
Ao que parece, há quem ache que uma boa forma de vender uma revista chamada Happy é usar uma figura andrógina a tentar devolver os seus seios ao interior do tronco, espartilhada por uma espécie de tupperware cromado. Não sei se o ar aflito da modelo tem a ver com as “cuecas vibratórias” em análise na dita revista. Mas lá que mete dó, mete.




achei que tinha a ver com a outra que experimentou trazer firmeza ao que esta agarra via acunpunctura
É caso para dizer que a capa é muito pouco happy…
A Happy é escabrosa, não é só essa capa horrorosa que tenho que ver todos os dias no metro. Os temas todos os meses são invariavelmente ‘badalhocos’: swing, dildos, prostituição masculina, infidelidade, piercings genitais… Nada contra, mas é que parece mais uma revista pornográfica do que uma revista feminina. A diferença é só o aspecto e o facto de se achar que como é para mulheres é ‘muito moderno’ escrever sobre assuntos de cueca.
Desculpa o abuso Luís, linkei este post para o meu blog porque só não tinha ainda dito nada por não ter encontrado a imagem, e afinal encontrei-a aqui.
De uma forma geral, basta-me ver o menu da revista nas capas para nunca me ter apetecido comprar nenhuma!!!
Não é abuso nenhum. Tu és da casa
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