Discordo apenas da ‘classificação’ de funcionários. De facto, entendo que o estatuto aplicável é de ‘serventuários’, ou seja, gente que ocupa de lugares de outros cujo desempenho foi proscrito pelas cúpulas. Porém, ainda me resta uma dúvida: cúpulas ou cópulas?
Substantivamente, o que pretendi dizer é que se tratam de ‘serventuários’, umas vezes que beneficiam do privilégio da nomeação, em detrimento de outros que, pelo perfil de militantes, deveriam ser os legítimos representantes de um partido que se diz “socialista”.
Acho, portanto, mais apropriado chamar serventuários a Vital Moreira, Capoula Santos e Correia de Campos do que funcionários.
E se fossem comentar as outras listas também?
Era mais transversal e menos fracturante?
Talvez menos apelativo?
Menos com pensador?
Menos chic?
Menos in?
Menos?
Men!
Me…
M
Discordo apenas da ‘classificação’ de funcionários. De facto, entendo que o estatuto aplicável é de ‘serventuários’, ou seja, gente que ocupa de lugares de outros cujo desempenho foi proscrito pelas cúpulas. Porém, ainda me resta uma dúvida: cúpulas ou cópulas?
Carlos Fonseca, a questão decorre de um texto do Vítor Dias, que li há algum tempo: http://tempodascerejas.blogspot.com/2008/12/desfaatez-do-costume.html. Olhando para as cúpulas do PS e PSD não há funcionários do partido mas a maioria vive das suas nomeações.
Substantivamente, o que pretendi dizer é que se tratam de ‘serventuários’, umas vezes que beneficiam do privilégio da nomeação, em detrimento de outros que, pelo perfil de militantes, deveriam ser os legítimos representantes de um partido que se diz “socialista”.
Acho, portanto, mais apropriado chamar serventuários a Vital Moreira, Capoula Santos e Correia de Campos do que funcionários.
Queria dizer ‘uma vez que beneficiam…’ e não ‘umas vezes…’. As minhas desculpas.
Clarificado.
E se fossem comentar as outras listas também?
Era mais transversal e menos fracturante?
Talvez menos apelativo?
Menos com pensador?
Menos chic?
Menos in?
Menos?
Men!
Me…
M