Golf Courses Destroying Iberian Water

A report from the European Environment Agency points to water use in southern Europe, specifically the unsustainable building of more golf courses and swimming pools in the south of the Iberian Penninsula. While on the European Union level much attention is given to finding new sources of water and increasing access, the report points out the little is done to address water use through conservation.

The EEA points to one regional example:

Taking Spain’s Júcar River Basin as an example, it points out that 55 new golf courses are planned there in addition to the existing 19. Each golf course typically uses 500,000 m3 of water. On top of this, huge amounts of water are needed to fill up swimming pools for tourists.

Anyone who’s made their way around the South of Portugal and Spain has seen the rabid growth of golf courses and elaborate swimming pools.  The neverending push for more tourism and more luxurious water consuming activities has rarely taken stock of the way the region would be effected by the increase in use.

The report doesn’t only look at recreation, agriculture is also brought into question in terms of water use and efficiency.  To learn more, read the study.

Sobre bicyclemark

Luso-Americano, nascido na colonia Portuguesa de Newark, NJ. Habitante de Amesterdão desde 2002. Jornalista sem jornal. Podcaster e Videoblogger.
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4 respostas a Golf Courses Destroying Iberian Water

  1. Sérgio diz:

    Que raio de post. Então não se pode dinamizar as referidas regiões com campos de golf, criando emprego e valor para os locais?
    Há muita àgua ou não estamos nós perto do Atlântico?

    Enfim, dava para rir se não fosse tão trágico.

  2. Carlos Vidal diz:

    Este post é muito bom, porque é muito pertinente, tratando de um assunto de primeira importância.
    O campo de glope, que aumenta em quantidade e pulula por todos os lados como cogumelos, do Minho ao Algarve, é nem mais nem menos que a forma mais inútil e ociosa, para além de desgastante dos solos e atentado ecológico, é, dizia, a forma mais inútil, desinteressante e ociosa de potenciar o turismo e toda uma zona turística. Porque serve uma minoria, um número mínimo de pessoas (os campos estão sempre vazios, com três ou quatro curiosos numa área gigantesca, apropriada a um uso colectivo que poderia ser mais gratificante), e esse mímino número nem serve as potencialidades regionais de uma verdadeira indústria de turismo.
    É uma inutilidade absorvente que desvia recursos, rouba recursos, apropria-se de recursos ao serviço desimaginativo de uns poucos ociosos, e anula hipóteses ao nível de produções agrícolas e outras ocupações úteis. O campo de golfe é a solução mais fácil e destrutiva para problemas importantes: o que fazer de uma área agrícola?, como desenvolver um turismo para todos e de qualidade para uma classe média que sirva uma região? Cinco inúteis numa zona que pode chegar à área de uma grande cidade, não passam de cinco inúteis a privatizar inutilmente um território que turisticamente poderia ser mais proveitoso, mesmo economicamente.
    Bom post.

  3. mary pereira diz:

    A very good post and does it make any sense to anyone that a golf course be built on the boundary of Portugal´s only National Park (Peneda Gerês) as is being planned by the hotshots in Arcos de Valdevez. As for developing jobs and dynamizing a region why not develop tourist attractions that have something to do with the area. Believe me I just get so upset talking about this! I want to “puxar as orelhas” those that have the power and manipulate others (the voters) to get what they want.

  4. Obrigado pelo aviso do relatório bicyclemark! Quando passares pela Dinamarca dá um toque – se não chover muito vamos dar uma volta de “bina”.

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