Laurinda Alves conta nas páginas do Público que deixará de escrever as suas crónicas nas páginas deste jornal, deixando no ar uma eventual ligação com o facto de ser cabeça de lista de um partido às eleições europeias. Por mim, congratulo-me com a decisão.
Não lia as suas crónicas, mas a “XIS”, que dirigiu, era inenarrável e habituei-me a deixá-la logo no lixo, por prevenção para com a minha tensão. Muita da irritação que sempre senti pela escrita da personagem, está bem descrita neste texto da Rosa Pomar, sobre um dos seus superficiais e enganados textos.



