J. Sócrates, a “democracia dos 10” e o 25 de Abril

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Por mim, como facilmente se depreenderá, nada tenho a perguntar a José Sócrates, e tenho apenas, como também (ainda mais) facilmente se deduzirá, o desejo e a vontade de que ele deixe o cargo que desempenha no governo o mais depressa possível e que, eventualmente, se mantenha por muitos mais anos como secretário geral do “p.socialista”, assunto e entidade que não me diz minimamente respeito e não me suscita o mais leve pingo de curiosidade.
Agora, “assinalando” o seu 25 de Abril, José Sócrates propõe-se responder às questões dos “portugueses” e das “portuguesas” através do seu site – ora bem, quem se sinta distante (ou muito mais do que isso) da figura e da sua “política” que se desengane desde já com esta aparente “disponibilidade” “democrática”. De todas as perguntas que por lá caírem, e espero que sejam muito poucas, J. Sócrates, ou os seus mais próximos, responderão a apenas 10! Só e apenas questões que relevem de um “bota-pracimismo” (como diz Paulo Tunhas) e nunca acusem qualquer “bota-abaixismo”.
Tudo lá é preparado com antecedência, nada é “directo”, as perguntas deveriam chegar ao site até 23 de Abril (chegaram muitas??). Além disso, é preciso registo: nome, apelido, idade, género, e-mail, telefone e telemóvel, área de residência. Pretende-se construir uma base de dados e, claro, não se trata de responder ao que quer que seja (“democracia electrónica”? Ó meu caro leitor, sinceramente, você perdeu o discernimento, foi?). Portanto, quem lá puser dados no dito site, já sabe, receberá de Sócrates e do “p.socialista” pelo menos até às legislativas duas a três “mensagens” por dia.
Leitor, agrada-lhe a ideia?

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