro-forma, embora a lei diga que há sanções. Se quiseres, tem que ver com a lei não ser igual para todos. Acresce, que o TC, pelas palavras de um seu assessor, na primeira notícia justificou que não tinha que fiscalizar as declarações que não era uma repartição de impostos. É engraçado que ficamos mais uma vez pelo estilo. O conteúdo da notícia é ignorado. Eu que fui jornalista da SIC no tempo em que o Ricardo Costa e o Vitor Moura Pinto faziam reportagens, digo-te que o estilo das minhas reportagens é muito branda, em comparação as deles.

  32. Waiwan diz:

    Eu compreendo o NRA. Todos temos contas ao fim do mês para pagar.

  33. Nuno,
    o exemplo dos carros – e os outros – eram para sublinhar o que para mim é ridículo na peça: aquele jornalismo comparativo. A tentação é grande, de compararmos os políticos com práticas exigidas aos cidadãos, mas ali não era o cidadão que devia ser ouvido – por muito que saia bem o vox pop, não está em causa a não entrega de declarações do IRS. Era o deputado que legisla, pelos vistos para fechar os olhos, o TC que diz fiscalizar mas pouco ou nada faz, o Governo, a Presidência… Ir para a loja do cidadão é comparar mal. Sócrates não preencheu correctamente a declaração, sendo que variou ao longo dos tempos o entendimento que foi sendo feito dessa declaração, por políticos, juízes e TC: Moita Flores, por exemplo, apanhado em situação idêntica, disse (se não me falha a memória foi ele), que achava ser suficiente a primeira declaração, por não haver alteração dos rendimentos “autárquicos” ao longo do mandato. Terá o ministro do Ambiente de então achado o mesmo? Ficámos sem saber, também por culpa do seu gabinete. Mas não sei se foi perguntado… Mais: o tom do pivô, lido por MMG, em tom jocoso (ou será que estou a ouvir mal?), e o teor do texto, era demasiado evidente. Colado a uma peça de Freeport, dá o quê? Foi esta a linha da minha argumentação inicial, naquele primeiro comentário. Este jornalismo assim, não beneficia o jornalismo, nem os jornalistas.

    [Só esta nota: sim, sei bem que a maioria dos carros junto aos portões do número 40 são de funcionários daí (TVI, IOL, MC) e que, por vezes, o seu mau estacionamento prejudicava ou obrigava a interromper mesmo a circulação de autocarros. Achas bem que os pobres trabalhadores que viajam nesses autocarros sofram pela falta de civismo dos “estacionadores” na rua? Sim, sei bem que há dois parques, que enchem depressa, e que leva para a rua quem vem mais tarde. Sim, sei bem que os senhores directores têm lugar à porta. Sim, sei bem porque trabalhei mais de cinco anos naquela “casa”…]

  34. Miguel,
    Fala do que sabes. Não preencher os rendimentos do trabalho durante 4 anos, não é entender mal a lei. Até pq esses rendimentos variaram várias vezes, aliás como o prova a correcção que declara rendimentos diferentes ao longo do tempo. Não há nenhum entendimento que justifique tal facto.
    Existe em Portugal uma total impunidade para os poderosos. É esta a questão. A noticia que era sobre outras coisas, estava correcta e fundamentada.

    Waiwan,
    É verdade , todos temos que pagar contas. Embora alguns de nós dêem a cara e assinem com o nome, pq não têm nada de se envergonhar, pq não apararam golpes a chefes, nem mudaram de ideias , por muito que essas fossem mal vistas pelos patrões; outros, sabe-se lá porquê, assinam com pseudónimos, como Waiwan, e não se percebe como ganham a vida.

  35. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Miguel Marujo,
    Eu não conheço o teu trabalho. Não estive 5 anos na TVI. Só posso falar daquilo que conheço. Estive muitos anos na SIC, estive no Já, no 24 Horas, na Focus e na TVI. Colaborei com a RTP, o Semanário e a Visão. E posso-te dizer que há muito tempo que não estava numa redacção tão barulhenta e onde as pessoas discutem muito, para mim isso é indício de uma certa liberdade. As últimas redações que tive como editor e chefe de radacção eram silenciosas e cada vez que um jornalista protestava queriam-lhe meter um processo disciplinar. A última vez que tive num edifício da Avenida da Liberdade como editor de nacional, o director quis-me obrigar a colocar um processo a um jornalista que tinha discutido comigo. Eu disse-lhe que se isso acontecesse ia-me embora. Meses mais tarde, fui de facto embora, por várias razões, mas o jornalista não teve esse processo disciplinar.

  36. Enojado diz:

    Mas que desgraça, esse marujo de água chilra! Como não sabe nadar, corre o risco de afogamento, coitado.
    Oxalá o padre da tasca socretina lhe reze por alma, quando o desenlace se der.

  37. javali diz:

    A lógica de Smith pode bem ser prefirir ser julgado como mentiroso em vez de ser julgado como corrupto: ser mentiroso não custa nada; ser corrupto, pelos vistos, custa mil contos.

  38. José Alves Pires (Waiwan) diz:

    Nuno,

    E tu a dar-lhe!! A mim mingúem me conhece; sou um completo desconhecido. Eu nada tenho a ver com o Sócrates – azar o dele, diga-se de passagem. Nuno, eu sou um malandro. Nuno, eu sei fazer filha-da-putices que a ti nem te passa pela cabeça. O casal Moniz ao pé de mim são uns meninos de coro ( a propósito, aviso-te, desde já, que quando menos julgares eles vão-te dar um pontapé no cu. Tu não fazes parte do club deles. Actualmente, tu não passas de um joguete nas mãos deles. Isso dá-me pena, porque eu simpatizo contigo e admiro-te). Nuno eu ganho a vida com muito pragmatismo e sem romantismos. Á semelhança do casal Moniz, se for preciso foder alguém não hesito. Custa-me ver-te a fazer o papel de idiota útil. Quando acordares se calhar já vai ser tarde. Não te esqueças que o casal moniz é do mais poderoso que há em Portugal.

  39. Três notas eventualmente finais, Nuno.

    Falo do que sei. Eu evoquei justificações – não justifiquei ninguém. Estas justificações ouvi-as várias vezes a vários políticos, que se descuidaram, esqueceram, omitiram, o que for nessas declarações – ler, por exemplo, de uma rápida pesquisa que fiz: http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/b13d067dc49eef43dfd95b.html (cito só esta: «”Todas as alterações de património e rendimento têm de ser comunicadas ao TC, o que não é o meu caso, porque não houve mudança nenhuma”, afirmou o autarca.». No caso de Sócrates, houve, sim senhor. Isso é notícia. O exercício comparativo na loja do cidadão, insisto, é que é gratuito). Mas já agora, será que a lei que as institui é assim tão clara na obrigação da renovação anual, independentemente da alteração de rendimentos ou não? Não sei, confesso. Conhecemos o jargão legal que muitas vezes abre porta a mais do que uma interpretação…

    Quanto aos poderosos, também sei bem do que falas. Há «uma total impunidade para os poderosos. É esta a questão.» Sim, concordo: a Média Capital, por exemplo, despediu-me ilegalmente há quase 3 anos, invocando para um seu funcionário com seis anos de casa “período experimental de seis meses”. Não é erro. É verdade. O assunto foi para tribunal, onde vegeta há mais de 2 anos e meio à espera que um juiz do Tribunal de Trabalho se digne a convocar julgamento. Enquanto isso, «total impunidade para os poderosos», ou seja a Média Capital. Confere.

    Não trabalhei na TVI, trabalhei no IOL (Portugal Diário, Culto) e Metro. Depois da travessia no deserto do desemprego, e das mil e uma portas que a MC tentou fechar, estou no 24 Horas, no edifício da Avenida da Liberdade, mas onde há muitas caras em vários andares. Aqui há algazarra, como havia nalguns dias nesses sítios por onde passei. E há liberdade para discutir ideias, vontades, sugestões e jornalismo. Até para discordarmos uns dos outros.

    [Aproveito para um post-scriptum ao enojado, adaptando uma citação tua, Nuno, e não leves a mal: «É verdade , todos temos que pagar contas. Embora alguns de nós dêem a cara e assinem com o nome, pq não têm nada de se envergonhar, pq não apararam golpes a chefes, nem mudaram de ideias, por muito que essas fossem mal vistas pelos patrões; outros, sabe-se lá porquê, assinam com pseudónimos, como Enojado, e não se percebe como ganham a vida.» Ou em que janela chilreiam. Ou em que mar nadam, para evitar ir lá.]

  40. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Miguel Marujo,
    Acho que o que te fizeram é inqualificável. Espero que ganhes o processo.Como percebes, a situação do Sócrates não se enquadra nos argumentos desses políticos. O património/rendimento mudou nessas declarações.

    abraço,
    Nuno

    José Alvares Pires,
    Agora a conversa é diferente. Estou-me a borrifar para os diversos poderes. Não altero a forma como trabalho por causa disso. Já várias vezes não fui contratado por ser demasiado de esquerda. Já fui despedido por achar que o proprietário não podia mandar na linha editorial de um órgão de comunicação. Não gosto que devido a eu ter uma opinião diferente da sua: achar que são legítimas determinadas notícias sobre o Freeport, o meu caro José Alvares Pires, ache que eu sou um vendido. Respeitarei a sua opinião, mesmo não concordando, agradeço que faça o mesmo em relação à minha.

  41. Enojado diz:

    Nuno,

    O marujo de água chilra atribui-lhe esta frase (com aspas e tudo):
    “Outros, sabe-se lá porquê, assinam com pseudónimos, como Enojado, e não se percebe como ganham a vida”.
    Preciso de saber se a frase é autêntica e donde é que a marujal figura a retirou, uma vez que estou a elaborar uma antologia de ditos célebres (a propósito, é assim que ganho a vida…) e gosto de ser rigoroso.
    Faça-me, então, o favor. Até para eu aquilatar da marújica qualidade jornalística no que toca a citações…

  42. Waiwan diz:

    Nuno,

    O caso Freeport tem matéria noticiosa em qualquer parte do mundo. Isso está fora de questão. O que se passa com a TVI é a manipulação da informação e uma notória distorção no processo de fabricação de notícias. Na TVI a apresentação das noticias não visa oferecer a informação como o espelho da realidade, pelo contrário, realça-se ou negligencia-se elementos específicos do caso, perdendo o tele-espectador elementos relevantes para a sua compreensão. Isto é óbvio demais. Faz-me confusão ver-te negar esta evidência. È só isso. Sei bem que não és um vendido. È apenas o ódio que te cega. Eu não sou melhor que tu.

  43. Nuno Ramos de Almeida diz:

    José Alvares Pires,
    Não existe nenhuma manipulação de informação, existe investigação própria, como em nenhum outro órgão de informação, há uma equipa específica para isso com bastantes jornalistas, o que permite aprofundar notícias. Agora as notícias são a investigação do Freeport, não são fábulas a dizer que não existe cado, como as que disse o primeiro-ministro na entrevista da RTP. O dizer que em 2004 o caso já foi julgado e o primeiro-ministro e outros suspeitos inocentados, é mentira. Em 2004 investigou-se e julgou-se a acção de um elemento da Polícia Judiciária, e mesmo que tenha sido considerado que houve uma violação do segredo de justiça, isso não significa que a matéria em que houve essa violação do segredo não continue em investigação. Tanto que continua que hoje estamos a falar dela.
    As coisas vêem-se em concreto, qual é a notíca da TVI sobre o caso que é falsa ou não tem importância para o dito caso?

  44. Carlos Fernandes diz:

    A Bem, a médio prazo, da Democracia, não há manifestamente condições para as eleições legislativas se realizarem este ano, devendo ser adiadas pelo Presidente da Républica, sob pena de se dizer e de se tentar arquivar ou ao invés adiar sine die, dizendo que há intenções políticas por detrás deste processo, cuja gravidade afecta a imagem externa e o próprio rating da Républica Portuguesa…

    Nada tenho contra o (quase?)Engenheiro Sócrates, se fosse a Ferreira Leite ou outro ou outra no lugar dele doutro partido qualquer que estivesse sob acusação de corrupção ou desvio de dinheiros públicos, defenderia o mesmo.

  45. jeronimo diz:

    Antes de passar às dezenas de meias verdades (mentiras inteiras) da TVI, não posso deixar passar uma absoluta falsidade que refere no seu post: nunca o PM nem ninguém deste ou do outro Governo afirmou que o processo tinha sido julgado em 2004 e que o PM e outros tinham sido inocentados. O que foi sempre afirmado é que tal como esse processo demonstrou, é muito estranha a actuação da polícia e dos jornalistas nessa tentativa de incriminar Sócrates. Até documentos falsificados houve. A cho que a exposição prolongada à insanidade colectiva da TVI está a afectar-lhe o rigor dos factos.

  46. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Jerónimo,
    Vamos fazer um esforço de manter a conversa nos factos e não passar ao insulto. Não foi isso que disse o primeiro-ministro na entrevista da RTP. Vou tentar ouvi-la para a semana e mando-lhe a minutagem e a transcrição.
    Odeio quando escrevem “governo” com caixa alta. Só Estado é que tem caixa alta. Esta mania que contagiou os jornais é deprimente. Há mesmo tipos que escrevem “ministro” com caixa alta, esquecendo-se que etimologicamente ministro significa o menor do servos, e se nem maestro/mestre que significam o maior dos servos leva maiúscula, pq raio leva ministro…

  47. “Tenham calma, isto ainda vai no princípio. Respirem fundo e bebam um copo de água, sff.”
    Isto é de jornaleiro. Para mais, a lembrar o tal que repetia, à exaustão, “vocês sabem bem do que estou a falar”. Mas eu prefiro o Octávio. Sempre era mais divertido e não metia dó.

  48. c. castanho diz:

    NUNO RAMOS ALMEIDA,nâo tenho duvidas ,que ,o sr,tal como muitosoutros,que estâo apostados em derrubar sócrates pela via contraria há democracia,vâo esperar sentados,e sentados vâo estar(brancos como a cal da parede), como se diz cá no ALENTEJO,quando assistirem na noite eleitoral(OUTUBRO),há maioria absoluta,do sócrates,fruto nâo só do bom desempenho dele,mas tambem do trabalho rasteiro das (TVIS,ALGUMA JUSTIÇA, PROFS,COMUNICAÇÂO SOCIAL E SEUS DERIVADOS).Pago para vêr.

  49. Enojado diz:

    Este c. castanho tem um conflito com a ortografia, coitado.

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