Alguns bons resultados económicos do governo PS / Sócrates

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Lucros de grupos económicos (alargando alguns dados que o meu colega Tiago Saraiva costuma postar):
EDP / REN: 1048 milhões de euros.
Galp Energia: 521 milhões de euros.
PT e Zon: 489 milhões de euros.
SONAE: 53 milhões de euros.
Jerónimo Martins: 121 milhões de euros.
Cimpor: 151 milhões de euros.
BRISA: 110 milhões de euros.
CGD: 437 milhões de euros.
Santander/Totta: 398 milhões de euros.
BCP: 345 milhões de euros.

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15 respostas a Alguns bons resultados económicos do governo PS / Sócrates

  1. Nik diz:

    Os impostozinhos sobre a riqueza criada por essas empresas (aliás inferior ao de períodos anteriores) alimentam a rubrica receitas do OE. O moinho de palavras Louçã só produz propostas de aumentar a despesa.

  2. Mariana diz:

    Sr Prof Vital,

    Você percebe tanto de economia como eu de paquidermes.

    Estes lucros são de facto paupérrimos.

    Podem desaparecer em poucos meses. Ou seja, estes lucros, quando comparados ao valor total de activos, são insignificantes e evidenciam uma vulnerabilidade deveras preocupante. Se os avaliar a partir de uma perspectiva de salário minimo, é evidente que parecem astronómicos. Imagine alguém que ganha o salário minimo e poupa 2 euros por mês. Pois bem, estes 2 euritos seriam, grosso modo, os lucros que aqui publica e que, erradamente, considera exorbitantes.

    Enfim, esta contabilidade de mercearia sempre me irritou. Além do mais, é ridiculamente demagógica.

    Cumprimentos,
    Mariamna

  3. jcd diz:

    Ainda bem que alguns grupos continuam a dar lucro. Estávamos bem tramados se assim não fosse. Quem pena não termos muito mais empresas assim, não acha?

  4. Cara Mariana,

    Não irrite o autor do post ainda mais: o seu nome é ‘Vidal’, não ‘Vital’. Quanto ao resto, cinco estrelas.

  5. Carlos Vidal diz:

    Podem desaparecer em poucos meses e podem aumentar.
    No Chile de Pinochet e na América de Reagan, aumentavam, quer dizer, os lucros tiveram o seu tempo de glória.

  6. Carlos Vidal diz:

    Olha, olha, um “relativo”.
    Ó “relativo”, diga lá ao seu chefe que isto com umas deslocalizaçõezinhas ainda poderia ser melhor.

  7. Caro Carlos Vidal, estamos a tratar disso.

    E olhe, são apenas económicas, não são políticas, como em alguns países de antigamente.

  8. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Hugo Mendes,
    As políticas de antigamente que te estás a referir são, certamente, as orientações neoliberais que se verificaram até ao grande estoiro

  9. altc diz:

    Não digam ao CV que, a sua conversa dos lucros, é um disparate de todo o tamanho senão saca já de um artista qualquer para provar a sua sapiência em matéria económica.

  10. Carlos Vidal diz:

    A burrice aqui é que estes liberais nem sequer liberais sabem ser. Nem imaginam que qualquer pessoa pode reunir 6 ou 7 empresas de Angola com resultados esfusiantes e dez vezes superiores a estes, e que isso nada diz sobre o bem-estar ou a justa repartição de riqueza de uma sociedade. Isto é tão estúpido o que aqui vem sendo escrito que esta malta nem para Angola devia ir. Talvez para a China. De resto, salários baixos, aumentos baixíssimos, resultados razoáveis ou muito bons raia o terceiro-mundo. Quanto ao “relativo” Hugo Mendes, a coisa é tão grotesca que até nem à voz do dono obedece: saíram directrizes do partido dele, “relativo”, seguidor da voz do dono, para aproveitar tudo o que fosse de aproveitar para malhar no que esses “p. socialistas” chamam de neoliberalismo. De Vital Moreira a esses grandes “socialistas” que são J Sócrates e M Soares, todos hoje sabem que é no neoliberalismo que devem malhar, e não sabem os pobres “relativos” que estas receitas de grupos económicos associadas a baixos salários e a desinvestimento público é a encarnação da lógica neoliberal. JCD é um liberal, sente-se com estes resultados como peixe na água, OK. Mas os “relativos” nem se apercebem do que o seu dono lhes mandou fazer. Santa ignorância. Fechem o vosso blogue ou o Dono ainda vos castiga!

  11. Sejeiro Velho diz:

    Somando os lucros todos, dá uns caricatos 3673 milhões de euros. Só se pode dizer se é muito ou pouco, se comparado com o capital que esteve investido, como explica “Mariana”. Só podemos dizer se é bom ou mau que tenham sido obtidos, se os comparmos com a riqueza que foi gerada pela actividade que lhes está associada. Que massa salarial foi paga? Qual o volume de impostos arrecadados pelo Estado? Qual o montante reinvestido em ampliação ou modernização do equipamento?

  12. PelaJustiça diz:

    ‘No modelo neoliberal, combina-se uma taxa de exploração muito elevada com um mirrado investimento real e produtivo. Por isso, emerge a espiral da especulação financeira. Poderia verificar-se outra combinação? À margem do modelo neoliberal é possível, sim, outra articulação. Por exemplo: no que podemos denominar “modelo à Tugan-Baranovsky” teríamos também uma elevada taxa de exploração, mas unido a processo de investimento muito forte.’in resistir.info de José C. Valenzuela Feijó

    Srª Dª Mariana e ,não quer de falar de economia a séria em vez de mandar bocarras como uma douta ignara?Bem,quem baralha Vidal com Vital,concerteza que vai aos adornos e não ao essencial.E,para o neoliberais só me vem à cabeça qdo é que este lúmpen começa a pagá-las,i.e,a ir para a cadeia e confisco dos bens roubadaos à sociedade.

  13. publicas-me isto? diz:

    É pá isso dos números e sestatísticas é para crianças.

  14. jcd diz:

    Ainda não percebi se o Carlos acha que seria melhor que estas empresas apresentassem prejuízos. Mas isso deve ser porque sou burro.

    Também não percebo porque é que passa a vida a usar como más referências as repúblicas populares. (que, apesar de tudo, têm feito umas gracinhas nos últimos tempos, na melhoria dos níveis de vida das populações)

  15. miguel dias diz:

    Tirando a Sonae, a Jeronimo e o Santander, todos os outros lucros sao de empresas controladas pelo estado ou dependentes. Afinal do que e’ que se queixam…das empresas ou do estado.

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