Sobre a inversão do ónus da prova

Um fiscal de obras imaginário de uma alegada Câmara Municipal da Área Metropolitana de Lisboa tem vários automóveis e o seu salário, aparentemente, não lhe permite comprar aquele Porsche. Seria crime de lesa pátria perguntar-lhe se adquiriu o Porsche em testamento?

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6 respostas a Sobre a inversão do ónus da prova

  1. LAM diz:

    Numa situação dessas, com essa situação profissional e com um património desses, o Porsche é o ânus da prova.

  2. A um individuo que recebe o rendimento mínimo e passeia de Porche podemos perguntar como arranjou o Porche?

  3. carlos fonseca diz:

    Obrigado LAM. Agora tornou-se-me claro que, para diversos políticos, o ânus já foi demasiado provado, invabializando-se, assim, a utilização, pelos próprios, como elemento de prova.
    É uma prova estafada, digamos assim.

  4. Tiago Mota Saraiva diz:

    kruzeskanhoto, conhece algum? Eu não.
    De qualquer forma, se recebe o rendimento mínimo, rouba bem menos que outros de que se ouve falar. Se calhar seria melhor entrar no “Novas Oportunidades”.

  5. Tiago vá a um bairro social ou às imediações de uma estação de correios em dias de pagamento de RSI e verá automóveis de marcas que não estão ao alcance dos rendimentos médios dos portugueses.

    Quanto a mim GARANTO-LHE que conheço alguns – poucos – casos desses, mas eu vivo numa pequena cidade…

    De qualquer forma concordo consigo. Ainda assim estes são os que roubam menos.

  6. Camelo no buraco da agulha? diz:

    Pois, fiscal de obras duma Câmara… há muitos!
    Quantos levantam suspeitas… há quantos anos!
    Mas o PM é a razão Maisforte…

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