Um único jornalista ?…………………..

Faço, se me permitem, uma outra confissão.
Enfim, esforcei-me, acho humildemente que me superei, ultrapassei dificuldades bebendo um chá de tília e relendo o ensaio Das Unheimliche de Freud (tenho todo o direito de não conseguir ser espectador demorado de uma prestação pública do Engenheiro José Sócrates), mas valeu a pena: fiquei a conhecer uma excepção ética, segundo o Engenheiro J. Sócrates (dito quase no final da entrevista), uma excepção ética do jornalismo em Portugal. Acho que foi isto que foi dito, não foi? Ouvi mal?
E quem é esse jornalista? João Marcelino, director do Diário de Notícias. Sei pouco do jornalismo em Portugal. Sei um pouco mais de temas culturais (intrinsecamente desinteressantes), mas quem me puder esclarecer que esclareça, sff: quem é João Marcelino?
Apenas isto retirei da entrevista ao Engenheiro Sócrates. Sou pouco dotado para a análise.

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11 respostas a Um único jornalista ?…………………..

  1. miguel dias diz:

    Vidas: como diria o sr. eng. que não consegues ouvir por mais de quinze minutos ou será dez, porque é que você nos faz essa pergunta?

  2. Tenho ideia que o João Marcelino era aquele Senhor que fazia “jornalismo de excelência” no Correio da Manhã antes de transitar, sob protestos, para o DN.

  3. joão marcelino é o promotor do “no way jose” (e não, não é uma banda)

  4. Pois eu não cheguei tão longe na entrevista. Se tivesse também teria ficado no estado “louro” habitual em que fico quando confrontada com política e políticos à portuguesa.

  5. rosarinho diz:

    Boa tarde,
    As notícias que me chegam, é que João Marcelino é “homem asseado”, obcecado por limpeza. Muito limpinho, por de mais asseadinho, passa os dias a varrer as suas instalações. Põe no olho da rua todos os que não vêem a vida “cor-de-rosa”.

  6. rosarinho diz:

    Cito: “Apenas isto retirei da entrevista ao Engenheiro Sócrates.” Houve uma entrevista???
    Não me apercebi.
    Pensei que era uma conferência de imprensa, debitando discurso estudado e decorado. Pareceu-me um monólogo… um infindável solilóquio…
    (mas sou um pouco distraída…)

  7. Pingback: Catarse

  8. Camelo no buraco da agulha? diz:

    CV,

    Pelos vistos, saberá pouco (mais) de temas culturais.

    ‘Mas quem me poder (sem h) … ‘ ou será ‘puder’?

    Quem o manda meter-se nestes corredores?

    Veja aqui: http://www.scribd.com/doc/2283488/Joao-Marcelino-DN

    Será que gosta?

    e aqui: http://teoriadasuspiracao.blogspot.com/2007_04_08_archive.html

    Nem por isso?

  9. Carlos Vidal diz:

    Troquei já o “poder” por puder. Chatice, ó buraco da agulha, ainda por cima um erro que nunca dou (foi você que modificou a palavra, certamente – os assessores de JS fazem cada coisa).

    O objectivo do post era, de facto, pedir dados sobre João Marcelino, que não conheço. Grato, C. no buraco da agulha.

  10. zzeluis diz:

    Se ainda vai a tempo:

    resumindo,

    JM é aquele que atacou, desabrido, Joaquim Oliveira e o seu Império à margem do futebol (direitos tv) para sacar mais do que os clubes a quem empresta dinheiro (por conta de futuros direitos). Fê-lo, com processos em tribunal um fartote, mútuos, enquanto foi chefe e depois director do Rascord.

    Hoje, JM, transfuga do CM onde queria o lugar que hoje detém no Império de CS de Joaquim Oliveira, não é só o braço-direito do demónio que combatera…

    JM jurou combater o inimigo mas foi entregar-se ao general alheio.

  11. rosarinho diz:

    Acabei de “roubar “a entrevista de Cunha Ribeiro a Sócrates do blog “A Educação do meu Umbigo”. Excelente!
    Merecia ser transformada em Posts e divulgada.

    «A MINHA ENTREVISTA A JOSÉ SÓCRATES

    Depois de Judite de Sousa quase entrevistar Sócrates, com J.A.C. a assistir, adormeci, e sonhei que estava, eu próprio, a entrevistar o P.M de Portugal. Eis a entrevista, total e fielmente reproduzida:

    EU: – Boa noite, Sr. Primeiro Ministro.

    J.S.: – Permita-me um aviso prévio: – não me venha com perguntas indiscretas, porque não respondo a nenhuma. Boa noite.

    Eu: – Eu queria…

    J.S. – Você queria!? Você veja lá bem o que vai querer… Não vai querer que eu responda sobre o Freepor(t)…Julgo eu.

    Eu: Queria-lhe…

    J.S.: “lhe”!? O que quer dizer com esse “lhe”? Está a referir-se a mim? Se é a mim, tenha o maior cuidado quando falar do Freepor(t)… Ouviu?

    Eu: Bem… Eu queria-lhe perguntar…

    J.S.: Perguntar!? Você não tem que perguntar nada! Você só tem é que ouvir o que EU tenho para dizer! O resto é conversa de jornalista atrevido e bisbilhoteiro .

    EU: … Se o processo…

    J.S.: Processo!? Qual processo? Já está a insinuar que eu estou metido num processo? Oiça, já processei quatro… Não quer você ser o quinto, suponho.

    EU: … do Freeport…

    J.S.: Pois…, eu logo vi que esta espécie de jornalista me ia injuriar… Acabou aqui a conversa. Não tenho mais nada a dizer. Vou imediatamente falar com o meu advogado para o processar. Fique bem.

    Eu: !!!???» C.R.

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